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RESUMO DO DIA: O levantamento divulgado nesta quinta-feira (20) tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, o que indica que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL) estão tecnicamente empatados. Confira a sondagem na nota de 11h49.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) tem à disposição cerca de R$ 47,4 milhões para conseguir reverter os resultados do primeiro turno e vencer a corrida ao Palácio do Planalto.
Boa parte desse valor vem da contribuição de empresários como Salim Mattar, da Localiza, nomes do agronegócio e do pastor evangélico Fabiano Campos Zettel.
Mas também reforçaram o orçamento do presidente os pequenos doadores: mais de 52 mil pessoas transferiram até R$ 100 — grupo que rendeu a Bolsonaro mais de R$1,2 milhão.
O cenário é oposto ao do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 98% de sua receita de R$ 34,7 milhões no segundo turno veio do PT.
*Com informações de O Globo
Tempo é dinheiro e também ajudar a eleger um candidato. Perdendo terreno nas últimas pesquisas de intenção de voto, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pode ter um bom trunfo na manga: mais tempo de TV.
Após decisões do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de conceder direitos de resposta para os candidatos à Presidência, o petista poderá ter até 19 minutos de inserções na TV a mais do que o rival, o presidente Jair Bolsonaro (PL).
Pelas regras, cada candidato tem direito a 25 inserções de 30 segundos diariamente. Até o final da campanha no dia 28 deste mês, portanto, seriam 225 inserções para cada candidato na televisão.
No entanto, decisões dos ministros Paulo Tarso Sanseverino e Maria Claudia Bucchianeri mudaram a divisão igualitária após entendimento que houve peças de campanhas com base em conteúdo “sabidamente inverídico”.
Com isso, Lula poderá pular das 225 inserções até dia 28 para 395. A campanha informou que os direitos de resposta vão começar a ser veiculados já nesta quinta-feira (20). Bolsonaro, por sua vez, ficaria com apenas 55 no mesmo período.
*Com informações de O Globo
Quando a senadora Simone Tebet (MDB) se juntou à campanha de Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno, a grande aposta era de que se o petista saísse vitorioso da eleição, ela ocuparia o Ministério da Agricultura — uma área na qual tem algum trânsito.
Acontece que, como diz a expressão cunhada pelo futebol: esqueceram de combinar com os russos — neste caso, com a própria senadora.
Enquanto o PT quer dar o Ministério da Agricultura para Tebet, ela mesma prefere a pasta da Educação — que, segundo os bastidores, já teria dono.
Embora Tebet não tenha condicionado seu apoio a Lula a cargos, ela pediu que, se eleito, o petista adotasse algumas propostas na área social, como a criação de uma poupança de R$ 5 mil ao jovem que concluir o ensino médio, além de período integral para alunos de cursos técnicos. O ex-presidente aceitou.
O comando do Ministério da Economia em um eventual governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) continua sendo um mistério.
Questionado novamente sobre esse tema, Lula disse que “primeiro tem de vencer” o presidente Jair Bolsonaro (PL) no segundo turno.
“Quando eu ganhar as eleições, eu vou montar o governo. E vou montar o governo não apenas com meu partido ou com meus aliados, tem gente de fora que vai participar”, afirmou.
Ao longo da campanha, o petista tem recebido o apoio de nomes como Arminio Fraga, ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, ex-ministro da Fazenda e ex-presidente do Banco Central, e os economistas Pedro Malan, Edmar Bacha e Pérsio Arida.
Mas essa indefinição passou a ser explorada nos últimos dias com mais força pela campanha de Bolsonaro.
O presidente aproveitou o debate da TV Bandeirantes, no último domingo (16), para levantar o assunto. “Quem vai ser seu ministro da Economia, Lula? Já decidiu? Ou está barganhando ainda com algum partido político?”, provocou.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, está reunido neste quinta-feira (20) com os advogados de presidenciáveis Jair Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para pedir “mais civilidade nas redes sociais” das campanhas no segundo turno.
O ministro disse que houve um aumento na veiculação de desinformação e “maior agressividade” no segundo turno. Durante sessão plenária de hoje, a Corte aprovou por unanimidade uma resolução que amplia os poderes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para combater fake news.
Agora, Moraes poderá determinar a exclusão de conteúdos idênticos a publicações que o tribunal já mandou remover. Os ministros também decidiram proibir a veiculação de propaganda eleitoral paga de 48h antes das eleições até 24h depois. (Estadão Conteúdo)
O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) aprovou nesta quinta-feira (20), de maneira unânime, uma resolução que permite ao órgão decidir pela remoção de conteúdos falsos (“fake news”) repetidos das redes sociais.
A decisão vale para casos nos quais o plenário da Corte já havia decidido pela despublicação dos conteúdos, mas que voltaram a ser publicados.
Na prática, a resolução tenta dar ao TSE a garantia de que as decisões da Corte sejam, de fato, cumpridas. Isto porque nos casos em que o conteúdo é removido e, posteriormente, republicado, são gerados novos links, o que obriga as partes que se sentiram lesadas pelo conteúdo a abrir um novo processo para pedir a remoção de algo que já havia sido “condenado” à despublicação.
Além disso, o TSE também reduziu o prazo para a remoção das fake news para até duas horas — antes, esse período era de 24 horas. A multa será de R$ 100 mil por hora em caso de descumprimento, a contar a partir do fim da segunda hora.
Na véspera da eleição, o TSE decidiu, ainda, que o prazo para remoção dos conteúdos será de apenas uma hora.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL) estão empatados tecnicamente para o segundo turno da eleição, de acordo com a pesquisa Ideia divulgada nesta quinta-feira (20).
De acordo com o levantamento, o petista tem 52% dos votos válidos — que excluem da conta os brancos, nulos e indecisos — enquanto o chefe do Executivo tem 48%.
Em votos totais, ou seja, considerando branco e nulos, Lula tem 50%, e Bolsonaro, 46%. Indecisos são 2%, e aqueles que não têm preferência por nenhum dos candidatos também são 2%.
A pesquisa Ideia ouviu 1.500 eleitores por telefone entre os dias 14 e 19 de outubro.
A margem de erro é de três pontos porcentuais para mais ou para menos.
Confira a agenda dos candidatos qualificados para a disputa do segundo turno da eleição deste ano à Presidência da República nesta quinta-feira, 20 de outubro.
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