O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A “xerife” do mercado de capitais confirmou que o novo entendimento pode se estender a outros fundos com características similares às do MXRF11
Os dividendos são um dos principais atrativos dos fundos de investimento imobiliário (FIIs). Afinal, para quem quer viver de renda, nada melhor do que um ativo que promete dinheiro pingando na conta todos os meses.
Por isso, toda decisão com potencial para reduzir o valor ou a frequência dos pagamentos cai como uma bomba na indústria de FIIs. Mas o que ninguém esperava era que a explosão partiria justamente da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
A “xerife” do mercado de capitais surpreendeu o setor nesta semana ao determinar que o fundo Maxi Renda FII (MXRF11) — um dos maiores fundos imobiliários da indústria — precisa pagar rendimentos aos cotistas com base no resultado contábil, e não no regime de caixa.
E o temor do mercado de que a decisão poderia se aplicar sobre outros fundos foi confirmada pela CVM.
“A referida decisão envolveu um caso específico. Contudo, o entendimento ali manifestado pode se aplicar aos demais fundos de investimento imobiliário que tenham características similares às do caso analisado”, declarou a autarquia em comunicado divulgado na última quinta-feira (27).
Para quem ainda não sabe do que estamos falando e quais são as implicações do entendimento da CVM em questão, aí vai um resumo.
Leia Também
Tudo começou quando o administrador do MXRF11, o BTG Pactual, foi “enquadrado” pela Superintendência de Supervisão de Securitização (SSE) por distribuir rendimentos com base no lucro-caixa, que excedia os valores reconhecidos no lucro do exercício ou acumulado.
Conforme explica Caio Araújo, analista da Empiricus, a prática adotada pelo fundo está em linha com a regulação dos FIIs, que devem pagar semestralmente 95% dos rendimentos apurados no regime de caixa.
“A grande questão do MXRF11 é que a distribuição de rendimentos superou o lucro contábil no período”, conta Araújo em sua coluna no site do Seu Dinheiro.
Imagine que um fundo tem capacidade de distribuir R$ 10 por cota no semestre de acordo com seu recebimento de caixa. Entretanto, devido a uma avaliação patrimonial negativa, seu lucro contábil foi de R$ 6 por cota — caso o gestor decida distribuir todo o montante, ele não poderá entregar os R$ 4 aos cotistas em forma de rendimento.
Caio Araújo
E, conforme a CVM, a quantia excedente distribuída não poderia ser classificada como dividendos, mas sim com uma amortização do capital investido pelos cotistas.
Porém, tratar a soma como uma amortização implica em redução de ganhos para os cotistas. Isso porque, ao contrário dos dividendos, esse tipo de distribuição não é isento de tributação.
O Banco Inter também relembra que a distribuição do lucro caixa tem um papel importante para a gestão de liquidez do fundo. “Um eventual lucro contábil gerado por reavaliação de ativos, por exemplo, torna impossível a distribuição obrigatória de 95% desse resultado na ausência de liquidez suficiente”, escrevem os analistas em relatório divulgado hoje.
Como já esperavam os especialistas, e a CVM confirmou com o comunicado de ontem, apesar de se tratar de uma decisão de caso específico, ela não afeta apenas os cotistas do MXRF11, já que o entendimento pode ser estendido a outros fundos com características similares.
Ainda de acordo com o analista da Empiricus, boa parte dos fundos de crédito atua no mesmo modelo do MXRF11 e deve entrar no radar da CVM. Entre as implicações para novos possíveis “enquadros” da autarquia, o analista cita:
Vale lembrar, porém, que ainda cabem recursos quanto à decisão da CVM, e o Maxi Renda, cujas cotas despencam 7,55% desde a decisão, já afirmou que pretende recorrer.
Pagamentos começam hoje e seguem até o fim do mês, conforme o final do NIS; benefício mínimo é de R$ 600
Eleições perderam peso nos preços dos ativos, e investidores estrangeiros seguem otimistas com o país
Para o presidente do conselho de administração do BTG Pactual, o país está com a economia no lugar e o cenário ideal para acelerar
“Por que as taxas de juros são tão altas no Brasil? Por conta da nossa dificuldade de convergência com a meta de inflação”, resumiu o presidente do BC
Veja o que esperar da nova linha Galaxy S com informações vazadas de insiders da Samsung
Lotofácil não foi a única loteria a pagar prêmio de sete dígitos na terça-feira. Dia de Sorte pagou o maior valor da noite. Estimativa de prêmio da Mega-Sena sobe para R$ 55 milhões.
Economistas enxergam ambiente mais favorável para cortes no Brasil do que nos EUA, mas com limites impostos pelos altos gastos públicos
Apesar de não ser tão extravagante quanto a residência principal do bilionário, o imóvel tem várias características de luxo
O deputado acrescentou que, sob sua presidência, a Câmara não colocará em votação nenhuma proposta que altere o modelo atual de independência do BC
Na CEO Conference 2026, do BTG Pactual, o ministro avaliou sua gestão na Fazenda, rebateu o ceticismo de investidores, defendeu a autonomia do BC e comentou o caso Master, exaltando Gabriel Galípolo
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores no primeiro sorteio da semana. Mesmo com bola dividida, sortudos estão mais próximos do primeiro milhão.
Mesmo com sinais de arrefecimento da inflação, Gabriel Galípolo afirma que mercado de trabalho forte e salários em alta exigem cuidado extra com cortes na taxa básica
A proposta é antecipar as contribuições ordinárias dos associados do FGC, de 2026 a 2028, além de exigir uma contribuição extraordinária, segundo o jornal O Globo.
Como a Mega-Sena só corre amanhã, a Quina é a loteria da Caixa com o maior prêmio em jogo na noite desta segunda-feira (9); confira os valores.
Nos últimos cinco anos, a queda do consumo de vinho foi de 22,6%. O último ano positivo foi 2020, início da pandemia, quando o isolamento obrigou muitos argentinos a ficar em casa
Pagamentos de dividendos e JCP ocorrem em conjunto com a temporada de divulgação de balanços das principais empresas da B3
Dados preliminares mostram que, dos dias 1o a 29 de janeiro, a entrada de recursos na bolsa vindos do exterior somou R$ 25,3 bilhões
A única loteria que contou com um vencedor na categoria principal foi a Lotofácil 3608
Enquanto o bilionário projeta um mundo sem mercado de trabalho, o debate filosófico e a ficção científica oferecem pistas sobre suas consequências
Concurso 2970 acontece em São Paulo; último sorteio pagou R$ 141,8 milhões para uma única aposta