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A Rússia classificou a destruição parcial da ponte de Kerch como um ato de terror e escalou o conflito, mas não está sozinha nessa batalha; veja quem vai reforçar essa luta ao lado de Moscou
A Rússia realizou os maiores ataques aéreos desde o início da guerra na Ucrânia nesta segunda-feira (10), lançando mísseis em cidades movimentadas durante a hora do rush, no que o presidente Vladimir Putin chamou de vingança pela destruição de uma ponte.
Mísseis atingiram cruzamentos movimentados, parques e regiões turísticas do centro da capital Kiev. Também houve relatos de explosão em Lviv, Ternopil e Zhytomyr — no oeste da Ucrânia — em Dnipro e Kremenchuk, no centro — em Zaporizhzhia, no sul; e em Kharkiv, no leste.
Segundo autoridades ucranianas, pelo menos 10 pessoas foram mortas e dezenas ficaram feridas. Além disso, partes do país ficaram sem energia.
Tudo isso porque, no sábado (8), explosões destruíram parcialmente a ponte de Kerch, única ligação terrestre entre a Rússia e a região da Crimeia — uma área que pertencia à Ucrânia até 2014, quando foi anexada pelo governo de Vladimir Putin.
Trata-se de uma infraestrutura bastante importante para os planos expansionistas da Rússia: a ligação de 19 quilômetros viabiliza o transporte de contingente militar para a região sul da Ucrânia; sua construção levou quatro anos e custou 2,7 bilhões de libras (cerca de R$ 15,5 bilhões, no câmbio atual).
Putin confirmou que ordenou os ataques de hoje às cidades ucranianas. O presidente russo chamou a explosão da Ponte Kerch de "ataque terrorista" realizado pela Ucrânia e ameaçou mais ações no futuro se a Ucrânia atingir o território russo.
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Com as tropas sofrendo semanas de reveses no campo de batalha, as autoridades russas vêm enfrentando as primeiras críticas públicas sobre a guerra em casa, com a televisão estatal exigindo medidas cada vez mais duras.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse que os ataques russos de hoje foram programados deliberadamente para matar pessoas, bem como para derrubar a rede elétrica da Ucrânia.
Segundo o governo ucraniano, 11 pontos de infraestrutura foram atingidos em oito regiões, deixando partes do país sem eletricidade, água ou aquecimento.
Em outro sinal de possível escalada, o aliado mais próximo de Putin, o presidente de Belarus, Alexander Lukashenko, disse mais cedo que ordenou que tropas se mobilizassem em conjunto com forças russas perto da Ucrânia, que ele acusou de planejar ataques ao país com seus apoiadores ocidentais.
Lukashenko permitiu que Belarus fosse usada como plataforma para a Rússia no início da guerra, mas não enviou tropas para lutar.
Dentro da Rússia, os ataques foram aplaudidos pelos falcões. Ramzan Kadyrov, o líder firmemente pró-Kremlin da região da Chechênia, que exigiu nos últimos dias que os comandantes militares fossem demitidos, saudou os ataques de hoje.
"Agora estou 100% satisfeito com a forma como a operação militar especial está sendo conduzida. Nós avisamos Zelensky, que a Rússia ainda nem começou, então pare de reclamar... e fuja! Fuja sem olhar para o Ocidente", escreveu ele.
Desde setembro, a Rússia enfrenta grandes reveses, com as forças ucranianas rompendo as linhas de frente e recapturando território.
Putin respondeu às perdas ordenando a mobilização de centenas de milhares de reservistas, proclamando a anexação do território ocupado e ameaçando repetidamente o uso de armas nucleares.
*Com informações da Reuters e do The Guardian
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