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RESUMO DO DIA: O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem agenda de campanha em São Paulo. O presidente Jair Bolsonaro (PL) está em Londres para o funeral da rainha Elizabeth II. Enquanto isso, Lula voltou a abrir vantagem sobre Bolsonaro na pesquisa BTG/FSB. Já o presidente voltou à carga contra o TSE.
O candidato do PT à Presidência, Luiz Inácio Lula da Silva, disse nesta segunda-feira (19) que quer universalizar o acesso ao ensino superior no país.
“A gente vai ter que continuar fomentando as universidades brasileiras, criando novas universidades. Universidade não é coisa para poucos, é para muitos”, disse Lula.
“Eles [adversários políticos] costumam dizer que tem apenas uma pequena parcela que tem que entrar na universidade. Para nós, todos que quiserem entrar têm que ter oportunidade de entrar na universidade”, acrescentou. (Agência Brasil)
A ministra Cármen Lúcia, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), acolheu um pedido da coligação Pelo Bem do Brasil, que patrocina a campanha do presidente Jair Bolsonaro à reeleição, e mandou retirar do ar o site ‘www.bolsonaro.com.br’, que reúne uma série de críticas ao chefe do Executivo. A magistrada viu ‘violação à legislação eleitoral’.
Cármen entendeu que o site ‘foi criado com a finalidade de induzir o eleitor em erro ao ser criado com endereço eletrônico com o nome do candidato’ e com a frase “Ameaça ao Brasil’.
Ela indicou que entre as imagens dispostas no site, há a ‘caricatura do candidato como entidade maligna, palhaço e como o líder nazista Adolf Hitler’.
Ao acionar o TSE, a coligação Pelo Bem do Brasil alegou que o site era uma ‘estratégia de marketing concebida para oposição política direta e frontal à candidatura de Jair Bolsonaro’.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) faz, na reta final da campanha, um forte apelo ao voto útil contra o presidente Jair Bolsonaro, na tentativa de desidratar os demais candidatos e resolver a disputa eleitoral já no dia 2 de outubro.
A campanha do ex-presidente aposta em quatro frentes para atrair o eleitor indeciso nos últimos dias antes do primeiro turno: ampliação da frente ampla pró-Lula, mobilizações de rua no sudeste, ato com artistas e entrevistas para fora da bolha petista.
O evento desta segunda-feira (19), com ex-candidatos à Presidência, é considerado pelos petistas como um dos movimentos em busca dos eleitores que hoje ainda preferem Simone Tebet (MDB) e Ciro Gomes (PDT).
A tentativa é mostrar que há uma frente ampla contra Bolsonaro, em torno do nome de Lula.
O agregador de pesquisas eleitorais do Estadão Dados apontou hoje que Lula tem 50% dos votos válidos, reflexo do que pode ser o primeiro movimento de migração de votos dos candidatos de terceira via para Lula. (Estadão Conteúdo)
A candidata à presidência da República Simone Tebet (MDB) afirmou nesta segunda-feira (19), que o governo não passa por uma grande crise econômica e fiscal.
Mas, segundo ela, há uma “bagunça” e um “total desconhecimento” das contas públicas. Tabet disse que a solução para o atual cenário econômico brasileiro é a eleição de uma candidatura de centro.
A candidata do MDB disse que há um “descontrole da máquina pública” que faz com que o País fique em uma situação de desvalorização do câmbio.
“O dólar sobe, tudo no Brasil é precificado em dólar, você vê uma inflação que corrói o salário do brasileiro”, disse. “Temos que focar na macroeconomia brasileira”, continuou.
Para ela, um candidato de centro conseguiria lidar com o problema, “com moderação, equilíbrio e diálogo”. (Estadão Conteúdo)
A campanha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva realizou um ato para marcar o apoio público ao petista de oito ex-candidatos a presidente.
A principal novidade foi a aparição de Henrique Meirelles, ministro da Fazenda sob Michel Temer e presidente do Banco Central durante os anos Lula (2003-2010).
Atualmente no União Brasil, Meirelles concorreu à Presidência da República pelo MDB na eleição de 2018.
A presença de Meirelles é também um aceno ao mercado financeiro e ao empresariado, que tem mantido contato com a campanha petista.
No governo Temer, Meirelles foi o pai do teto de gastos, que a campanha de Lula diz que irá revogar.
“Quero me ater a fatos específicos e que mostram a comparação brutal. Quando trabalhamos juntos no governo, trabalhamos oito anos. Nesse período, mais de dez milhões de empregos foram criados, isso é um fato, não é questionável”, disse Meirelles, que seguiu elencando dados sobre crescimento médio do PIB e retirada das pessoas da pobreza.
“Vamos fazer uma comparação. Está havendo uma injeção eleitoreira de dinheiro, que é possível de resolver mas é uma coisa que vai dar trabalho”, afirmou Meirelles.
“Durante aquele período, além de um crescimento forte, inflação na meta”, ressaltou Meirelles, antes de criticar o cenário inflacionário atual que, disse ele, “corrói todo o padrão de vida da população”.
“Isto é, na minha opinião, o que interessa. Eu olho e vejo o resultado do seu governo, isso nos faz estar aqui. Estou aqui com tranquilidade, com confiança, porque eu sei o que funciona e o que pode funcionar no Brasil”, disse Meirelles.
A bancada dos ex-candidatos à Presidência da República foi composta pelo candidato a vice, Geraldo Alckmin (PSB), pelo candidato ao governo do Estado de São Paulo Fernando Haddad (PT) por Marina Silva (Rede), Guilherme Boulos (PSOL), Cristovam Buarque (Cidadania), Luciana Genro (PSOL), João Goulart Filho (PCdoB) e Henrique Meirelles.
Cristovam Buarque qualificou como “tragédia” a eventualidade de segundo turno.
“Estou aqui porque será uma tragédia termos segundo turno. Serão quatro semanas imprevisíveis do ponto de vista de violência na rua, fake news por todos os lados. Estou aqui porque Lula é o melhor”, afirmou.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou à carga contra o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Ele alegou que, se não vencer a eleição de 2022 no primeiro turno com mais de 60% dos votos, “algo de anormal” terá acontecido no TSE, responsável pela realização do pleito e contabilização do resultado.
A declaração foi feita durante uma entrevista para o SBT em Londres, para onde Bolsonaro viajou para o funeral da rainha Elizabeth II.
“Pelas minhas andanças pelo Brasil, em especial nos últimos dois meses, se nós não ganharmos no primeiro turno, algo de anormal aconteceu dentro do TSE.”
A fala de Bolsonaro questiona a lisura do processo eleitoral mesmo após a Justiça Eleitoral ter cedido à pressão das Forças Armadas e concordado em fazer um teste de integridade de urnas com participação de eleitores no dia da votação.
O TSE garante que as urnas eletrônicas são seguras e confiáveis.
Bolsonaro é candidato à reeleição e, de acordo com a maioria das pesquisas eleitorais divulgadas nos últimos dias, está atrás do candidato do PT, Luiz Inácio Lula da Silva, nas intenções de voto para o primeiro turno.
A candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) interrompeu uma sequência de três semanas em queda e subiu acima da margem de erro na nova rodada da pesquisa do Instituto FSB, encomendada pelo banco BTG Pactual.
Os autores da sondagem atribuem o movimento a uma campanha de apoiadores de Lula – principalmente junto a simpatizantes de Ciro Gomes (PDT) – em favor do voto útil no ex-presidente.
Coincidência ou não, a soma da intenção de voto em candidatos da chamada “terceira via” diminuiu cinco pontos porcentuais, de 19% para 14%, e a maior parte desse total parece ter sido convertida em favor de Lula.
Confira a seguir a agenda dos 11 candidatos à Presidência da República nesta segunda-feira.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a abrir vantagem sobre o presidente Jair Bolsonaro (PL) na pesquisa BTG/FSB.
A duas semanas das eleições, Lula subiu de 41% para 44% entre a rodada anterior, divulgada na semana passada, e a atual, publicada hoje.
Bolsonaro, por sua vez, ficou estável em 35%.
Ao mesmo tempo, Ciro Gomes (PDT) caiu de 9% para 7% e Simone Tebet (MDB) recuou de 7% para 5%.
Em segundo turno, a vantagem de Lula sobre Bolsonaro segue estável em 13 pontos porcentuais pela quinta rodada seguida da BTG/FSB.
Lula venceria Bolsonaro por 52% a 39% se o segundo turno fosse hoje.
Licença-paternidade foi instituída no Brasil com a promulgação da Constituição de 1988. Mesmo com ampliação, benefício seguirá muito aquém do observado em países mais desenvolvidos.
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O potencial de voto de Lula é um pouco maior e chega a 50%, enquanto Flávio Bolsonaro também tem 48% dos eleitores que admitem votar nele
O equívoco nasce de uma leitura imprecisa do artigo 224 do Código Eleitoral. O texto menciona, de fato, a necessidade de novas eleições caso a “nulidade” atinja mais da metade dos votos
Apesar da vantagem numérica do petista no primeiro turno entre os moderados, a disputa se acirra em uma eventual rodada decisiva
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Atual secretário-executivo da Fazenda tem perfil mais técnico e pode assumir a pasta com o desafio de tocar a agenda econômica em ano eleitoral
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Os dados mostram também o filho de Jair Bolsonaro numericamente a frente de Lula no segundo turno, apesar da igualdade técnica entre ambos
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