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RESUMO DO DIA: Levantamento divulgado nesta segunda-feira (24) pelo Ipec (ex-Ibope) mostra uma distância de oito pontos entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL). Confira os números publicados na nota de 18j15. Mais cedo, o Atlas — um dos institutos que mais se aproximou do que se viu nas urnas no primeiro turno — também mostra o petista liderando a corrida ao Palácio do Planalto. A sondagem do Atlas não pegou o efeito da prisão do ex-deputado Roberto Jerfferson no domingo (23). Confira os números na nota de 16h16.
O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta segunda-feira (24) suspender a decisão que determinou o afastamento do governador de Alagoas, Paulo Dantas, até 31 de dezembro. As decisões foram proferidas pelos ministros Gilmar Mendes e Luís Roberto Barroso.
No início deste mês, a Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve a decisão individual da ministra Laurita Vaz que afastou o governador.
Na terça-feira (11), Dantas foi um dos alvos da Operação Edema, deflagrada pela Polícia Federal (PF) para apurar supostos desvios de recursos públicos no estado, que teriam iniciado em 2019, quando o governador era deputado estadual.
Foram feitas buscas e apreensões, e também determinado o bloqueio de aproximadamente R$ 54 milhões em bens e valores na forma ressarcimento, além do afastamento do cargo.
De acordo com a investigação, o caso envolve supostos desvios de recursos da Assembleia Legislativa de Alagoas por meio de funcionários fantasmas.
Em uma das decisões, o ministro Gilmar Mendes entendeu que o afastamento não poderia ter sido autorizado porque a legislação proíbe medidas cautelares contra candidatos a cargos majoritários. Barroso argumentou que há dúvidas sobre a competência do STJ para decidir sobre a questão por se tratar de fatos que teriam ocorrido na assembleia.
Após a operação, Paulo Dantas considerou a operação como “uma encenação de uma ala da PF” para prejudicar sua candidatura.
A decisão do STJ não impediu a campanha de Dantas ao governo do estado. No segundo turno, o governador disputará o Executivo local com o candidato Rodrigo Cunha (União). (Agência Brasil)
A Prefeitura de São Paulo confirmou nesta segunda-feira (24) a liberação do passe livre no transporte público para o segundo turno das eleições, neste domingo (30) e se junta a outras capitais, onde cidadãos não precisarão pagar para utilizar o transporte público.
O transporte público gratuito nos ônibus municipais será das 6 horas até 20 horas. Além da gratuidade, a prefeitura também irá adicionar reforço de 2 mil ônibus, como durante o primeiro turno das eleições.
A decisão ocorre após a vereadora e deputada federal eleita Erika Hilton (PSOL) mover ação contra a prefeitura pedindo a gratuidade.
O Ministério Público também havia emitido parecer favorável à ação para que a Prefeitura disponibilizasse a gratuidade do transporte municipal no 2º turno.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL) têm pouca margem para convencer os eleitores que ainda não estão convictos do voto no segundo turno.
Pesquisa Ipec (ex-Ibope) divulgada nesta segunda-feira (24) mostra que 93% tem certeza do voto que darão em 30 de outubro, enquanto 7% afirmam que ainda podem mudar de opção.
Tanto entre os eleitores de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) quanto entre os de Bolsonaro, 93% dizem que a decisão é definitiva. No caso do petista, 7% do eleitorado ainda pode mudar de voto. Em relação a Bolsonaro, são 6%.
O Ipec ouviu 3.008 pessoas em 183 municípios entre sábado (22) e segunda-feira (24). A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%.
Pesquisa Ipec (ex-Ibope) aponta que 40% dos entrevistados consideram o governo do presidente Jair Bolsonaro (PL) como ruim ou péssimo, enquanto 36% avaliam como ótimo ou bom e 24% como regular. O grupo dos que não sabem responder soma 2%.
Em relação ao levantamento anterior, divulgado em 17 de outubro, a avaliação positiva oscilou um ponto porcentual para baixo, enquanto as avaliações negativas e regulares oscilaram um ponto para cima — todas as três dentro da margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
O Ipec também aponta que 51% dos brasileiros, mais da metade do eleitorado, desaprovam a maneira como o presidente Bolsonaro está governando o país. Os que aprovam são 43%. Outros 6% não responderam ou não souberam responder.
O Ipec ouviu 3.008 pessoas em 183 municípios entre sábado (22) e segunda-feira (24). A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%.
A nova pesquisa Ipec (ex-Ibope) divulgada nesta segunda-feira (24) é um copia e cola do último levantamento, de 17 de outubro: o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 50% das intenções de voto contra 43% do presidente Jair Bolsonaro (PL), que tenta a reeleição.
Considerando os votos válidos — ou seja, tirando da conta os brancos, nulos e indecisos — o petista aparece com 54% contra 46% do atual chefe do Executivo.
Este é o quarto levantamento do Ipec após o primeiro turno das eleições. Foram entrevistadas 3.008 pessoas em 183 municípios entre sábado (22) e segunda-feira (24), um dia depois da prisão do ex-deputado Roberto Jefferson.
A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%.
Pesquisa Atlas divulgada nesta segunda-feira (24) mostrou que 49,4% dos eleitores têm uma visão negativa sobre o governo de Jair Bolsonaro (PL), que tenta a reeleição.
Os que consideram o governo como ótimo ou bom somam 33%. Os que consideram a gestão regular são 16,8%. Não sabem, 0,8%.
No primeiro turno, em meio à polêmica do que as pesquisas apontavam o que aconteceu realmente nas urnas, o Atlas foi instituto que mais se aproximou da realidade: Lula teve 48,4% dos votos, enquanto Bolsonaro recebeu 43,2%.
A Atlas ouviu 4.500 pessoas em 1.404 municípios entre os dias 18 e 22 de outubro. A margem de erro é de 1 ponto percentual para mais ou para menos. O nível de confiança da pesquisa é de 95%.
Mais da metade dos brasileiros desaprova o desempenho do presidente Jair Bolsonaro (PL), segundo pesquisa Atlas divulgada nesta segunda-feira (24).
De acordo com o levantamento, 53,3% dos entrevistados desaprovam o desempenho do atual chefe do Executivo, enquanto 44,7% aprovam. Não sabem somam 2%
Na pesquisa anterior, o índice de desaprovação de Bolsonaro estava nos mesmos 53,3%, enquanto 44,2% aprovavam o presidente. Não sabem também eram 2%.
No primeiro turno, em meio à polêmica do que as pesquisas apontavam o que aconteceu realmente nas urnas, o Atlas foi instituto que mais se aproximou da realidade: Lula teve 48,4% dos votos, enquanto Bolsonaro recebeu 43,2%.
A Atlas ouviu 4.500 pessoas em 1.404 municípios entre os dias 18 e 22 de outubro. A margem de erro é de 1 ponto percentual para mais ou para menos. O nível de confiança da pesquisa é de 95%.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se livrou de estar tecnicamente empatado com o presidente Jair Bolsonaro (PL) — pelo menos na pesquisa Atlas divulgada nesta segunda-feira (24). O levantamento não pegou o efeito da prisão do ex-deputado Roberto Jerfferson.
De acordo com a sondagem, o petista tem 52% das intenções de voto contra 46,2% do atual chefe do Executivo. Brancos, nulos e não sabem são 1,8%.
Considerando os votos válidos — ou seja, tirando da conta os brancos, nulos e indecisos — Lula aparece com 53% e Bolsonaro com 47%.

No primeiro turno, em meio à polêmica do que as pesquisas apontavam o que aconteceu realmente nas urnas, o Atlas foi instituto que mais se aproximou da realidade: Lula teve 48,4% dos votos, enquanto Bolsonaro recebeu 43,2%.
A Atlas ouviu 4.500 pessoas em 1.404 municípios entre os dias 18 e 22 de outubro. A margem de erro é de 1 ponto percentual para mais ou para menos. O nível de confiança da pesquisa é de 95%.
A Eurasia Group diminuiu a probabilidade de vitória do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições brasileiras, de 65% para 60%. A consultoria destaca a redução da vantagem do petista nas pesquisas e o melhor desempenho da campanha do presidente Jair Bolsonaro (PL) como vetores da revisão.
O agregador de pesquisas da Eurasia mostra uma diminuição da vantagem média de Lula sobre Bolsonaro, de 4,2 pontos duas semanas atrás para 3,5 pontos na semana passada.
Ao mesmo tempo, a taxa de aprovação ao governo Bolsonaro está, em média, próxima a 44% agora, de um nível em torno de 40% ao longo do primeiro turno.
Para a consultoria, esse quadro é resultado de uma melhora da economia doméstica, mas também de uma campanha mais eficiente de Bolsonaro, que conseguiu atacar as fraquezas de Lula em temas de corrupção e segurança.
A campanha do petista, em contrapartida, está gastando a maior parte do tempo se defendendo de ataques, notam.
“A decisão da Eurasia de reduzir as chances de Lula para 60% é, portanto, derivada da combinação de taxas de aprovação mais alta, algum aperto na corrida e uma campanha mais efetiva, que capitaliza no sentimento de melhora”, diz a consultoria, em relatório. (Estadão Conteúdo)
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva vinha sendo cobrado a apresentar com mais clareza seu plano para a economia brasileira caso vença as eleições de domingo.
Hoje, coube ao ex-governador paulista Geraldo Alckmin, vice na chapa de Lula, detalhar aquela que deve ser a política econômica de Lula a partir de 2023 se ganhar.
De acordo com Alckmin, os principais aspectos da proposta econômica envolvem um novo tripé pautado em “credibilidade, estabilidade e previsibilidade”.
Caso vença, Lula buscará a implementação de um imposto sobre valor agregado (IVA) em substituição a cinco tributos atualmente em vigor.
Ainda segundo o vice, a agenda terá foco na competitividade. Além disso, a responsabilidade fiscal é “inegociável”.
Os detalhes da proposta econômica de Lula foram publicados por Alckmin em um fio no Twitter. Confira!
O?da proposta econômica de @LulaOficial:
.@LulaOficial apresentou o programa econômico de forma muito clara. Vou contar aqui o que nós vamos fazer para o Brasil voltar ao caminho do crescimento e da prosperidade. O primeiro ponto é responsabilidade fiscal, que é inegociável.
— Geraldo Alckmin ?? (@geraldoalckmin) October 24, 2022
A ex-deputada federal Cristiane Brasil, filha de Roberto Jefferson, defendeu nesta segunda-feira (24) o comportamento do presidente Jair Bolsonaro em relação a seu próprio pai — o ex-deputado foi preso após atacar com tiros de fuzil e granadas agentes da Polícia Federal que cumpriam um mandado de prisão contra ele no domingo (23).
Bolsonaro tentou se distanciar de Jefferson, negando ser amigo do ex-deputado e dizendo que o tratamento dispensado a quem atira em policial é o de “bandido”.
“É justificável que ele tenha essa reação faltando uma semana para a eleição. O mais importante é ele seguir com a cabeça focada em vencer o Lula e as forças comunistas do PT”, afirmou Cristiane Brasil.
A ex-deputada deve ser investigada por ter usado sua conta no Twitter para divulgar o vídeo em que o pai insulta a ministra do STF, Cármen Lúcia. Ela diz que os advogados da família ainda devem decidir o que fazer em relação à prisão do pai.
A corrida pelo Palácio do Planalto entra em sua última semana e os institutos de pesquisa seguem em campo para as últimas rodadas de suas pesquisas de intenção de voto.
Os levantamentos mais recentes mostram estreita vantagem do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre o presidente Jair Bolsonaro (PL).
Confira o calendário de pesquisas esperadas para os próximos dias.
Confira a agenda dos candidatos qualificados para a disputa do segundo turno da eleição deste ano à Presidência da República nesta segunda-feira, 24 de outubro.
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