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RESUMO DO DIA: O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cresceu dois pontos porcentuais na penúltima rodada da pesquisa Genial/Quaest antes do primeiro turno das eleições. Com isso, ele foi a 46% das intenções de voto e abriu 13 pontos de vantagem sobre Jair Bolsonaro (PL). Confira os números a seguir.
O momento de os brasileiros exercerem um dos mais importantes atos de cidadania se aproxima. É por meio do voto, neste domingo (2), que os cidadãos elegerão parlamentares e mandatários que vão implementar políticas públicas com reflexo para o futuro do país.
Nesta reta final, é importante ficar atento a alguns dos prazos previstos no calendário eleitoral aprovado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Desde ontem (27), nenhum eleitor pode ser preso ou detido “salvo flagrante delito ou em virtude de sentença criminal condenatória por crime inafiançável, ou por desrespeito a salvo-conduto”, conforme previsto pelo Código Eleitoral.
Amanhã (29), três dias antes do primeiro turno, será o último dia para a realização de comícios, debate no rádio e na televisão e da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na TV.
O TSE informa, no entanto, no caso dos comícios de encerramento de campanha agendados para quinta-feira, o evento poderá ser prorrogado por mais duas horas, até as 2h da madrugada de sexta-feira (30).
Nesta quinta-feira também termina o prazo para os tribunais regionais eleitorais divulgarem, na internet, os pontos de transmissão de dados que funcionarão em locais distintos do local de funcionamento da junta eleitoral.
No sábado (1º), véspera da eleição, chega ao fim o período de propaganda eleitoral do primeiro turno. A medida vale tanto para o uso de alto-falantes e carros de som como para distribuição de panfleto, caminhada, carreata ou passeata.
No mesmo dia, serão definidas as seções eleitorais que serão submetidas a auditorias da votação eletrônica.
No dia 2 de outubro, a votação acontece de 8h até 17h, no horário de Brasília.
Diferentemente do que ocorreu em eleições passadas, neste pleito o horário de votação será uniformizado em todo o país, ou seja: as regiões em que há fuso horário vão seguir o horário de Brasília. (Agência Brasil)
Porto Alegre não terá passe livre no transporte público em um dia de eleição pela primeira vez desde 1995. O benefício caiu após uma mudança na lei de gratuidade aprovada em dezembro, mas ganhou repercussão com a proximidade do dia de votação, domingo (2).
A medida vem sendo criticada por partidos de esquerda, sob o argumento de que pode aumentar o índice de abstenção, principalmente entre os eleitores mais pobres.
A nova lei prevê a redução no número de datas de passe livre de 12 dias para 2 dias no ano, sendo um dia 2 de fevereiro, dia de Nossa Senhora dos Navegantes (padroeira de Porto Alegre), e outro em dias de campanhas de vacinação.
O prefeito Sebastião Melo (MDB) disse que não haverá isenção no dia de votação obrigatória.
R$ 6,65 seria o valor da passagem em Porto Alegre se a prefeitura não tivesse adotado um conjunto de medidas para reduzir custos sobre a tarifa. Além das mudanças na legislação, o município está aportando R$ 100 milhões neste ano para sustentar o valor de R$ 4,80 ao cidadão.
— Sebastião Melo (@SebastiaoMelo) September 28, 2022
Uma passagem de ida e volta até o local de votação custa R$ 9,60, enquanto que a multa para quem não for votar é de R$ 1,05 a R$ 3,51.
Um abaixo assinado foi criado para que haja alguma interferência e a cobrança do ônibus seja revogada. Até o final da tarde desta quarta-feira, mais 11 mil pessoas já haviam assinado. O objetivo é chegar a 20 mil assinaturas.
O PL, partido do presidente Jair Bolsonaro, divulgou nesta quarta-feira (28) um documento em que aponta, sem nenhum tipo de evidência, que as urnas eletrônicas podem ser fraudadas por servidores do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A tentativa de colocar em dúvida a legitimidade da Justiça Eleitoral acontece a quatro dias do primeiro turno das eleições.
De acordo com as pesquisas de intenção de voto, Bolsonaro está atrás do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que tem chance de ganhar a disputa já no próximo domingo (2).
No documento intitulado “Resultados da Auditoria de Conformidade do PL no TSE”, o partido repete acusações que são constantemente feitas por Bolsonaro, mas que contrastam com sinalizações feitas pelo presidente do próprio PL, Valdemar Costa Neto.
O dirigente partidário disse nesta quarta que a sala onde os votos da eleição são totalizados no TSE “não é mais secreta”.
A fala contraria o discurso de Bolsonaro, que já disse diversas vezes, sem provas. que ninguém pode ter acesso à área do TSE onde os votos são somados antes da divulgação. (Estadão Conteúdo)
Os presidenciáveis aproveitam as horas que restam até a noite desta quinta-feira (29) para se prepararem para o último debate da campanha antes do primeiro turno, a ser realizado pela TV Globo, amanhã, logo após a exibição da novela Pantanal.
O evento é considerado importante por ocorrer tão próximo do pleito, quando parte dos eleitores indecisos finalmente definem o voto.
Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Ciro Gomes (PDT), Soraya Thronicke (União Brasil), Felipe d’Avila (Novo) e Padre Kelmon (PTB) reservaram toda a agenda desta quarta-feira (28) para “treinar” possíveis perguntas e respostas e avaliar cenários com suas equipes de comunicação para o evento.
Confira todos os detalhes do debate da TV Globo.
Pelo menos oito estados anunciaram que vão restringir a venda de bebidas alcoólicas no dia das eleições para evitar perturbações durante a votação.
Nestes estados, a Lei Seca vai valer para o próximo domingo (2), primeiro turno do pleito, e em 30 de outubro, no caso de um segundo turno.
Até o momento, Acre, Amazonas, Roraima, Rio Grande do Norte, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Paraná e Tocantins já anunciaram a proibição.
As demais unidades da federação ainda avaliam a possibilidade de adoção da Lei Seca.
No Amazonas, a proibição começará a partir de domingo (2) e permanecerá até às 18h do mesmo dia.
Em Roraima, a Lei Seca valerá das 23h de sábado (1º) até às 19h de domingo.
No Mato Grosso do Sul, fica proibida a venda de bebidas em bares, restaurantes, lojas de conveniência, hotéis e lanchonetes. A restrição será aplicada entre as 3h e 16h de domingo.
Os estados informaram que vão fiscalizar o descumprimento da Lei Seca.
Quem não respeitar a proibição poderá ser preso em flagrante por desobediência e descumprimento de ordens da Justiça Eleitoral. (Agência Brasil)
As principais zonas eleitorais do Distrito Federal contarão com uma ferramenta inédita de fiscalização nessas eleições. Pela primeira vez, drones da Polícia Federal circularão os céus da capital durante o domingo (02), ajudando o Tribunal Regional Eleitoral do DF no combate a crimes como boca de urna e transporte ilegal de eleitores.
O chefe de Repressão e Combate ao Crime Organizado da PF, Gustavo Buquer, disse que os drones começarão a operar no sábado (1º), de forma a evitar, já em um primeiro momento, essas práticas criminosas.
Segundo ele, a quantidade de drones será suficiente para cobrir todo o DF, bem como a região no entorno da capital, auxiliando eventuais ações policiais em terra.
De acordo com a PF, o equipamento tem capacidade de voar em “elevada altitude”, sem ser percebido. Os drones têm câmeras “capazes de realizar zoom suficiente para identificar suspeitos, placas de veículos, entrega de santinhos e situações de compra de votos, com imagens de alta nitidez”. (Agência Brasil)
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes suspendeu uma ação cautelar fiscal que tramita na Justiça Federal de São Paulo na qual a Procuradoria da Fazenda Nacional cobra do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do Instituto que leva o nome do petista créditos tributários de R$ 15.329.636,80 — valor que, atualizado, chega a R$ 18 milhões.
A decisão atinge ainda procedimentos da Receita que “derivem do compartilhamento das provas ilícitas produzidas na 13ª Vara Federal de Curitiba” — o juízo da extinta Operação Lava Jato — e tem validade até o julgamento de recurso impetrado pelo petista na Corte máxima.
No despacho, Gilmar Mendes viu “indicativos” de que elementos de prova invalidados pelo Supremo foram utilizados pelo Fisco e pela Procuradoria da Fazenda Nacional para subsidiar a instauração de procedimento fiscais em desfavor de Lula.
Além disso, o ministro viu “indícios claros de que agentes públicos estão se valendo de expediente flagrantemente ilegal, com claro prejuízo ao patrimônio jurídico” de Lula e “evidente repercussão no processo eleitoral”.
Gilmar ponderou é “público e notório”, que a Segunda Turma da Corte máxima declarou a suspeição do ex-juiz Sérgio Moro para conduzir ações penais contra Lula, anulando todos os atos decisórios, inclusive na fase investigatória — ou seja, fazendo com que as apurações voltassem à estaca zero.
Dessa maneira, as provas obtidas no bojo de tais apurações não podem ser usadas em outros procedimentos.
Assim, a avaliação de Gilmar foi a de que o caso exigia “imediata correção de rumos, por meio de intervenção direta do Supremo Tribunal Federal para preservação da autoridade de suas decisões”. (Estadão Conteúdo)
O presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, disse nesta quarta-feira (28), que a sala onde os votos da eleição são totalizados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) “não é mais secreta”.
“Agora é aberta”, afirmou.
A declaração do dirigente partidário contraria o discurso do presidente Jair Bolsonaro (PL), que costuma atacar a Corte Eleitoral e as urnas eletrônicas, alegando que ninguém pode ter acesso à área do TSE onde os votos são somados antes da divulgação.
Bolsonaro chama o espaço em que é feito o controle dos sistemas de totalização dos votos de “sala secreta” e acusa, sem provas, os ministros do TSE de não serem transparentes sobre os procedimentos realizados no local, o que, segundo ele, permitiria a manipulação dos resultados da eleição.
Diferentemente do que acusa o presidente, o espaço é uma sala envidraçada onde trabalham servidores públicos do TSE que monitoram os sistemas de totalização dos votos e checam se todos os procedimentos estão sendo executados corretamente.
A sala sequer pode ser considerada como um espaço de contagem dos votos, pois não há interação humana no processo. O resultado das eleições é gerado automaticamente a partir do envio das informações pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). (Estadão Conteúdo)
Estamos a menos de uma semana do primeiro turno das eleições e a previsão para os próximos dias é de uma tempestade.
Será uma verdadeira inundação dos números das pesquisas de intenção de voto com o objetivo de apurar com a máxima precisão possível o resultado da eleição presidencial.
Entre hoje e sábado, Datafolha, Ipec (ex-Ibope) e outros institutos contratados por veículos de comunicação e instituições financeiras devem apresentar a fotografia do que as urnas devem revelar no domingo.
Você pode conferir as datas e os últimos resultados de cada uma nesta reportagem.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) também ampliou sua vantagem sobre Jair Bolsonaro (PL) em relação às intenções de voto para o segundo turno na nova rodada da pesquisa Quaest encomendada pela Genial Investimentos.
Na rodada anterior, Lula tinha 50% das intenções de voto em segundo turno, contra 40% de Bolsonaro.
Agora o candidato do PT aparece com 52%, ante 38% das intenções de voto em Bolsonaro.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva descarta a busca por um novo mandato caso vença as eleições deste ano.
Diante de intelectuais ligados ao PSDB e ao lado de Geraldo Alckmin (PSB), Lula declarou: “politicamente não é prudente dizer, mas todo mundo sabe que eu tenho quatro anos para fazer isso. Todo mundo sabe que não é possível um cidadão com 81 anos querer reeleição. Todo mundo sabe”, disse Lula.
“A natureza é implacável”, afirmou.
Aos 76 anos, o petista já havia sugerido em outras ocasiões que abrirá mão de concorrer à reeleição caso seja eleito presidente neste ano.
A declaração aconteceu durante reunião com economistas e intelectuais que declararam apoio a sua candidatura, embora tenham assumido posição política divergente em outros momentos da história.
Lula também afirmou que o “bolsonarismo continuará existindo” e é preciso derrotá-lo “de forma sadia” e “no debate político”.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) pregou contra o voto útil, estratégia adotada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para tentar vencer a disputa no primeiro turno.
Numa tentativa de mobilizar sua militância a cinco dias do primeiro turno, o candidato à reeleição também pediu, durante transmissão ao vivo nas redes sociais na noite de ontem, que os eleitores compareçam no dia da votação e evitem anular ou votar em branco.
“É um direito votar em qualquer candidato e ponto final. Nem vou falar em voto útil aqui. Eu acho que o primeiro turno existe para, exatamente, você votar naquela pessoa que você acha que deve votar. E, no segundo turno, você tem que ter uma opção, e sempre tem o melhor ou o menos ruim”, declarou Bolsonaro.
“E eu peço a você: não anule seu voto, não se abstenha, não vote em branco, vote em alguém”, emendou.
Enquanto apoiadores de Lula buscam o voto útil, principalmente de eleitores de Ciro Gomes (PDT), a aparente intenção de Bolsonaro é aumentar o universo de votos válidos e evitar uma possível vitória do petista em primeiro turno.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva elogiou na noite de ontem o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.
Numa entrevista concedida ao SBT, o candidato do PT à Presidência da República qualificou Campos Neto como um “economista competente” e uma “pessoa razoável para conversar”.
Lula disse ainda que não vê problemas na autonomia do Banco Central.
Sugeriu ainda que a autoridade monetária inclua em seu mandato metas claras de crescimento e de emprego, e não só de inflação.
O mandato de Campos Neto à frente do BC expira em 2024.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cresceu dois pontos porcentuais na penúltima rodada da pesquisa Genial/Quaest antes do primeiro turno das eleições.
Já o presidente Jair Bolsonaro oscilou negativamente, caindo de 34% para 33%.
Com isso, Lula foi a 46% das intenções de voto e abriu 13 pontos de vantagem sobre Bolsonaro na disputa pela Presidência da República.
No que se refere aos votos válidos, Lula atingiu 50,5% e flerta com a possibilidade de vencer em primeiro turno.
Ciro Gomes (PDT) também oscilou negativamente, de 7% para 6%. Simone Tebet (MDB) manteve-se com 5% das intenções de voto.
Soraya Thronicke (União Brasil) marcou 1%. Os demais candidatos não pontuaram.
A pesquisa Quaest, encomendada pela Genial Investimentos, mostra ainda que 5% pretendem votar em branco ou anular o voto.
Ao mesmo tempo, 4% dos eleitores ainda não decidiram em quem votar para presidente.
A margem de erro da pesquisa é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.
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