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RESUMO DO DIA: O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avançou dois pontos em relação ao levantamento do dia 15 de setembro, enquanto o presidente Jair Bolsonaro (PL) permaneceu estagnado. Confira os novos números da pesquisa divulgados nesta quinta-feira (22).
A insistência do presidente Jair Bolsonaro (PL) em reativar o antipetismo não surtiu efeito, segundo a pesquisa do Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22).
O levantamento mostra que 52% dizem não votar de jeito nenhum em Bolsonaro — patamar próximo ao da semana passada, quando 53% afirmavam ter essa posição. Da mesma forma, a rejeição ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) seguiu estável, passando de 38% para 39%.
A campanha bolsonarista vem agindo para amenizar a imagem do candidato à reeleição e degradar a do adversário, que lidera das pesquisas de intenção de voto.
O Datafolha ouviu 6.754 pessoas em 343 cidades entre terça-feira (20) e quinta-feira (22). A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
A pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22) mostrou que em um eventual segundo turno, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 54% dos votos, enquanto o presidente Jair Bolsonaro (PL) aparece com 38%.
Esse é um cenário de estabilidade ante a mesma simulação feita há semana, quando os rivais tinham os mesmos percentuais.
Outros 7% dizem que votariam em branco e 2% não opinaram.
O Datafolha ouviu 6.754 pessoas em 343 cidades entre terça-feira (20) e quinta-feira (22). A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
A pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22) trouxe uma boa notícia para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT): com o avanço de dois pontos e considerando a margem de erro, ele voltou à casa dos 50% de votos válidos, limiar para uma vitória no primeiro turno.
Esse critério, adotado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para a contagem da eleição, exclui os brancos e nulos: quem tiver 50% mais um voto está eleito diretamente. Semana passada, estava em 48%.
O petista vem redobrando os esforços para evitar alta abstenção e buscar voto útil dos eleitores dos terceiros colocados, Ciro Gomes (PDT) e Simone Tebet (MDB), enquanto o presidente Jair Bolsonaro (PL) investe contra a imagem de Lula para levar a disputa final para o dia 30 de outubro.
Confira os percentuais da nova pesquisa Datafolha para o primeiro turno:
O Datafolha ouviu 6.754 pessoas em 343 cidades entre terça-feira (20) e quinta-feira (22). A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22) mostrou que a distância entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a aumentar.
O levantamento mostrou que Lula tem 47% das intenções de voto contra 33% de Bolsonaro.
Na sondagem anterior, o petista tinha 45%, enquanto Bolsonaro vinha em segundo lugar, com os mesmos 33%.
O resultado mostra a retomada de uma tendência que já vinha sendo registrada pelas primeiras pesquisas. Confira a distância entre Lula e Bolsonaro:
Os demais candidatos
A disputa ao Planalto está polarizada entre Lula e Bolsonaro. Entre os candidatos do chamado segundo pelotão, Ciro Gomes (PDT) aparece em terceiro lugar com 7% dos votos.
Na pesquisa anterior, o pedetista somava 8% das intenções de voto. Simone Tebet (MDB) manteve os 5%.
Considerando a margem de erro de dois pontos para mais ou para menos, Ciro e Tebet estão continuam tecnicamente empatados.
Na lanterninha, Soraya Thronicke (União Brasil) oscilou de 2% para 1% para. Felipe D’Ávila (Novo), Sofia Manzano (PCB), Vera Lúcia (PSTU), Leo Péricles (UP), Constituinte Eymael (DC) e Padre Kelman (PTB) não pontuaram.
O Datafolha ouviu 6.754 pessoas em 343 cidades entre terça-feira (20) e quinta-feira (22). A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Fernando Haddad (PT) não lidera apenas as intenções de voto para o governo de São Paulo. O petista também é o primeiro quando o assunto é o índice de rejeição dos eleitores.
Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22) mostra que a rejeição de Haddad tem uma trajetória crescente, ressaltando a dificuldade que pode enfrentar em um eventual segundo turno contra Tarcísio de Freitas (Republicanos) ou Rodrigo Garcia (PSDB).
Segundo o levantamento, 39% declararam que não votariam no petista de jeito nenhum. Em 15 de setembro, eram 35%.
Tarcísio d Freitas é o segundo nessa lista, também com um histórico que indica aumento da rejeição, embora desta vez o índice tenha se mantido em 27%. Rodrigo tem 18% de rejeição —antes, eram 17%.
Haddad e Tarcísio são, respectivamente, os candidatos de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL) em São Paulo.
Confira o índice de rejeição dos demais candidatos ao governo de São Paulo:
Ainda segundo a pesquisa, 3% rejeitam todos os candidatos e 12% não sabem.
O Datafolha ouviu 2.000 pessoas em 86 cidades do estado, de terça-feira (20) a quinta-feira (22). A margem de erro é de dois pontos, para mais ou para menos.
As despesas de campanha bancadas com recursos públicos incluem pagamentos de até R$ 80 mil a cabos eleitorais e contratos milionários com empresas de paisagismo, transporte escolar e festas, sob o pretexto de locar mão de obra para colagem de adesivos, distribuição de panfletos e agitação de bandeiras de candidatos nas ruas.
Apoiada pela primeira-dama Michelle Bolsonaro na disputa ao Senado, a ex-ministra da Mulher Damares Alves (Republicanos) contratou o servidor público aposentado Herbert Felix, por R$ 44 mil, como “coordenador de campanha” no Distrito Federal.
O período de trabalho acertado foi de 45 dias. Ao todo, Damares já gastou R$ 535,5 mil com cabos eleitorais.
Na Bahia, o candidato a deputado federal Eric Pereira (Podemos) recrutou Alane Ramos para ser sua “coordenadora de campanha”, por R$ 80 mil – R$ 50 mil já foram pagos.
Até o ano passado, ela era beneficiária do auxílio emergencial de R$ 600 para quem ficou sem renda na pandemia de covid-19. Ao Estadão, Alane não soube dizer qual sua função na campanha. O candidato também não explicou o que ela faz. Disse apenas que o pagamento não é “ilegal”.
As cifras pagas com dinheiro público estão acima da média do mercado. Um deputado federal e um senador ganham, cada um, R$ 33,7 mil por mês.
Os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram que os valores pagos a cabos eleitorais de rua costumam variar de R$ 600 e R$ 2,5 mil. Já coordenadores de campanha ganham, em média, R$ 5,6 mil.
Até o momento, os gastos gerais com cabos eleitorais e demais colaboradores consumiram R$ 151,6 milhões.
A maior parte desse dinheiro é coberta pelos R$ 5 bilhões do fundo eleitoral, que ficou conhecido como “fundão” e é o principal mecanismo de financiamento das campanhas, abastecido por dinheiro público. (Estadão Conteúdo)
Após o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso divulgar nota nesta quinta-feira (22), defendendo o voto “pró-democracia”, o PSDB se posicionou nas redes sociais reafirmando apoio à candidatura da senadora Simone Tebet (MDB).
O PSDB tem candidata e vai lutar até o final para elegê-la: Simone Tebet, e a nossa senadora Mara Gabrilli. Representam o melhor caminho para o Brasil. Primeiro turno é para votar no melhor. Útil é votar em quem a gente confia.
— PSDB ?? (@PSDBoficial) September 22, 2022
Antes de FHC, na quarta-feira (21), um dos autores do pedido de impeachment contra a ex-presidente Dilma Rousseff (PT), o ex-ministro da Justiça Miguel Reale Júnior desistiu da terceira via e anunciou apoio ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no primeiro turno.
O gesto de Reale, que foi ministro de Fernando Henrique Cardoso, se soma ao de outros quadros ligados ao PSDB, como o ex-ministro dos Direitos Humanos e da Justiça José Gregori, o ex-chanceler Aloysio Nunes Ferreira e o diretor geral da Fundação FHC, Sergio Fausto.
Os apoios reforçam a estratégia de Lula de impulsionar o voto útil na reta final da campanha.
A deputada federal Tabata Amaral (PSB) defendeu nesta quinta-feira (22) o voto útil no ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para que a eleição acabe logo no primeiro turno.
Em um vídeo divulgado nas redes sociais, a parlamentar diz que o petista é o único capaz de derrotar o presidente Jair Bolsonaro (PL).
“Vamos fechar essa fatura já no primeiro turno?”, diz a deputada na gravação. “Precisamos colocar a democracia em primeiro lugar e convencer o maior número de pessoas a votarem já no primeiro turno na única chapa que tem condições reais de derrotar Bolsonaro”, acrescenta.
Uma das razões pra eu ter apoiado Ciro com tanto entusiasmo em 2018 foi saber que ele era o único candidato com condições de derrotar Bolsonaro. Dessa vez a única chapa com condições de derrotar Bolsonaro é a de Lula e Alckmin. pic.twitter.com/bxgewnuOsn
— Tabata Amaral (@tabataamaralsp) September 22, 2022
A candidata Soraya Thronicke paralisou suas atividades de campanha à Presidência da República.
O motivo é a falta de repasse de dinheiro por parte de seu partido, o União Brasil.
A informação foi publicada em primeira mão pela colunista Mônica Bergamo na Folha de S. Paulo.
De acordo com a coluna, o União Brasil não estaria repassando os valores prometidos para financiar compromissos já firmados.
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso rompeu o silêncio dos últimos meses com um pedido de “voto pela democracia”.
Não se trata de nenhuma espécie de reviravolta histórica, como um pedido de voto para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a quem FHC derrotou nas urnas em duas ocasiões.
Também não é um pedido de voto em Simone Tebet (MDB), cuja candidatura à presidência é apoiada pelo diretório nacional do PSDB, partido do qual FHC é um dos fundadores.
Sem citar nominalmente nenhum candidato, o líder tucano usou o Twitter para divulgar uma nota pública na qual recomenda aos eleitores que votem “em quem tem compromisso com o combate à pobreza e à desigualdade, defende direitos iguais para todos independentemente da raça, gênero e orientação sexual, se orgulha da diversidade cultural da nação brasileira valoriza a educação e a ciência e está empenhado na preservação de nosso patrimônio ambiental, no fortalecimento das instituições que asseguram nossas liberdades e no restabelecimento do papel histórico do Brasil no cenário internacional”.
Aos 91 anos, FHC está afastado da vida pública desde o início do ano, quando fraturou o fêmur em um acidente doméstico.
Confira a seguir a íntegra da mensagem.
Nota pública | Voto Pró-Democracia nas Eleições: "Como é do conhecimento público, tenho idade avançada e, embora não apresente nenhum problema grave de saúde, já não tenho mais energia para participar ativamente do debate político pré-eleitoral.
— Fernando Henrique Cardoso (@FHC) September 22, 2022
O Tribunal de Contas da União (TCU) enviou ofício ao Ministério da Defesa questionando sobre a checagem de urnas que a pasta pretende realizar, informa a CNN Brasil.
No documento, o órgão de fiscalização questiona o que os militares farão com os dados e quais são os critérios técnicos utilizados.
O questionamento vem à tona em meio a informações de que o Ministério da Defesa teria incumbido o exército de atuar como “validador” do processo eleitoral.
O Ministério da Defesa vai fazer a checagem por amostragem por meio do boletim de urnas em cerca de 400 das 500 mil urnas que serão utilizadas nas eleições deste ano.
O TCU quer saber como e por que será feita essa seleção e espécie de recontagem. A pasta tem cinco dias para responder.
Paralelamente, o TCU vai fiscalizar as urnas eletrônicas com o objetivo de reunir dados para se contrapor, caso necessário, à apuração paralela das Forças Armadas.
Embora o presidente Jair Bolsonaro (PL) insista que as urnas podem ser fraudadas, nunca houve qualquer prova de irregularidade na votação.
Na última semana, Bolsonaro disse que, “se não ganhar no primeiro turno, algo de anormal aconteceu dentro do TSE”.
Confira a agenda dos candidatos à Presidência da República nesta quinta-feira, 22 de setembro.
O candidato José Maria Eymael (DC) não divulgou agenda, segundo a agência Brasil. Felipe D’Avila (Novo) não tem nenhum compromisso público marcado para hoje.
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