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MERCADOS HOJE

Bolsa hoje: Sem China, Ibovespa recua mais de 1% pressionado por Petrobras (PETR4) e NY; dólar avança a R$ 5,06

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2 de outubro de 2023
7:14 - atualizado às 17:40

RESUMO DO DIA: O Ibovespa iniciou a semana e o mês em tom negativo. O índice acompanhou o desempenho das bolsas internacionais em dia de liquidez mais enxuta, sem negociações na China.

Os investidores repercutiram o acordo de última hora que impediu a paralisação do governo dos Estados Unidos. As atenções se voltaram para a divulgação de índices de atividade econômica.

O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) da indústria norte-americana subiu de 47,6 em agosto para 49,0 em setembro, acima das previsões do mercado. O avanço fez com que os investidores reduzissem as apostas de que o Federal Reserve (Fed) não irá mais subir os juros.

Em dia de agenda local pouco movimentada, a cautela de Nova York combinada com o recuo de mais de 1% nos futuros do petróleo pesaram sobre o desempenho do Ibovespa.

Por aqui, os investidores repercutiram dados de emprego. Em agosto, o país criou 220.844 vagas, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho. A abertura de postos com carteira assinada veio acima dos 173 mil esperados.

Ao longo da semana, o foco será a tramitação de pautas econômicas no Congresso Nacional, com destaque para o PL do Desenrola, a taxação dos "super-ricos" e a extinção dos juros sobre capital próprio (JCP).

O Ibovespa fechou o primeiro pregão de outubro em queda de 1,29%, aos 115.056 pontos.

O dólar avançou a R$ 5,0667, com alta de 0,79%, no mercado à vista.

Confira o que movimentou os mercados nesta segunda-feira (2):

MAIORES ALTAS E QUEDAS DO IBOVESPA

O Ibovespa fechou em queda de mais de 1%, aos 115.056 pontos.

Na ponta positiva, os papéis do Fleury (FLRY3) lideraram os ganhos do Ibovespa, com os investidores repercutindo relatório do Citi.

Segundo operadores, o banco elevou a recomendação das ações da companhia de neutra para compra e aumentou o preço-alvo de R$ 17 para R$ 18 — uma potencial valorização de 17,9% na comparação com o fechamento da última sexta-feira (29).

CÓDIGONOMEULTVAR
FLRY3Fleury ONR$ 15,663,37%
BBSE3BB Seguridade ONR$ 31,942,34%
BRFS3BRF ONR$ 10,402,06%
BEEF3Minerva ONR$ 8,231,73%
VIVT3Telefônica Brasil ONR$ 43,721,25%

Na ponta negativa, as ações da Vamos (VAMO3), por ser um ativo cíclico — mais sensível a fatores macroeconômicos —, foram pressionadas ao longo do pregão, pelo forte avanço dos DIs, na esteira da cautela do exterior e após o Caged apontar criação de empregos acima do esperado.

Confira as maiores quedas do Ibovespa:

CÓDIGONOMEULTVAR
VAMO3Vamos ONR$ 8,93-8,41%
MRVE3MRV ONR$ 9,97-6,56%
AZUL4Azul PNR$ 13,59-6,15%
IRBR3IRB Brasil ONR$ 41,67-5,30%
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 2,01-5,19%
MARKET MAKERS #64

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva “deu sorte” com a Petrobras (PETR4) no começo do novo governo, na visão do economista Adriano Pires, convidado do episódio #64 do Market Makers

“Lula deu sorte nessa questão do preço do petróleo. De janeiro a julho, o preço do barril caiu, o que possibilitou que a Petrobras reduzisse os preços da gasolina e do diesel”, afirma Pires, em entrevista aos apresentadores Renato Santiago e Thiago Salomão.

Recentemente, porém, a commodity entrou em trajetória de alta, com o barril do petróleo cada vez mais caro. 

Os preços do óleo bruto operam no nível mais alto em mais de um ano no mercado internacional. E, se a tendência se mantiver, é provável que a disparada se reflita no preço da gasolina em algum momento.

Leia mais.

FECHAMENTO DO IBOVESPA

O Ibovespa encerrou o pregão em queda de 1,29%, aos 115.056 pontos.

O principal índice da bolsa brasileira foi pressionado pelo forte recuo do petróleo, após dados de atividade industrial que abriram a porta para a perspectiva de que os EUA não encerraram ainda o ciclo de aperto monetário.

Além disso, a continuidade de avanço nos rendimentos dos Treasuries repercutiu, mais uma vez, sobre os juros futuros (DIs), que também aceleraram alta e pressionaram os papéis mais sensíveis aos juros no Ibovespa.

Por fim, os investidores repercutiram dados de empregos no Brasil. O país abriu 220.844 vagas em agosto, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. A criação de postos de trabalho veio acima do esperado para o mês, com as estimativas do mercado de 173 mil vagas abertas em agosto.

FECHAMENTO DE NOVA YORK

As bolsas de Nova York fecharam sem direção única, em meio à retomada de cautela com a política monetária e à espera de novos dados de emprego. Nesta terça-feira (3), os investidores aguardam o relatório Jolts e na sexta-feira (6), o payroll.

Confira o fechamento em Nova York:

  • S&P 500: +0,01%;
  • Dow Jones: -0,22%;
  • Nasdaq: +0,67%.

Mais cedo, o índice de atividade econômica (PMI, na sigla em inglês) industrial avançou a 49,0 em setembro, acima das estimativas de alta a 47,8, segundo dados do ISM. Já de acordo com o S&P Global, o PMI subiu a 49,8 no mês ante a previsão de 48.

Após os índices de atividade econômica (PMIs, na sigla em inglês) acima do esperado, as apostas de manutenção dos juros perderam forças entre os investidores, frustrando a expectativa de que o fim do aperto monetário já encerrou nos EUA.

Os traders agora veem 69,2% de chance de o banco central norte-americano manter os juros na faixa de 5,25% a 5,50% ao ano, de acordo com a ferramenta de monitoramento do CME Group. Ontem (1º), essa probabilidade era de 81,7%.

Em consequência, as apostas pela alta de 25 pontos-base, que colocaria os juros nos EUA no intervalo de 5,50% a 5,75% ao ano, avançaram de 18,3% (ontem) para 30,8% hoje.

FECHAMENTO DO DÓLAR

O dólar fecha a R$ 5,0667, em alta de 0,79%, no mercado à vista.

VAMOS (VAMO3) RECUA 8%

As ações da Vamos (VAMO3), por ser um ativo cíclico — mais sensível a fatores macroeconômicos —, opera em queda de 8,51%, a R$ 8,92.

Os papéis são pressionados pelo forte avanço dos DIs, na esteira da cautela do exterior e após o Caged apontar criação de empregos acima do esperado.

DIS EM ALTA

Os juros futuros (DIs) operam em alta, acompanhando o rendimentos dos Treasuries e o avanço do dólar.

Acompanhe o desempenho dos DIs:

CÓDIGONOME ULT FEC
DI1F24DI Jan/2412,25%12,26%
DI1F25DI Jan/2511,03%10,57%
DI1F26DI Jan/2610,83%10,31%
DI1F27DI Jan/2711,05%10,59%
DI1F28DI Jan/2811,33%10,93%
DI1F29DI Jan/2911,53%11,16%
FECHAMENTO DO PETRÓLEO

Os contratos para dezembro do petróleo tipo Brent encerraram em queda de 1,62%, com o barril a US$ 90,71 na Intercontinental Exchange (ICE).

Já para novembro do petróleo tipo WTI cai 2,17%, a US$ 88,82 no barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex).

A commodity foi pressionada pelo forte avanço do dólar nesta segunda-feira (2), em meio à cautela de possível elevação dos juros nos EUA após índices de atividade industrial acima do esperado.

BERNARD ARNAULT SE ENVOLVEU COM LAVAGEM DE DINHEIRO?

Um dos homens mais ricos do mundo, Bernard Arnault está sendo investigado por uma potencial lavagem de dinheiro.

O dono do conglomerado de luxo LVMH está sob a lupa do Ministério Público de Paris por possíveis transações financeiras irregulares com o oligarca russo Nikolai Sarkisov, executivo sênior da companhia de seguros russa RESO-Garantia.

Um relatório da Tracfin, unidade de inteligência financeira do Ministério das Finanças francês, considera uma compra de imóveis por Sarkisov “suscetível de caracterizar ato de lavagem de dinheiro”.

De acordo com o jornal francês Le Monde, a Tracfin afirma que Sarkisov adquiriu 14 propriedades no resort de esqui francês de Courchevel — onde a LVMH possui o Hotel Cheval Blanc — com a ajuda de empréstimo de uma das empresas de Arnault.

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IBOVESPA AOS 114 MIL PONTOS

Com queda de quase 2% do petróleo e puxando as ações da Petrobras (PETR4), o Ibovespa vem renovando mínimas e opera em queda de 1,51%, aos 114.801 pontos — o menor nível intradiário.

MAGAZINE LUIZA (MGLU3) EM QUEDA

As ações da Magazine Luiza (MGLU3) estendem os ganhos de setembro e iniciam o último trimestre de 2023 em tom negativo.

Os papéis, assim como todo o setor de varejo, são pressionados pelo avanço dos juros futuros (DIs).

As ações MGLU3 operam em queda 5,66%, a R$ 1,99.

POR QUE OS FUNDOS IMOBILIÁRIOS DE SHOPPINGS RENDEM MAIS QUE O DOBRO DO IFIX E BATEM O IBOVESPA NO ANO

Quem investe em fundos imobiliários de shopping não tem do que reclamar em 2023, ao menos até agora. O segmento acumula uma forte alta neste ano, desbanca o IFIX e até mesmo o Ibovespa.

Segundo o ITRIX — índice setorial estruturado pelo Trix, plataforma da gestora TRX Investimentos — os fundos de shopping subiram 24,7% entre janeiro e setembro. Já o indice que reúne os principais FIIs da B3 avançou 12,28% no mesmo período, enquanto o Ibovespa subiu pouco mais de 6%.

Os dados do ITRIX têm como base o desempenho de mais de 100 fundos que compõem a carteira do IFIX.

Segundo Leonardo Garcia, analista do Trix, o bom desempenho ocorre pois o segmento sanou incertezas quanto à capacidade de retomada do ritmo observado no período pré-pandemia.

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FLEURY (FLRY3) LIDERA OS GANHOS

Desde o início da sessão, os papéis da Fleury (FLRY3) disputam a liderança dos ganhos do Ibovespa, com os investidores repercutindo relatório do Citi.

Segundo operadores, o banco elevou a recomendação neutra para compra das ações da companhia de saúde e aumentou o preço-alvo de R$ 17 para R$ 18 — uma potencial valorização de 17,9% na comparação com o fechamento da última sexta-feira (29).

Na avaliação do Citi, melhor visibilidade nos lucros, valution atraente e expectativa de 4% de rendimento nos dividendos são apontados como alguns dos motivos para a revisão positiva da companhia.

Os papéis FLRY3 sobem 2,57%, a R$ 15,54.

EMPREGO NO BRASIL

O Brasil abriu 220.844 vagas em agosto, segundo dados do Cadastro Gerai de Empregados e Desempregos (Caged) divulgados há pouco pelo Ministério do Trabalho.

A criação de postos de trabalho veio acima do esperado para o mês, com as estimativas do mercado de 173 mil vagas abertas em agosto.

No ano, o saldo líquido de emprego formal é de 1,388 milhões de vagas.

Em agosto de 2022, houve a abertura de 288.096 postos de trabalho com carteira assinada, na série ajustada.

AÇÃO DA EVERGRANDE DEVE VOLTAR A SER NEGOCIADA EM HONG KONG

Quatro dias após ter suas ações suspensas, a Evergrande deve voltar a negociar papéis na Bolsa de Hong Kong na próxima terça-feira (3).

Segundo informações do Broadcast, a operadora da bolsa chinesa recebeu um pedido da própria empresa que será acatado, mas recomendou cautela aos investidores nas transações com ativos das companhia.

Uma das maiores incorporadoras do setor imobiliário da China, a Evergrande enfrenta problemas desde 2020, quando o governo chinês implementou novas regras para controlar a quantidade de dinheiro que as grandes empresas imobiliárias poderiam tomar emprestado.

Vale destacar que a companhia acumulou dívidas de mais de US$ 300 bilhões ao se expandir agressivamente para se tornar uma das maiores empresas do país. Em agosto deste ano, a incorporadora apresentou um pedido de proteção contra falência, o Chapter 15, em um tribunal de Nova York.

O chamado Capítulo 15 protege os ativos norte-americanos de uma empresa estrangeira enquanto essa companhia trabalha na reestruturação das suas dívidas.

Além dos problemas financeiros, o fundador da empresa, Hui Ka Yanestaria sob vigilância da polícia chinesa — o que foi confirmado pela incorporadora. Em comunicado, a Evergrande afirmou que o executivo "foi alvo de medidas obrigatórias nos termos da lei por suspeita de crimes ilícitos". 

SOBE E DESCE DO IBOVESPA

Ibovespa cai mais de 1% e tenta sustentar os 115 mil pontos.

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
FLRY3Fleury ONR$ 15,532,51%
BBSE3BB Seguridade ONR$ 31,972,44%
VIVT3Telefônica Brasil ONR$ 43,781,39%
KLBN11Klabin unitsR$ 24,131,34%
BEEF3Minerva ONR$ 8,170,99%

E as maiores quedas:

CÓDIGONOMEULTVAR
VAMO3Vamos ONR$ 9,12-6,46%
IRBR3IRB Brasil ONR$ 41,60-5,45%
SOMA3Grupo Soma ONR$ 6,32-4,96%
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 2,02-4,72%
MRVE3MRV ONR$ 10,18-4,59%
FUNDO IMOBILIÁRIO "MISTERIOSO" MELHORA PROPOSTA E OFERECE R$ 300 MILHÕES POR SHOPPINGS DO LASC11

O portfólio do fundo imobiliário Legatus Shopping (LASC11) é enxuto, mas cobiçado: o FII recebeu na última sexta-feira (29) uma proposta atualizada para vender as participações nos dois imóveis que compõem a carteira.

O potencial comprador é outro FII que pediu para não ser identificado e já havia oferecido R$ 225 milhões por 49% do Parque Shopping Belém no início da semana passada.

Segundo informações do portal Pipeline, o fundo em questão seria o Vinci Shopping Centers (VISC11). Procurada pelo Seu Dinheiro, a Vinci Partners, gestora do VISC11, afirmou que não irá comentar o tema.

De volta a proposta atualizada, o fundo "misterioso" decidiu incluir também a fatia do LASC11 no Shopping Boulevard Campos no negócio, elevando o valor total da transação para R$ 300 milhões.

Leia mais.

IBOVESPA EM QUEDA

Com as bolsas de Nova York em tom negativo e liquidez dos mercados reduzida com a ausência de operações na China, o Ibovespa intensifica a queda.

Por aqui, os avanço dos juros futuros (DIs) também pressionam as ações na bolsa de valores, de olho nos juros dos EUA.

O Ibovespa opera em queda de 1,27%, aos 115.078 pontos.

FECHAMENTO NA EUROPA
  • FTSE 100: -1,27%;
  • CAC 40: -0,95%;
  • DAX: -0,92%
DESTAQUES DO IBOVESPA

Em dia de tom negativo no Ibovespa e avanço dos juros futuros (DIS), as ações operam com movimentações corporativas e revisões de recomendações de bancos.

PONTA POSITIVA

  • BB Seguridade (BBSE3), considerado um papel defensivo no setor bancário, lidera os ganhos do Ibovespa com alta superior a 2%;
  • Klabin (KLBN11) é beneficiada pela aceleração do dólar no mercado à vista, que impulsiona as receitas da companhia exportadora;
  • Sabesp (SBSP3) sobe com os investidores repercutindo o envio de ofícios aos munícipios para mudanças contratuais nas concessões vigentes, de olho na privatização;
  • Fleury (FLRY3) avança após o Citi elevar a recomendação de neutro para compra das ações, com preço-alvo de R$ 18.

PONTA NEGATIVA

  • IRB (IRBR3) cai na contramão de BB Seguridade, em meio à troca de posições;
  • Vamos (VAMO3), Natura (NTCO3), Magazine Luiza (MGLU3) e MRV (MRVE3) fazem parte do grupo de ações mais sensíveis aos juros e os papéis são pressionados pela alta dos DIs em toda a curva.
COMO ANDAM OS MERCADOS

Outubro inicia com a liquidez dos mercados reduzida, com ausência de operações nas bolsas da China em razão de feriado prolongado local.

A cautela sobre a política monetária dos EUA segue entre os investidores, mesmo após o acordo temporário para evitar a paralisação das atividades do governo Biden.

As bolsas de Nova York operam em tom misto, em repercussão ao avanço do PMI industrial acima do esperado e em meio a participação do presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, em evento.

As commodities também não ajudam o Ibovespa nesta segunda-feira (2). Com isso, o principal índice da bolsa de valores brasileira opera em queda de 1,13%, aos 115.254 pontos.

O dólar sobe a R$ 5,06 no mercado à vista.

Os juros futuros (DIs) avançam em toda a curva na esteira dos rendimentos dos Treasuries.

GIRO DO MERCADO

Seguindo a tradição, hoje (2) a jornalista Paula Comassetto se reúne com João Piccioni, analista-chefe da Empiricus Research, para revelar as melhores ações para lucrar em outubro. Entre as mudanças no portfólio mensal, a casa de análise excluiu as ações da B3 (B3SA3) e deu espaço para uma nova empresa: a WEG (WEGE3).

Além da tese de investimento nas companhias, saiba também o que foi destaque em setembro e o que esperar do Ibovespa (IBOV) neste mês.

Acompanhe:

DÓLAR PRÓXIMO A R$ 5,10

Com aumento da cautela dos investidores estrangeiros, dólar acelera alta e opera a R$ 5,0700, com avanço de 0,86% no mercado à vista.

O movimento acontece em meio ao avanço maior do que o esperado do PMI industrial dos EUA, o que resultou na redução de apostas de manutenção dos juros nos EUA e aumento das apostas de alta de 25 pontos-base em novembro na próxima reunião do Fed.

IBOVESPA RECUA 1%

Com a virada para o tom negativo do petróleo e o aprofundamento da cautela nas bolsas de Nova York, o Ibovespa opera em queda de 1,13%, aos 115.243 pontos.

CHANCE DE MANUTENÇÃO DOS JUROS PELO FED DIMINUEM

Após os índices de atividade econômica (PMIs, na sigla em inglês) acima do esperado, as apostas de manutenção dos juros perderam forças entre os investidores, frustrando a expectativa de que o fim do aperto monetário já encerrou nos EUA.

Os traders agora veem 69,2% de chance de o banco central norte-americano manter os juros na faixa de 5,25% a 5,50% ao ano, de acordo com a ferramenta de monitoramento do CME Group. Ontem (1º), essa probabilidade era de 81,7%.

Em consequência, as apostas pela alta de 25 pontos-base, que colocaria os juros nos EUA no intervalo de 5,50% a 5,75% ao ano, avançaram de 18,3% (ontem) para 30,8% hoje.

O índice de atividade econômica (PMI, na sigla em inglês) industrial avançou a 49,0 em setembro, acima das estimativas de alta a 47,8, segundo dados do ISM. Já de acordo com o S&P Global, o PMI subiu a 49,8 no mês ante a previsão de 48.

ESTE FUNDO IMOBILIÁRIO ADMITE QUE TEM POUCA CHANCE DE CRESCER E VAI DEVOLVER R$ 36 POR COTA AOS INVESTIDORES; VEJA QUEM TEM DIREITO

A indústria de fundos imobiliários apresentou um forte crescimento desde a pandemia de covid 19. O número de investidores de FIIs saltou de 645 mil em dezembro de 2019 para mais de 2,2 milhões em junho deste ano, segundo o boletim mensal da B3.

Mas nem todos os fundos acompanharam esse avanço exponencial. O Inter Títulos Imobiliários (BICR11), por exemplo, foi listado na bolsa brasileira justamente em dezembro de 2019 e possui, atualmente, 529 cotistas.

O baixo número de investidores foi utilizado pelo próprio Inter, gestor e administrador do FII, para justificar a realização de uma amortização parcial de cotas.

Segundo comunicado enviado ao mercado na última sexta-feira (29), o BICR11 amortizará R$ 18 milhões de reais. A cifra equivale a R$ 36 por cota e pouco mais de 35% do patrimônio líquido do fundo — que é de R$ 51,18 milhões, conforme seu último informe mensal.

Leia mais.

DIS EM ALTA

Os juros futuros (DIs) deixaram a estabilidade da abertura e operam em queda com o forte avanço do dólar no mercado à vista e os rendimentos dos Treasuries acelerando alta em Nova York, com a redução de apostas de que o Federal Reserve já encerrou o ciclo de aperto monetário.

Confira o desempenho dos DIs:

CÓDIGONOME ULT FEC
DI1F24DI Jan/2412,23%12,26%
DI1F25DI Jan/2510,93%10,57%
DI1F26DI Jan/2610,72%10,31%
DI1F27DI Jan/2710,95%10,59%
DI1F28DI Jan/2811,24%10,93%
DI1F29DI Jan/2911,44%11,16%
IBOVESPA BATE MÍNIMAS

Com as bolsas de NY invertendo para a queda, o Ibovespa vem renovando mínimas. Há pouco, o índice registrou queda de 0,90%, aos 115.510 pontos.

FLEURY (FLRY3) LIDERA GANHOS

Fleury (FLRY3) lidera os ganhos desde a abertura dos negócios com os investidores repercutindo um relatório do Citi. O banco elevou a recomendação de neutro para compra, com aumento do preço-alvo de R$ 17 para R$ 18 por ação.

As ações operam em alta de 2,24%, a R$ 15,49.

BOLSAS EM NOVA YORK

As bolsas de Nova York operam em tom misto, mas predominantemente em tom positivo. Os investidores aliviam as tensões após o acordo temporário para evitar a paralisação das atividades do governo norte-americano.

  • S&P 500: +0,14%;
  • Dow Jones: -0,19%;
  • Nasdaq: +0,60%.

Além disso, os investidores reagem a divulgação de novos dados econômicos. Os investimentos em construção subiram 0,5% em agosto ante julho, em linha com o previsto.

Já o índice de atividade econômica (PMI, na sigla em inglês) industrial avançou a 49,0 em setembro, acima das estimativas de alta a 47,8.

SOBE E DESCE DA ABERTURA

Com menor liquidez nos mercados, o Ibovespa opera em queda em meio à alta das commodities e avanço dos juros futuros (DIs) — que pressiona as companhias mais sensíveis aos juros.

Na ponta positiva, Fleury (FLRY3) lidera os ganhos desde a abertura dos negócios com os investidores repercutindo um relatório do Citi. O banco elevou a recomendação de neutro para compra, com aumento do preço-alvo de R$ 17 para R$ 18 por ação.

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
FLRY3Fleury ONR$ 15,462,05%
BBSE3BB Seguridade ONR$ 31,731,67%
MRFG3Marfrig ONR$ 7,241,54%
RECV3PetroReconcavo ONR$ 21,211,29%
KLBN11Klabin unitsR$ 24,111,26%

Na ponta negativa, Casas Bahia (BHIA3) volta a liderar as perdas em meio à incertezas sobre as contas da empresa e o forte avanço dos DIs.

Confira as maiores quedas após a abertura:

CÓDIGONOMEULTVAR
BHIA3Casas Bahia ONR$ 0,60-4,76%
IRBR3IRB Brasil ONR$ 42,45-3,52%
VAMO3Vamos ONR$ 9,48-2,77%
HYPE3Hypera ONR$ 36,30-2,26%
NTCO3Natura ONR$ 14,24-2,20%
AÇÃO DA EQUATORIAL PODE SUBIR MAIS DE 20%, SEGUNDO XP

Apesar da onda de calor que assolou o Brasil nos últimos dias, ventos positivos atingiram a Equatorial (EQTL3) recentemente.

Depois de entregar um resultado robusto no segundo trimestre e de subir 20% no que vai do ano, a empresa de energia parece ainda mais atraente aos olhos da XP Investimentos.

A corretora está otimista com o futuro da Equatorial e elevou o preço-alvo das ações para R$ 39 por ação, equivalente a um potencial de alta de 21% em comparação com o último fechamento.

Os analistas ainda projetam uma taxa interna de retorno (TIR) real de 10,3% para EQTL3.

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ABERTURA DO IBOVESPA

Com a liquidez dos mercados mais reduzida com feriado prologado na China, o Ibovespa abre em queda de 0,22%, aos 116.565 pontos.

ADRS DE VALE E PETROBRAS

Os recibos de ações (ADRs) das companhias brasileiras Vale e Petrobras operam em alta na esteira do desempenho das commodities no pré-mercado em Nova York.

  • Petrobras (PBR): +0,07%, a US$ 15,00
  • Vale (VALE): +0,67%, a US$ 13,49.
MERCADO DE COMMODITIES

Mesmo com a liquidez mais enxuta pela ausência de negociações na China, o mercado de commodities inicia outubro em tom positivo.

Sem operações em Dalian, a bolsa de Cingapura passa a ser referência para o minério de ferro, que fechou em alta de 0,88%, com a tonelada a US$ 118,20.

O petróleo tipo Brent opera em alta de 0,62%, com o barril a US$ 92,75 na expectativa de novo relatório de produção e projeções da Organização dos Países Produtores de Petróleo e Aliados (Opep+) ao longo da semana.

BTG PACTUAL COMPRA 100% DA ÓRAMA POR R$ 500 MILHÕES

O BTG Pactual (BPAC11) acaba de enfileirar mais uma aquisição dentro da expansão da plataforma digital de investimentos. O banco anunciou nesta segunda-feira que vai pagar R$ 500 milhões para ficar com 100% da Órama DTVM.

O negócio envolve todas as atividades da Órama, com exceção do negócio de gestão de fundos, de acordo com o BTG.

Com aproximadamente R$ 18 bilhões sob custódia e 360 mil clientes, a Órama foi uma das primeiras a oferecer produtos de investimento fora dos grandes bancos, seguindo a trilha aberta pela XP.

A plataforma foi fundada por ex-sócios da Ágora, corretora vendida para o Bradesco em 2008. Além dos fundadores, a Órama tem como sócios a SulAmérica e a família Marinho, proprietária do Grupo Globo.

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MATHEUS SPIES: MERCADO EM 5 MINUTOS

COMEÇANDO O ÚLTIMO TRIMESTRE DE 2023 (SIM, JÁ ESTAMOS AQUI)

Para o bem do povo e felicidade geral da nação, o Congresso dos Estados Unidos aprovou no fim de semana uma proposta para estender o financiamento do governo americano por 45 dias, evitando um shutdown e retirando, ao menos temporariamente, um importante fator de incerteza do cenário imediato.

Embora os desafios ainda não estejam completamente resolvidos, os congressistas terão de alcançar um acordo mais definido nas próximas semanas. Pelo menos, o pior foi evitado por enquanto.

O dia se inicia com uma liquidez moderada no outro lado do globo, já que os mercados chinês e coreano estão fechados devido ao feriado da Golden Week.

Sem grandes movimentações, os mercados que permanecem abertos não apresentaram uma direção única.

O debate sobre as taxas de juros ganha força no cenário internacional nesta semana, com o foco voltado para os relatórios de emprego (payroll) que serão divulgados na sexta-feira.

A expectativa é de uma estabilização da atividade econômica nos EUA neste quarto trimestre, apontando para uma transição suave, um "soft landing".

Essa perspectiva, aliada a uma atividade não tão desfavorável na China, conforme indicam os dados de PMI deste final de semana, pode representar o cenário ideal para os ativos de risco que estão sendo buscados.

Os mercados europeus apresentam queda nesta manhã, em contraste com os futuros americanos.

Durante a semana, a OPEP+ terá uma reunião que pode influenciar o preço do petróleo, possivelmente levando-o de volta à faixa dos US$ 100 por barril.

A ver…

00:58 — Aquecendo os motores da agenda econômica

No Brasil, a semana será movimentada em Brasília, com votações cruciais para o Ministério da Fazenda. O cenário internacional e a incerteza fiscal diminuíram a possibilidade de um aumento no ritmo de flexibilização monetária em 2023.

No entanto, uma ação ágil no Congresso em relação à arrecadação pode revigorar um rali de final de ano impulsionado por uma queda consistente na taxa Selic, um fenômeno historicamente observado no final do ano.

Parece haver uma vontade tanto do governo quanto do Banco Central de colaborar de forma institucional nesses esforços.

Três projetos são fundamentais nesse contexto, com destaque para a tributação de fundos offshore e exclusivos, que pode ser levada ao plenário da Câmara entre terça e quarta-feira.

A taxação dos "super-ricos" e a eliminação dos juros sobre capital próprio (JCP) também estão sob foco, integrando um conjunto de ações cruciais para que o governo reduza o déficit ao máximo possível.

Além disso, há o projeto de lei do Marco das Garantias, que facilita o acesso ao crédito, e a votação do projeto de lei do Desenrola, que regula o programa de renegociação de dívidas.

01:41 — Um mês complicado, para dizer o mínimo…

Nos Estados Unidos, o desfecho de um mês (e trimestre) desafiador para as ações foi marcado por outra sessão mista.

Tanto o S&P 500 quanto o Nasdaq experimentaram suas maiores quedas percentuais mensais do ano, enquanto os principais índices registraram suas primeiras quedas trimestrais em 2023.

O Nasdaq encerrou setembro com uma baixa de 5,8%, ampliando a queda para 4,1% no terceiro trimestre. Este foi o pior desempenho mensal do índice de tecnologia desde dezembro.

Por sua vez, o Dow caiu 3,5% no mês e 2,6% durante o terceiro trimestre, interrompendo uma sequência de três trimestres consecutivos de ganhos.

Por fim, o S&P 500 teve uma queda de 4,9% neste mês e 3,6% no trimestre.

O principal catalisador desse clima negativo foi o aumento nos rendimentos da curva de juros. Contribuiu para esse movimento a ressurgência das tensões fiscais, com a possibilidade de outro shutdown iminente. Pelo menos a paralisação do governo dos EUA foi adiada.

Contudo, um efeito do adiamento do encerramento pode ser o desafio enfrentado pelo presidente da Câmara, Kevin McCarthy, que poderia ser substituído pela ala mais rígida do Partido Republicano.

Como sabemos, a questão do mês anterior era mais interna, envolvendo divisões dentro dos republicanos, do que um conflito entre republicanos e democratas.

Além disso, o novo projeto de lei de gastos não prevê financiamento adicional para a Ucrânia.

02:35 — Olhando para frente depois de um certo alívio

Ainda em solo americano, a última sexta-feira começou com um destaque positivo: a divulgação do índice de despesas de consumo pessoal.

O núcleo do PCE, que exclui os custos de alimentos e energia, aumentou 3,9% em agosto, em comparação com os 4,3% de julho.

Embora isso fosse uma boa notícia para o mercado, que já viu o S&P 500 subir cerca de 12% ao longo de 2023, houve uma falta de entusiasmo para comprar ações nas últimas semanas.

Isso é especialmente verdadeiro porque ainda existe a possibilidade de a economia continuar a enfraquecer, já que o impacto de juros mais altos geralmente é sentido com algum atraso.

O próximo teste para o mercado virá com uma série de dados econômicos ao longo desta semana.

Os investidores estarão principalmente focados nos números mais recentes sobre o mercado de trabalho dos EUA, pois isso tem implicações nos gastos dos consumidores e nas políticas do Federal Reserve.

Na terça-feira, teremos a Pesquisa de Vagas de Emprego e Rotatividade de Trabalho (relatório JOLTS), com uma expectativa de 8,8 milhões de vagas de emprego.

Em seguida, na sexta-feira, teremos o relatório de empregos de setembro (payroll). Espera-se um aumento de 155 mil empregos não agrícolas, em comparação com os 187 mil de agosto.

Se os números ficarem abaixo das expectativas, isso pode aliviar a pressão sobre a curva de juros.

03:29 — O que marcou setembro?

Chegamos ao fim do longo mês de setembro. Historicamente, setembro costuma ser desafiador para as ações nos Estados Unidos, e este ano não fugiu à regra.

O índice Nasdaq, por exemplo, teve uma queda de 5,8% durante o mês, marcando o segundo mês consecutivo de retração. O S&P 500 e o Dow Jones também tiveram quedas em setembro, mas o Nasdaq foi o mais impactado.

Grande parte desse movimento pode ser atribuída ao aumento dos rendimentos dos títulos do Tesouro a 10 anos, que alcançaram 4,6% ao longo do mês.

Isso reflete a expectativa de taxas de juros mais altas e prolongadas do Federal Reserve, o que fortalece o dólar e impacta negativamente as ações.

No entanto, trazendo boas perspectivas, iniciamos o mês de outubro, que historicamente é positivo para as ações.

Nos últimos 10 anos, tivemos ganhos no S&P 500 em sete deles durante outubro. Isso pode ser ainda mais verdadeiro se observarmos uma queda mais consistente nos rendimentos da curva de juros.

Vale observar que os investidores não mudaram muito suas expectativas para o pico das taxas do Fed, mas agora esperam menos cortes no futuro em comparação ao início do mês.

A curva de juros ainda permanece invertida, o que costuma ser um sinal de recessão. Contudo, se essa for uma transição suave ("soft landing"), as coisas devem se estabilizar, inclusive no Brasil.

04:23 — Algo como US$ 90 bilhões

A OpenAI está conversando com investidores sobre uma possível venda de ações que avaliaria a startup de inteligência artificial idealizadora do ChatGPT entre US$ 80 bilhões e US$ 90 bilhões, quase o triplo de seu nível no início deste ano, disseram pessoas familiarizadas com as conversas.

A startup, que é 49% detida pela Microsoft, disse aos investidores que espera atingir US$ 1 bilhão em receita este ano e gerar muitos bilhões a mais em 2024.

A OpenAI fatura principalmente cobrando de indivíduos pelo acesso a uma versão mais potente do ChatGPT e licenciamento dos modelos de linguagem por trás desse bot de inteligência artificial para as empresas.

Espera-se que o acordo permita que os funcionários vendam as suas ações, sem que a empresa tenha de emitir novas ações para levantar capital adicional.

Os representantes da OpenAI começaram a apresentar o acordo aos investidores, embora seja possível que os termos possam mudar.

Uma avaliação de US$ 80 bilhões ou acima disso tornaria a OpenAI uma das startups globais mais valorizadas, atrás da SpaceX, de Elon Musk, e da proprietária do TikTok, ByteDance.

SHOPPINGS FECHAM LOJAS EM AGOSTO

Os grandes shoppings talvez não sejam tão seguros quanto se imaginava — pelo menos no que se refere à permanência de algumas grandes redes em suas instalações.

A equipe de analistas do Bank of America (Bofa) notou uma evasão de varejistas das principais redes de shopping centers do País em agosto.

O mês teve o fechamento de 127 lojas, ofuscando as 82 inaugurações de julho.

Das varejistas que lideraram os fechamentos, a maior parte faz parte de companhias que lutam para reorganizar as contas em meio a altos endividamentos.

Leia mais.

ABERTURA DOS JUROS FUTUROS

Os juros futuros (DIs) abriram em linha de estabilidade, com a liquidez dos mercados mais enxuta sem negociações na China.

Os DIs operam em meio à alta do dólar no mercado à vista e alívio com o acordo temporário nos EUA. Os investidores também repercutem o Boletim Focus, que manteve as estimativas da semana anterior.

Confira a abertura dos DIs nesta segunda-feira (2):

CÓDIGONOME ABE FEC
DI1F24DI Jan/2412,26%12,26%
DI1F25DI Jan/2510,56%10,57%
DI1F26DI Jan/2610,29%10,31%
DI1F27DI Jan/2710,59%10,59%
DI1F28DI Jan/2810,93%10,93%
DI1F29DI Jan/2911,16%11,16%
ABERTURA DO DÓLAR

O dólar abre a R$ 5,0657, com alta de 0,77%, no mercado à vista.

ABERTURA DO IBOVESPA FUTURO

O Ibovespa futuro abre em queda de 0,22%, aos 116.990 pontos.

O índice acompanha o tom negativo dos futuros de Nova York, que realizam após acordo temporário para evitar a paralisação do governo norte-americano. A liquidez dos mercados deve seguir mais enxuta nesta segunda-feira (2) sem negociações nas bolsas chinesas.

PESQUISA FOCUS

A edição da pesquisa Focus divulgada hoje pelo Banco Central veio praticamente idêntica à da semana passada.

No que se refere à mediana das projeções para 2023, ela veio igualzinha.

Confira as estimativas dos economistas de mercado:

  • IPCA: 4,86%
  • PIB: +2,92%
  • Dólar: R$ 4,95
  • Taxa Selic: 11,75%
DESEMPREGO VOLTA À MÍNIMA HISTÓRICA NA ZONA DO EURO

A taxa de desemprego na zona do euro retornou à sua mínima histórica.

O indicador oscilou para baixo, caindo de 6,5% em julho para 6,4% em agosto.

Trata-se do nível mais baixo já registrado pela Eurostat.

FUTUROS DE NOVA YORK AMANHECEM EM ALTA

Os índices futuros das bolsas de valores de Nova York amanheceram no azul nesta segunda-feira.

O tom é positivo por causa do acordo que impediu a paralisação do governo dos Estados Unidos.

No sábado, um acordo de última hora proporcionou financiamento das atividades governamentais pelos próximos 45 dias.

No entanto, a alta dos juros das Treasuries inibe os ganhos.

Por hoje, os investidores aguardam a divulgação de dados de atividade econômica.

Veja como estavam os índices futuros de Nova York por volta das 7h40:

  • Dow Jones: +0,01%
  • S&P-500: +0,05%
  • Nasdaq: +0,17%
BOLSAS DA EUROPA CAEM DEPOIS DE TEREM ABERTO EM ALTA

As principais bolsas de valores da Europa até abriram em alta nesta segunda-feira, mas não mantiveram o movimento.

Os investidores começaram o dia ainda tomados pelo otimismo diante da percepção de que a desaceleração da inflação na zona do euro poderia levar o Banco Central Europeu a interromper a alta dos juros.

No entanto, dados regionais de atividade econômica e a alta dos juros projetados das Treasuries desataram a aversão ao risco.

Veja como estavam as principais bolsas europeias por volta das 7h30:

  • Londres: -0,40%
  • Frankfurt: -0,23%
  • Paris: -0,34%
BOLSAS DA ÁSIA FECHAM SEM DIREÇÃO ÚNICA

As principais bolsas de valores da Ásia fecharam sem direção única nesta segunda-feira. Pelo menos onde houve negócios.

Um feriado prolongado na China restringe consideravelmente a liquidez nos mercados financeiros da região. As bolsas de Xangai, Hong Kong e Seul permaneceram fechadas hoje.

A bolsa de Tóquio recuou 0,31%, afetada pelo desempenho das ações de tecnologia e energia.

Já a bolsa de Taiwan subiu 1,24%, repercutindo o retorno do PMI industrial da China à zona de expansão.

AGENDA DA SEMANA

A gangorra térmica que atingiu a cidade de São Paulo, sede da B3, chega aos mercados nesta semana. Isso porque a agenda econômica dos próximos dias promete um esquenta-esfria tão intenso quanto. 

Logo de cara, um banho de água fria: as bolsas da China permanecem fechadas ao longo da próxima semana devido ao feriado local.

Contraditoriamente, essa pausa deve drenar a liquidez dos mercados internacionais, o que pode trazer volatilidade aos índices. 

Além disso, há a expectativa com a chegada da sexta-feira (06), quando será divulgado o payroll, o relatório de empregos mais importante do mundo, nos Estados Unidos.

Confira aqui a agenda!

IBOVESPA VOLTOU AO AZUL EM SETEMBRO

O Ibovespa fechou setembro no azul, mas não depois de muita volatilidade.

O principal índice da B3 chegou à última sexta-feira precisando de uma alta de 0,01% para ficar no zero a zero.

Acabou subindo 0,72%. Isso fez com que a bolsa acumulasse alta de 0,48% na semana e de 0,71% em setembro.

Já o dólar subiu 1,53% no mês passado e entra em outubro na faixa de R$ 5,02.

Veja como foi o último pregão.

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