O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Ex-CEO e atual co-presidente do conselho de administração do banco contou sobre o processo de migração dos sistemas para a nuvem e mudança de cultura na instituição, além de lamentar não ter podido adquirir o controle da XP
Quem acha que as fintechs incomodaram os grandes bancos e os fizeram passar calor está redondamente… certo. O Itaú, por exemplo, vem enfrentando um grande e complexo processo de mudança tecnológica e cultural para competir nesse novo ambiente, e quem contou essa história foi o próprio Roberto Setubal, ex-CEO e atual co-presidente do conselho de administração do bancão.
Em live no canal de YouTube da gestora Kinea (veja a íntegra), Setubal admitiu que a chegada das fintechs, com seus serviços ágeis e rápido crescimento, foi um “choque”. E que a partir do momento em que elas começaram a “incomodar”, o banco iniciou o processo de passar todos os seus sistemas para a nuvem, o que significa praticamente “refazer tudo que a gente fez nos últimos 30 anos”.
Segundo o ex-CEO, até o fim deste ano, quase metade do sistema do Itaú já deve estar na nuvem. “Mas daqui a um ano, um ano e meio, a gente já deve estar com plena capacidade de competir com as fintechs. A gente vai estar num nível de tecnologia equiparado ao delas, com essa agilidade de se movimentar”, disse.
Roberto Setubal explica que a migração para a nuvem permite uma integração maior entre os dados do banco e dados externos, e com muito menos custos.
Mas não era só na questão tecnológica que o Itaú precisava mudar para se adaptar aos novos tempos do mercado financeiro. Uma mudança na cultura do banco, passando de um sistema com muitas hierarquias para um mais colaborativo, também se fez necessário.
“Tem toda uma mudança necessária para aproveitar essa tecnologia na forma como o banco se organiza. Hoje o banco está praticamente todo numa estrutura de squads, de comunidades, onde você põe num mesmo ambiente não mais uma estrutura hierárquica, mas as pessoas trabalhando juntas. Tem o cara de tecnologia, o cara de produto, o cara de clientes, de marketing, jurídico, eventualmente, todo mundo junto num projeto, cada um cuidando de uma parte. Então você tem uma visão de cliente muito próxima da tecnologia.”
Leia Também
O co-presidente do Conselho do Itaú explica que, dessa forma, o próprio profissional de tecnologia já consegue sugerir a solução para o problema do cliente, pois tem muito mais clareza sobre o que se trata.
Ao ser perguntado sobre fusões e aquisições ao longo dos seus 20 anos na presidência do Itaú, Roberto Setubal destacou o sucesso financeiro da compra da participação da XP, mas lamentou que o banco não tenha podido adquirir o controle da plataforma, como era o plano original.
“Foi muito bom para eles e foi muito bom para nós também, do ponto de vista financeiro, embora eu teria preferido ficar com o deal original que o Banco Central não aprovou”, disse.
Ele lembrou que a ideia inicial era comprar o controle da XP após um processo de alguns anos, mas que o Banco Central não autorizou, devido ao risco de concentração de mercado.
“A gente comparou o nosso modelo de oferta de investimentos com o da XP. E ficou muito claro que era um modelo muito eficiente. Atingia não clientes do banco de uma forma espetacular, tinha um custo operacional baixo comparado a ter agências, uma estrutura pesada… esse modelo é vencedor”, contou.
Mais conectado, mais desconfiado e com menos paciência: o brasileiro digital não perdoa erro, demora ou taxa surpresa
O montante, anunciado em março deste ano, será direcionado a empresas consideradas estratégicas ou afetadas por choques externos
Depois de acumular pela 2ª vez na semana, prêmio da Lotofácil cresce, mas nem faz cócegas nas estimativas para os próximos sorteios da Quina, da Timemania e da Mega-Sena, que também ocorrem hoje (16)
Romi (ROMI3), Usiminas (USIM5) e Assaí (ASAI3) dão o pontapé na temporada, e Ruy Hungria, analista da Empiricus Research, conta o que esperar dos resultados do primeiro trimestre
Pagamento do Bolsa Família segue calendário por NIS, garante valor mínimo de R$ 600 e pode incluir adicionais
No mesmo dia de Tiradentes, alguns estados também celebram feriados locais
Reajuste do Gás do Povo pode chegar a R$ 10, de acordo com o ministro do Planejamento e Orçamento
No Touros e Ursos desta semana, André Loes, economista-chefe da Vivest, fala sobre porque essa conta não fecha e o peso desse descolamento nas eleições de 2026
Governo paulista adia de novo a cobrança automática do pedágio eletrônico em rodovias no interior de SP, incluindo a Castello Branco e a Raposo Tavares
Proposta mantém salários, amplia descanso e abre novo embate com setor produtivo
Pagamentos do abono salarial Pis/Pasep serão feitos via Caixa Econômica Federal ou Banco do Brasil nesta quarta-feira (15)
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de terça-feira, 14 de abril. Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam.
Pagamento do Bolsa Família segue calendário por NIS, garante valor mínimo de R$ 600 e pode incluir adicionais
Até o momento, Anvisa recebeu pedidos de registro de 16 medicamentos à base de semaglutida e de sete que têm liraglutida como princípio ativo
Enquanto os brothers do BBB26 ainda entregam conteúdo, Globo já está de olho no BBB27
Lance inicial teto do leilão do Detran-Sp é de um Renault Logan Dyna, modelo 2016, por 7 mil reais
Prêmio em jogo na Lotofácil dispara depois de acúmulo em concurso com final zero, mas Mega-Sena, Quina e Timemania pagam valores maiores nesta terça-feira (14).
Com o Brasil como exportador líquido, alta do petróleo impulsiona a balança comercial e leva BTG a revisar projeções para até US$ 90 bilhões
Novo aporte resolve um dos principais entraves do túnel Santos-Guarujá e acelera plano do governo para iniciativa virar realidade
Modelo de tempo compartilhado representa 17,7% da demanda hoteleira no Brasil, mas pesquisa indica que há espaço para esse mercado crescer mais; veja como aproveitar o potencial