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RESUMO DO DIA: A corrida presidencial começou oficialmente nesta terça-feira. Líder e vice-líder nas pesquisas lançam suas campanhas em lugares repletos de simbolismo. Confira a seguir os principais lances da disputa presidencial hoje.
A campanha eleitoral começou oficialmente nesta terça-feira (16) e 446 deputados federais são candidatos a mais um mandato na Câmara. A tentativa de reeleição é a maior desde 1990, conforme levantamento do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Os números são parciais e podem aumentar, em função do processamento de dados da Justiça Eleitoral, mas as candidaturas registradas até o momento já ultrapassaram os anos anteriores.
Até então, a eleição que tinha o maior índice de candidaturas à reeleição era a de 1998, com 443 deputados tentando uma nova vaga. Neste ano, o índice de tentativa de reeleição na Câmara é de 87%.
“Pode significar um Congresso Nacional ‘mais do mesmo’ com esse alto índice de candidatos à reeleição nestas eleições”, diz o analista político do Diap Neuriberg Dias. “Com maiores chances de reeleição por estarem em exercício do mandato, esses candidatos são mais favorecidos em relação aos novatos.”
Em 2018, dos 513 deputados federais, 274 foram reeleitos, ou seja, 53% do total da Câmara, de acordo com números do Diap. A expectativa dos próprios parlamentares agora é que a quantidade aumente e afaste o foco de “renovação” observado na última campanha.
Fonte: Estadão Conteúdo
Candidatos ao Senado pelo Paraná e antigos aliados políticos, o ex-juiz Sérgio Moro (União) e Alvaro Dias (Podemos) estão empatados tecnicamente, aponta a pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira (16).
Moro aparece com 30% das intenções de voto contra 27% de Dias. Tendo em vista a margem de erro, de três pontos porcentuais para mais ou para menos, considera-se que há um empate técnico.
O candidato do Partido Liberal (PL), Paulo Martins, ficou em terceiro lugar, com 8% das intenções de voto.
A nova rodada da Real Time Big Data aponta uma diminuição na distância entre os dois primeiros colocados: Moro perdeu um ponto porcentual e Dias avançou um.
Na última pesquisa, divulgada no dia 21 de julho, o ex-juiz aparecia com 31% contra 26% de seu ex-aliado. Antes de o ex-juiz lançar sua pré-candidatura ao Senado no dia 12 de julho, era Álvaro quem liderava as pesquisas.
A pesquisa contatou 1.500 entrevistados por telefone entre os dias 13 e 15 de agosto, e está registrada na Justiça Eleitoral sob o código PR- 06612/2022. O nível de confiança é de 95%.
No primeiro dia de campanha, o candidato do PT à presidência, Luiz Inácio Lula da Silva, prometeu reajustar a tabela do Imposto de Renda (IR).
Falando na sede da Volkswagen em São Bernardo do Campo, no Grande ABC (SP), Lula também destacou o teor eleitoral do Auxílio Brasil de R$ 600 antes das eleições — medida patrocinada pelo presidente Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição, mas que teve apoio do PT.
O aspecto econômico da campanha foi outro ponto destacado por Lula, que disse ser inadmissível o País ser o terceiro produtor de alimentos do mundo e ter 33 milhões de pessoas passando fome.
O discurso também foi marcado pelo resgate de seu passado sindical e metalúrgico, em que Lula afirmou que “deve praticamente tudo” aos metalúrgicos do ABC.
A candidata à presidência pelo MDB, Simone Tebet, disse que a eleição não é uma corrida de 100 metros, mas sim uma corrida com obstáculos e que tem tudo planejado pagar cruzar a linha de chegada.
Tebet fez referência ao seu principal desafio no pleito: ser conhecida do grande público.
Para isso, ela vai usar os dois minutos de propagandas no rádio e na TV para explorar sua atuação na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da covid-19, que ajudou a projetá-la nacionalmente.
A expectativa da campanha de Tebet é que após duas a três semanas de horário de televisão, os eleitores comecem a identificá-la como candidata.
“O desafio maior é o porcentual menor da população que ainda não me conhece de jeito nenhum”, disse Tebet no primeiro evento de campanha.
O governador Rodrigo Garcia (PSDB), candidato à reeleição, disse que São Paulo é dono do seu próprio destino e não precisa que ninguém de fora dite seu caminho.
Humildade e respeito com os paulistas, pfvr. Somos 47 milhões q nasceram ou vieram pra cá fazer o melhor Estado do Brasil. SP é dono do seu próprio destino e ñ precisa q ninguém de fora dite seu caminho. Muito menos quem caiu de paraquedas e usa SP como palanque pra terceiros.
— Rodrigo Garcia (@rodrigogarcia_) August 16, 2022
Na segunda-feira (15), a pesquisa do Ipec (ex-Ibope) sobre a corrida pelo governo de São Paulo mostrou o candidato do PT, Fernando Haddad, ex-prefeito da capital paulista, na liderança pelo Executivo estadual, com 29% das intenções de voto.
Já Garcia e o ex-ministro da Infraestrutura Tarcísio de Freitas (Republicanos) estão tecnicamente empatados, levando em conta a margem de erro de 3 pontos do levantamento.
Haddad é natural de São Paulo, no entanto, Freitas, candidato do presidente Jair Bolsonaro (PL), é do Rio de Janeiro.
O candidato do PT ao governo de São Paulo, Fernando Haddad, prometeu nesta terça-feira (16) proteger empregos na indústria.
“Vamos defender o Brasil e São Paulo daquilo que o Márcio [França, PSB, candidato ao Senado na chapa de Haddad] apontava: perda de emprego no ABC, empregos industriais. Nós estamos aqui para firmar um compromisso com vocês de recolocar o Brasil na trilha do desenvolvimento e da Justiça social”, disse Haddad.
A declaração foi dada no pátio da fábrica da Volkswagen em São Bernardo do Campo, mesmo local do ato inaugural da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Palácio do Planalto.
A opção pela Volkswagen não é à toa: Lula projetou-se nacionalmente como líder do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a chamar a eleição de “luta do bem contra o mal” em seu primeiro ato de campanha.
Em encontro com líderes religiosos em Juiz de Fora (MG), cidade na qual foi alvo de um atentado a faca em 2018, o chefe do Executivo também criticou o que chamou de “fechamento de igrejas” na pandemia de covid-19, que exigia isolamento social para evitar o contágio.
“Agradeço a Deus pela minha segunda vida e entendo a missão de ser o chefe do Executivo desta Nação. Fácil não é. Se fosse, não teria dado para um de nós. O Brasil estava à beira do colapso, com problemas éticos, morais e econômicos e marchava, sim, a passos largos para o socialismo”, declarou Bolsonaro, acompanhado da primeira-dama Michelle e do ex-ministro Walter Braga Netto (PL), candidato a vice na chapa da reeleição.
O candidato do PT à Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva, divulgou nas redes sociais o primeiro vídeo de sua campanha eleitoral.
Na peça, o ex-presidente promete reconstruir o País se eleito e resgata o mote da esperança.
Há 20 anos, quando chegou ao Palácio do Planalto depois de três derrotas, o petista lançou uma das frases que marcaram sua trajetória política: “A esperança venceu o medo.”
O primeiro passo para reconstruirmos nosso país é vencer as eleições. O Brasil é imenso, por isso eu conto com a ajuda de vocês, nas redes e nas ruas, para levarmos uma mensagem de fé e esperança ao nosso povo. #BrasilDaEsperança pic.twitter.com/SrmlSTbJSy
— Lula (@LulaOficial) August 16, 2022
A candidata à Presidência da República pelo MDB, Simone Tebet, começou sua campanha em evento com cerca de 40 representantes do setor cultural.
O encontro ocorreu na residência do casal Teresa e Candido Bracher, ligados ao Banco Itaú, no Alto de Pinheiros, zona oeste da capital paulista.
A candidata afirmou que está confiante com a melhora de seu nome na preferência do eleitorado.
“Sei que temos condições de chegar ao segundo turno. A campanha começa hoje”, disse.
Tebet destacou que, se eleita, irá retomar o Ministério da Cultura, extinto no governo Jair Bolsonaro e transformado em secretaria.
“É um setor que gera emprego e pode alavancar a economia do Brasil”, completou.
Entre os presentes neste primeiro evento de campanha, estão o diretor executivo da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, Marcelo Lopes; o presidente da Fundação Bienal, José Olímpio da Veiga Pereira; o diretor de relações institucionais da Pinacoteca de São Paulo, Paulo Vicelli, e o pianista e maestro Marcelo Bratke.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) vai para a cadeia caso não consiga se reeleger. A afirmação foi feita por Ciro Gomes, candidato à presidência pelo PDT, durante o programa Roda Viva exibido na noite de ontem pela TV Cultura.
“Vai ser preso porque é um criminoso”, disse o pedetista.
Para Ciro, a motivação para prisão do chefe do Executivo estaria principalmente na atuação do governo durante a pandemia de covid-19.
“Negacionismo, superfaturamento, roubalheira, botou o Brasil no fim da fila da vacina, brigou com o Doria sobre vacina, matou o nosso povo”, afirmou.
A campanha eleitoral no rádio e na televisão vai começar apenas no dia 26, mas o uso das redes sociais já está liberado.
Dos 11 candidatos à Presidência da República, apenas José Maria Eymael (DC) e Roberto Jefferson (PTB) ainda não recorreram a suas contas oficiais para fazer campanha nas redes.
Confira a seguir as primeiras publicações dos presidenciáveis em seus perfis no Twitter e no Instagram.
Luiz Inácio Lula da Silva (PT):
Meus amigos e minhas amigas. Nossa campanha rumo à vitória começa oficialmente agora. Dizem que basta um passo para não estarmos mais no mesmo lugar. Já caminhamos muito, e se chegamos até aqui foi porque não conseguiram tirar de nós a esperança. Agora é hora de irmos além. pic.twitter.com/PMU6uCyjjb
— Lula (@LulaOficial) August 16, 2022
Jair Bolsonaro (PL):
– Temos o privilégio de não precisar enganar o povo sobre quais são nossos valores neste período: somos a favor da família, do livre mercado e do direito à legítima defesa. Somos contra as drogas e o narcotráfico, o controle da mídia e internet, a ideologia de gênero e o aborto.
— Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) August 16, 2022
Ciro Gomes (PDT):
Estamos propondo um novo sistema previdenciário que tem 3 pernas:
1) o programa de Renda Mínima – que vai entrar como elemento de seguridade social;
— Ciro Gomes (@cirogomes) August 16, 2022
Simone Tebet (MDB):
https://www.instagram.com/p/ChUfokZue-L/
Felipe D’Avila (Novo):
Agora é pra valer!
A campanha eleitoral começou e os brasileiros terão a oportunidade de conhecer as ideias dos candidatos e decidir: chega de escolher o menos pior! pic.twitter.com/3VYbZ1wZuU
— Felipe D'Avila (@fdavilaoficial) August 16, 2022
Soraya Thronicke (União Brasil):
https://www.instagram.com/p/ChUhJnJsuY0/
Vera Lúcia (PSTU):
Para derrotar Bolsonaro, conheça e vote na candidatura revolucionária e socialista de Vera e Raquel!
Porque a saída não é fazer aliança com os ricos como faz Lula com Alckimin!
Sem atacar os lucros e propriedades dos ricos não tem como resolver a fome, miséria e desemprego. pic.twitter.com/bzDCz4snl6
— Vera (@verapstu) August 16, 2022
Sofia Manzano (PCB):
Hoje começamos a campanha do PCB rumo à vitória!
Por transformações profundas para o Brasil vamos construir o Poder Popular na luta.
No dia 02 de outubro contamos com seu voto!
Vota comunista!
Vota 21! pic.twitter.com/1RShjwyBTN— Sofia Manzano (@SofiaManzanoPCB) August 16, 2022
Leonardo Péricles (UP):
Estamos muito felizes de construir uma chapa antirracista e antifascista junto a um time enorme de candidatas/os a cargos nos legislativos federais e estaduais p todo o Brasil, como uma verdadeira alternativa pra barrar o avanço do fascismo. pic.twitter.com/6vqtiU29qV
— Leo Pericles (@LeoPericlesUP) August 16, 2022
A executiva nacional do PROS decidiu retirar a candidatura do coach Pablo Marçal para apoiar o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à Presidência.
A mudança se deu depois do retorno de Eurípedes Júnior ao comando do PROS após decisão liminar do ministro do Tribunal Superior Eleitoral Ricardo Lewandowski em 5 de agosto.
Marçal tenta recorrer para manter a candidatura.
Embora agora apoie Lula, o PROS tem um perfil majoritariamente bolsonarista no Congresso.
A sigla abriga inclusive nomes folclóricos do bolsonarismo radical, como a médica Nise Yamaguchi, que se notabilizou por recomendar tratamentos sem eficácia contra a covid, e o ex-deputado Boca Aberta, cassado por ter invadido uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) no Paraná.
Para entender melhor essa história, leia “O estranho caso do partido que apoia Lula, mas virou reduto de bolsonaristas”.
Os dois principais candidatos às eleições presidenciais deste ano lançam hoje suas campanhas em lugares repletos de simbolismo.
O primeiro ato de campanha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deveria ocorrer em uma fábrica de motores na zona sul de São Paulo.
Entretanto, o evento foi cancelado por recomendação da Polícia Federal por motivo de segurança.
Com isso, Lula lançará sua campanha com uma visita prevista para as 14h à fábrica da Volkswagen em São Bernardo do Campo, cidade onde iniciou sua trajetória como líder sindical.
Já o presidente Jair Bolsonaro (PL) lança sua campanha em Juiz de Fora, cidade onde foi vítima de um atentado a faca semanas antes das eleições de 2018.
Para não dizer que não falamos de Ciro Gomes (PDT) e Simone Tebet (MDB), ambos lançarão suas campanhas em São Paulo: ele em Guaianazes, na zona leste da capital paulista; ela em um encontro com representantes do setor cultural em Pinheiros, no extremo oposto da cidade.
As principais pesquisas de intenção de voto mostram o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com chance de vencer ainda em primeiro turno.
No entanto, um tira-teima entre Lula e Bolsonaro ainda é apontado pelas sondagens como o cenário mais provável.
Para os agentes do mercado financeiro, meio que tanto faz. Lula e Bolsonaro são velhos conhecidos e as eleições não representam uma ameaça concreta à bolsa, embora a expectativa seja de volatilidade nas próximas semanas.
É nesse contexto que o colunista Matheus Spiess explica como é possível capturar o potencial de valorização desse período.
A mais recente pesquisa Ipec (ex-Ibope) sinaliza vitória do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em primeiro turno.
Em números brutos, o petista lidera a corrida eleitoral com 44% das intenções de voto em primeiro turno.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) vem em segundo lugar, com 32%.
Considerados apenas os votos considerados válidos, no limite da margem de erro, Lula alcançaria 51,7% e venceria sem a necessidade de um tira-teima com Bolsonaro.
Encomendada pela Rede Globo, a pesquisa Ipec foi divulgada ontem à noite.
Foram ouvidas 2.000 pessoas presencialmente entre 12 e 14 de agosto. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.
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