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Levantamento foi feito após as manifestações do Dia da Independência, feriado usado pelo atual presidente para atos de campanha, algo que nunca tinha acontecido na história recente do Brasil

Apesar de desacreditar as pesquisas eleitorais em público, a campanha do presidente Jair Bolsonaro (PL) estava na expectativa da divulgação da pesquisa Datafolha desta sexta-feira (09).
O comitê da reeleição esperava que os efeitos dos atos de 7 de setembro e dos intensos ataques dos últimos dias ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) — com o objetivo de aumentar a rejeição do petista — influenciassem na preferência dos brasileiros.
E parece que deu certo. Enquanto Lula permaneceu estagnado em 45%, Bolsonaro oscilou positivamente dois pontos, e agora aparece com 34% das intenções de voto.
Na sondagem anterior, que captou o efeito das sabatinas no Jornal Nacional e o debate na Band, o petista tinha os mesmos 45%, enquanto Bolsonaro vinha em segundo lugar, com 32%.
A nova pesquisa Datafolha mostra que a distância entre Lula e o atual chefe do Planalto, nominalmente, é a menor desde maio de 2021.
Vale lembrar, no entanto, que essa é uma tendência que já vinha sendo registrada pelos últimos levantamentos.
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A vantagem do petista, que era de 21 pontos no levantamento divulgado em maio, caiu para 18 pontos em julho, depois para 15 pontos em agosto e para 13 pontos em 1 de setembro. Agora, a distância de Lula para Bolsonaro é de 11 pontos.
Um possível apoio a mais a Bolsonaro pode ter vindo de eleitores do pedetista, dado que os brancos e nulos ficaram em 4% e os indecisos oscilaram para 3%.
A disputa ao Planalto está polarizada entre Lula e Bolsonaro. Entre os candidatos do chamado segundo pelotão, Ciro Gomes (PDT) aparece em terceiro lugar com 7% dos votos.
Na pesquisa anterior, o pedetista somava 9% das intenções de voto, capitalizando a participação na sabatina do Jornal Nacional e o debate na Band.
Simone Tebet (MDB), que havia avançado para 5% no levantamento anterior em reflexo do desempenho no debate da Band, também não conseguiu avançar, permanecendo com os mesmos 5% da preferência do eleitorado.
Soraya Thronicke (UB) ficou com 1% das intenções de voto. Felipe D'Ávila (Novo), Vera (PSTU), Leo Péricles (UP), Sofia Manzano (PCB), Constituinte Eymael (DC) e Padre Kelmon (PTB) não pontuaram.
Pablo Marçal (Pros), que teve a candidatura impugnada e vai recorrer, também não chegou a 1% das intenções de voto.
Nesta semana, Lula disse que faltava "só um tiquinho" para que ele conseguisse vencer a corrida eleitoral já no primeiro turno. Mas, segundo a nova pesquisa Datafolha, não é bem assim.
O desempenho dos candidatos do segundo pelotão vem tornando cada vez maiores as chances do petista enfrentar Bolsonaro no segundo turno.
Segundo o levantamento, Lula manteve os 48% de votos válidos, excluindo nulos e brancos, que é a forma com que a Justiça Eleitoral fecha as contas do pleito. Se alguém tiver 50% mais um voto, está eleito em primeiro turno.
Com a margem de erro, o petista ainda pode estar próximo da metade necessária, mas a tendência é de queda: em maio, tinha 54%. Bolsonaro oscilou de 34% para 36% da semana passada para cá.
O 7 de setembro era considerado o Dia D e a chance de Bolsonaro de inovar no discurso para conseguir atrair um eleitorado ainda resistente.
Além de falar de religião, família, aborto e legalização das drogas, o presidente puxou um coro de “imbrochável” — um alvo de críticas dentro e fora da campanha bolsonarista.
A ideia da campanha era de que após os atos do 7 de setembro — que reuniram uma multidão de apoiadores na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, e no Rio de Janeiro — os eleitores indecisos fossem contaminados pelo “clima de vitória”.
Por isso, a quantidade de pessoas nas ruas foi usada como o grande trunfo da campanha à reeleição, que vem explorando esse ativo eleitoral em fotos e vídeos nas redes sociais.
Já do lado pestista, Lula causou polêmica ao comparar os atos do 7 de setembro a uma “reunião da Ku Klux Klan”, organização que prega a supremacia branca nos EUA.
“[Bolsonaro] fez da festa do nosso país uma festa pessoal. Aliás, Dilma, eu não sei se você viu na televisão. Foi uma coisa muito engraçada, que no ato do Bolsonaro parecia uma reunião da Ku Klux Klan. Só faltou o capuz, porque não tinha negro, não tinha pardo, não tinha pobre, não tinha trabalhador”, disse Lula na ocasião.
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