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Lula tem apostado no treinamento para melhor uso do tempo na tentativa de manter a liderança conquistada no primeiro turno enquanto Bolsonaro aposta no “tudo ou nada” de uma virada na disputa eleitoral.
O último encontro televisionado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do atual presidente Jair Bolsonaro (PL) no segundo turno acontece nesta sexta-feira (28), na Rede Globo às 21h30.
As pesquisas eleitorais mais recentes apontam a liderança do petista, mas também não descartam o avanço do atual chefe do Executivo. No último Datafolha, divulgado nesta quinta-feira (27), Lula tem 53% dos votos válidos — cenário em que excluem brancos e nulos — e Bolsonaro, 47%.
As campanhas dos adversários têm tratado o debate presidencial de hoje como o principal fato político antes da eleição e investido todos os esforços na preparação dos candidatos para o último enfrentamento direto.
Lula tem apostado no treinamento para melhor uso do tempo na tentativa de manter a liderança conquistada no primeiro turno enquanto Bolsonaro aposta no "tudo ou nada" de uma virada na disputa eleitoral.
O primeiro debate entre os presidenciáveis no primeiro turno foi em agosto, na TV Bandeirantes, em parceria com a TV Cultura, UOL, Folha de S.Paulo. Um dos destaques do evento foram as situações de agressividade direcionadas às mulheres por Bolsonaro.
Ao comentar uma pergunta da jornalista Vera Magalhães, dirigida a Ciro Gomes (PDT) sobre o tema vacinas, Bolsonaro afirmou em tom jocoso:
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"Vera, eu não podia esperar outra coisa de você. Eu acho que você dorme pensando em mim. Você tem alguma paixão por mim. Você não pode tomar partido em um debate como esse. Fazer acusações mentirosas ao meu respeito, você é uma vergonha para o jornalismo brasileiro."
Posteriormente, o chefe do Executivo ainda direcionou falas agressivas contra a senadora Simone Tebet (MDB).
"A senhora é uma vergonha no senado federal. E não estou atacando mulheres não. Não venha com essa historinha de se vitimizar", disse.
O posicionamento de Lula sobre o tema, entretanto, só veio após cobranças das senadoras Simone Tebet e Soraya Thronicke.
O segundo encontro entre os presidenciáveis foi organizado pelo Estadão em parceria Rádio Eldorado, SBT, CNN, Veja, Nova Brasil FM e Terra no dia 22 de setembro. O debate não contou com a presença de Lula, que alegou ter conflito de agenda com outro evento na zona leste de São Paulo.
Sem o líder das pesquisas, o encontro focou, em parte, na ausência do petista, que foi criticado por todos os outros participantes.
O debate também levantou a discussão sobre orçamento secreto, corrupção e ataques também a Bolsonaro, que virou alvo preferencial dos outros presidenciáveis principalmente das senadoras Simone e Soraya.
O último encontro televisionado do primeiro turno foi o da TV Globo no dia 30 de outubro. O debate foi marcado por sucessivos pedidos de direitos de resposta feitos pelos candidatos Bolsonaro e Lula e acusações entre os adversários principais.
Segundo a Rede Globo, o encontro registrou a maior audiência de um debate de primeiro turno em 16 anos, desde 2006, em São Paulo e no Rio. O programa foi o melhor índice nessa faixa de horário da Globo em mais de 18 anos no Rio (desde 15 de janeiro de 2004) e onze anos em SP (desde 13 de janeiro de 2011).
O primeiro debate presidencial do segundo turno reuniu Lula e Bolsonaro no dia 16 de outubro, em um encontro promovido pela Band TV em parceria com a TV Cultura, UOL, Folha de S.Paulo. Durante o debate, dois temas foram destaque: corrupção e pandemia.
O presidente disse que escândalos de desvios de dinheiro público fizeram de Lula "uma vergonha nacional", e o petista afirmou que o atual ocupante do Palácio do Planalto "brincou com a pandemia e com a morte".
O programa registrou média de 12,4 pontos de audiência na Grande São Paulo, assumindo a vice-liderança no horário. E teve pico de 15 pontos, alcançando 2,2 milhões de pessoas na região.
O encontro da Band foi o único no qual Lula compareceu até o momento. Sem o petista, os debates do dia 21 de outubro — promovido pelo Estadão em parceria com a Rádio Eldorado, SBT, CNN, Veja, Terra e Rádio Nova Brasil — e o do dia 23 de outubro — da TV Record — foram transformados em entrevista com Bolsonaro.
Durante a entrevista do Estadão, Bolsonaro afirmou que teve "que se curvar ao Parlamento", após a criação do orçamento secreto, institucionalizado durante a sua gestão.
Segundo o atual chefe do Executivo, "o orçamento não é secreto, secreto é o nome dos parlamentares".
O chefe do Executivo também voltou a condicionar sua aceitação do resultado da eleição à análise dos militares. "Os militares foram convidados na defesa eleitoral, se nada for encontrado, você não tem porque duvidar", afirmou.
*Com informações do Estadão Conteúdo
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