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RESUMO DO DIA: A semana foi marcada pela divulgação de uma série de pesquisas eleitorais. Nesta sexta-feira (16), o Instituto MDA Pesquisa encerra esse ciclo com um levantamento encomendado pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) e que confirma a liderança do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com o presidente Jair Bolsonaro (PL) em segundo lugar. Confira os números da nova sondagem.
O Tribunal de Contas da União (TCU) fará a checagem de 4.161 urnas eletrônicas no primeiro turno das eleições. O objetivo é cruzar as informações dos boletins de urna, disponíveis ao fim da votação, com o resultado contabilizado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Auditores do TCU buscarão vias impressas dos boletins de urna em seções eleitorais das capitais dos estados e no Distrito Federal. Depois, irão comparar a informação do documento com a disponível no TSE na rede e informarão à Corte Eleitoral o resultado da amostra selecionada.
Os boletins de urna são tradicionalmente impressos e disponibilizados na porta da seção eleitoral. Nas eleições deste ano, o TSE também fornecerá os dados na internet para qualquer cidadão interessado.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL) estão em busca do voto útil para vencer as eleições. Enquanto o petista quer garantir a vitória no primeiro turno, o atual chefe do Planalto tenta assegurar sua vaga no segundo turno.
O movimento, no entanto, tem incomodado a senadora Simone Tebet (MDB). Nesta sexta-feira (16), ela lamentou as investidas das campanhas adversárias pelo voto útil, que classificou como um “desrespeito com o eleitor”.
“Não tenho do que me blindar, mas lamentar o desrespeito com o eleitor”, afirmou ela em visita a uma feira popular em Taguatinga, cidade a 25 km do centro de Brasília.
Dizem que quando uma oportunidade surge, não podemos desperdiçá-la. E é isso que o presidente Jair Bolsonaro (PL) vai fazer na Assembleia-Geral das Nações Unidas (ONU): usar o discurso no evento para impulsionar sua campanha à reeleição.
Tradicionalmente, o Brasil abre a Assembleia-Geral da ONU e, dessa vez, a ideia é que Bolsonaro explore a economia e passe uma mensagem de chefe de Estado na principal arena da diplomacia internacional, sem deixar de acenar ao público interno do País.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) lidera o índice de rejeição na corrida eleitoral, segundo o novo levantamento do Instituto MDA Pesquisa, encomendado pela Confederação Nacional do Transporte (CNT).
De acordo com a pesquisa, 55,4% dos eleitores não votariam “de jeito nenhum” no chefe do Executivo.
Na sequência aparecem Ciro Gomes (PDT), com 50,1%, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 46,4%, e Simone Tebet (MDB), com 44,7%.
No levantamento anterior, de 30 de agosto, Bolsonaro tinha 55,8% de rejeição e Lula aparecia com 45,2%.
Em relação ao resultado da eleição presidencial, a pesquisa mostra que 36% têm “mais medo” da continuidade do governo de Bolsonaro.
Outros 30,5% têm “mais medo” da volta de Lula ao Planalto. Dos entrevistados, 22,3% não têm medo do resultado.
Uma pesquisa realizada pela Futura sob encomenda do Banco Modal coloca o presidente Jair Bolsonaro (PL) à frente do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Segundo o levantamento, cuja margem de erro é de 2,2 pontos porcentuais para mais ou para menos, Bolsonaro teria 41,9% em primeiro turno, seguido por Lula (36,9%), Ciro Gomes (7,0%) e Simone Tebet (6,4%).
Em segundo turno, Bolsonaro teria 46,4% e Lula, 44,5%.
Falta pouco mais de duas semanas para o primeiro turno das eleições e a campanha do presidente Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição, encontra-se diante de uma questão existencial: o que resta fazer para garantir um segundo turno contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)?
Se você tem acompanhado o dia a dia da campanha, deve ter notado uma mudança de postura por parte de Bolsonaro. As declarações polêmicas cada vez mais dão lugar a falas moderadas e até mesmo a recuos em relação a temas antes caros ao presidente.
Confira a matéria especial sobre a nova estratégia de Bolsonaro para garantir o segundo turno contra Lula.
Na reta final para o primeiro turno das eleições, tanto o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como o presidente Jair Bolsonaro (PL) precisam se apressar caso queiram definir a disputa no dia 2 de outubro.
Levantamento feito pelo Instituto MDA Pesquisa, encomendado pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), mostrou que apenas 19,3% do eleitorado admite que pode mudar de candidato até o primeiro turno. Ou seja, para 80,7% da população, a decisão do voto na eleição presidencial é definitiva.
Dos eleitores de Bolsonaro, 87,7% dizem que não mudam mais a escolha. Dos que declaram voto em Lula, 84,5% afirmam que a decisão é definitiva.
Para 50,9% dos eleitores de Ciro Gomes (PDT), o voto é definitivo, mas 49,1% admitem mudar o voto. Dos que declaram apoio a Simone Tebet (MDB), 40,4% estão decididos e 59,6% ainda podem reavaliar a decisão.
Entre as mulheres, Lula lidera com 46% das intenções de voto. Já Bolsonaro é a preferência de 29% do público feminino. O presidente, contudo, tem vantagem entre os evangélicos. No grupo, lidera com 49%, contra 32% de Lula.
A última pesquisa eleitoral de uma semana confirmou o que os outros levantamentos já vinham indicando: o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue liderando as intenções de voto na casa dos 40% e o presidente Jair Bolsonaro (PL) aparece em segundo lugar, na casa dos 30%.
A diferença da sondagem divulgada nesta sexta-feira (16) feita pelo Instituto MDA Pesquisa e encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), é que ambos os candidatos conseguiram avançar na comparação com a pesquisa anterior.
Agora, Lula tem 43,4% dos votos, enquanto Bolsonaro aparece com 34,8%. Dentro da margem de erro, o petista avançou 1,1 ponto porcentual e o atual chefe do Executivo, 0,7 ponto na comparação com o levantamento de 30 de agosto.
No segundo pelotão, aparecem:
Ainda de acordo com a sondagem, os votos brancos e nulos somam 4,1% e indecisos, 6,0%.
Lula x Bolsonaro no segundo turno
Nas projeções para um eventual segundo turno, Lula venceria Bolsonaro por 49,4% a 39,3%. O petista derrotaria Simone Tebet por 49,1% a 28,7% e Ciro Gomes por 47,5% a 30,9%.
Em um confronto entre Bolsonaro e Ciro Gomes, haveria empate na margem de erro, com 41,9% para o pedetista e 40,1% para o atual presidente.
Já na disputa entre Bolsonaro e Simone Tebet, o chefe do Executivo somaria 41% das intenções de voto e a senadora, 38,8%.
O CNT/MDA fez 2.002 entrevistas entre os dias 12 e 14 de setembro. A margem de erro é de 2,2 p.p., e o nível de confiança é de 95%.
Dissidentes do PDT, partido de Ciro Gomes, preparam um manifesto em favor da candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, informa a CNN Brasil.
A elaboração do documento tem à frente atuais e ex-integrantes do PDT. Não está claro quando o desembarque dos pedetistas será formalizado.
Um dos idealizadores é Gabriel Cassiano, um ex-aliado de Ciro agora alinhado com o PT.
Além dele, integram o movimento os vereadores do PDT em João Pessoa, Junior Leandro e Betinho; André Luan, ex-diretor da Fundação Leonel Brizola em Minas Gerais; e Vinicius Dino, ex-secretário Geral da Juventude Socialista de São Paulo.
“O manifesto terá como objetivo escancarar a dubiedade de Ciro, mostrando o contraste de suas falas sobre Lula nos anos de 2016, 2017 e 2018 comparando com as falas atuais que enxergamos ser uma conveniência eleitoral e pregando o voto útil em Lula no dia 2 de outubro para evitar um segundo turno turbulento e sangrento nesse país”, disse Cassiano à CNN Brasil.
Confira a agenda dos candidatos à Presidência da República nesta sexta-feira, 16 de setembro.
Somente a candidata Sofia Manzano (PCB) não tem agenda pública prevista para hoje.

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