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Segundo Biden, o risco de um Armagedom nuclear está no nível mais alto desde a crise dos mísseis cubanos de 1962
Quando o presidente da Rússia, Vladimir Putin, ficou encurralado e perdeu territórios na Ucrânia, o risco de um conflito nuclear voltou à tona. Na ocasião, o chefe do Kremlin disse que a possibilidade do uso de armas atômicas não era um blefe e sim uma resposta real às possíveis pressões de Kiev e seus aliados contra Moscou.
A realidade, no entanto, é que não se sabe ao certo até onde Putin pode ir para atingir seus objetivos nessa guerra. Até 24 de fevereiro deste ano, poucos eram os que acreditavam que o presidente russo pudesse realmente invadir a Ucrânia.
Agora, as ameaças do líder russo estão sendo levadas ainda mais a sério pelo homem mais poderoso do planeta. O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, disse que Putin "não estava brincando" quando falou sobre o uso de armas nucleares táticas depois de sofrer reveses na Ucrânia.
Segundo Biden, o risco de um Armagedom nuclear está em seu nível mais alto desde a crise dos mísseis cubanos de 1962.
“Eu não acho que exista a capacidade de facilmente (usar) uma arma nuclear tática e não acabar com o Armagedom”, afirmou Biden.
O alerta dos EUA foi reforçado pela Europa, que já havia indicado que as ameaças nucleares de Putin devem ser levadas a sério.
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O evento de 13 dias em outubro de 1962 colocou as duas principais superpotências da época — a União Soviética e os EUA — em rota de colisão e se tornou sinônimo de ameaça de aniquilação nuclear.
Tudo começou quando o líder soviético Nikita Khrushchev quebrou uma promessa e instalou armas nucleares em Cuba, colocando Washington DC e a cidade de Nova York sob sua mira — um teste para o então novo presidente dos EUA, John F. Kennedy.
Kennedy considerou um ataque em grande escala a Cuba, mas decidiu por um bloqueio naval para não permitir a passagem de suprimentos militares, forçando os soviéticos a desmantelar os mísseis e levá-los de volta à Rússia.
Há vários meses, autoridades norte-americanas alertam que a Rússia pode recorrer ao uso de armas de destruição em massa, caso sofra reveses no campo de batalha.
A Ucrânia vem retomando o território ocupado por Moscou, inclusive nas quatro regiões anexadas recentemente.
Na semana passada, o conselheiro de segurança nacional dos EUA, Jake Sullivan, chegou a afirmar que, apesar das sugestões nucleares de Moscou, os EUA não viram sinais de que a Rússia estava prestes a se preparar para usar uma arma nuclear.
Em discurso na sexta-feira passada, Putin disse que os EUA criaram um "precedente" ao usar armas nucleares contra o Japão no final da Segunda Guerra Mundial — um comentário que não passou despercebido pelos governos ocidentais.
Putin também ameaçou usar todos os meios à sua disposição para proteger o território russo.
Mesmo quando Putin assinou os documentos finais anexando formalmente quatro regiões da Ucrânia — Luhansk, Donetsk, Zaporizhzhia e Kherson — as forças de Kiev avançaram dentro das áreas que ele reivindicou.
Além disso, milhares de russos estão fugindo do país em vez de esperar serem convocados para lutar na Ucrânia.
*Com informações da BBC e da CNN
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