O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Ambos os candidatos ao governo de Rondônia são apoiadores do presidente Jair Bolsonaro; pesquisas apontam empate técnico entre eles
A disputa para governador de Rondônia (RO) foi, em linhas gerais, um embate entre dois apoiadores do presidente Jair Bolsonaro: de um lado, estava o Coronel Marcos Rocha (União Brasil), atual chefe do estado; do outro, aparecia Marcos Rogério (PL), o líder do governo no Senado.
E, em uma briga acirrada, o atual governador levou a melhor: com 100% das urnas apuradas, Rocha teve 52,47% dos votos válidos, garantindo a reeleição. O rival obteve 47,53% dos votos válidos.
Rogério, no entanto, não sai de todo derrotado: ele, agora, voltará ao Senado — e sabendo que possui chances bastante elevadas para uma eventual nova disputa pelo governo de Rondônia.
Marcos Rocha foi eleito em 2018 em meio à onda bolsonarista que provocou uma intensa troca nos governos regionais; ao se associar à figura do presidente, ele conseguiu se eleger já em sua primeira disputa por um cargo eletivo.
Nascido no Rio de Janeiro, Rocha é formado em administração, embora tenha seguido a carreira militar. Ocupou os cargos de secretário de Educação em Porto Velho e de secretário de Justiça do estado antes de se eleger governador — e, agora, conseguir a reeleição.
A campanha em Rondônia mostrou-se acirrada desde o primeiro turno: Rocha, candidato à reeleição, teve 38,8% dos votos válidos no primeiro turno, enquanto Rogério ficou logo atrás, com 37,1%. Pesquisas de intenção de voto no segundo turno apontavam para um empate técnico entre os dois postulantes ao governo.
Leia Também
Marcos Rogério, o candidato derrotado, é de Ji-Paraná, um dos principais centros rondonienses — ele foi vereador pela cidade, deputado federal e, por fim, Senador pelo estado. Ele tem 44 anos e ficou conhecido por ser um dos principais defensores do governo durante a CPI da Covid.
Até o momento, não há notícias de brasileiros entre as possíveis vítimas dos ataques dos EUA ao país vizinho
Em entrevista à agência Reuters, o senador falou em corte de gastos, privatizações e governo “enxuto”
Previdência e seguro‑desemprego têm redução, enquanto emendas somam R$ 61 bilhões em ano eleitoral; texto vai ao plenário e pode ser votado ainda nesta sexta-feira (19)
Ministro afirma que não será candidato, mas prevê saída do cargo até fevereiro para colaborar com a reeleição de Lula
Durante evento nesta quinta-feira (11), promovido pelo Itaú Asset Management, Thomas Wu e Felipe Seligman dizem que o petista é o favorito, mas enfrenta alta rejeição e dilemas econômicos e geopolíticos que podem redefinir o futuro do Brasil
A ministra do Planejamento e Orçamento defendeu em evento da Febraban que o governo quer cortar “gastos ruins”, mas sofre com a resistência de grandes setores
STF tem maioria contra revisão da vida toda, do INSS; impacto da medida alivia até R$ 480 bilhões para as contas públicas
Segundo Moraes, convocação de apoiadores “disfarçada de vigília” indica a repetição do modus operandi da organização criminosa no sentido da utilização de manifestações populares criminosas, com o objetivo de conseguir vantagens pessoais
Ao decretar a prisão de Bolsonaro, Alexandre de Moraes argumentou que “foram adotadas todas a medidas possíveis para a manutenção da prisão domiciliar” do ex-presidente
Documento de identidade e caneta esferográfica preta são itens obrigatórios, e há itens de vestuário que são proibidos
Ex-ministro da Economia acredita que o mundo vive um novo momento de desordem em que os conservadores estão à frente das mudanças
Em visita à Indonésia, Lula confirmou que pretende disputar um quarto mandato; pesquisas mostram o petista na liderança das intenções de voto
Levantamento feito pelo Datafolha pressiona governo por definição clara antes da COP30, enquanto Petrobras aguarda liberação do Ibama
Com a decisão, Barroso encerrará um ciclo de 12 anos no STF
Levantamento Genial/Quaest indica resistência à nova candidatura do presidente, enquanto eleitorado bolsonarista se divide sobre o futuro político do ex-presidente
Deputados retiraram a votação do texto da pauta e, com isso, a medida provisória perde a validade nesta quarta-feira (8)
Aprovação sobe a 48%, impulsionada por percepção positiva da postura do governo diante de tarifas impostas por Trump
Medida provisória 1.303/25 é aprovada por comissão mista do Congresso e agora segue para ser votada nos plenários da Câmara e do Senado
Telefonema de 30 minutos nesta segunda-feira (6) é o primeiro contato direto entre os líderes depois do tarifaço e aumenta expectativa sobre negociações
Alexandre Pires, professor de relações internacionais e economia do Ibmec, analisa os efeitos políticos e econômicos de um possível encontro entre os dois presidentes