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Os europeus fixaram na sexta-feira (02) o limite para o barril russo em US$ 60 e indicaram que esse valor será revisado regularmente, mantendo-se pelo menos 5% abaixo do preço médio de mercado

Vladimir Putin avisou: o país que aderir ao limite de preço fixado para petróleo russo terá o fornecimento suspenso. O presidente da Rússia já havia falado em consequências sem precedentes caso os EUA, europeus e aliados seguissem adiante com o plano de secar a fonte de recursos de Moscou e neste sábado (03) deu uma mostra do que pode fazer.
EUA, União Europeia (UE), Austrália, Reino Unido, Canadá e Japão concordaram na sexta-feira (02) em limitar em US$ 60 por barril o preço do petróleo russo. Esse teto deve entrar em vigor na segunda-feira (05), juntamente com um embargo da UE ao petróleo russo por via marítima.
O representante permanente da Rússia para organizações internacionais em Viena, Mikhail Ulyanov, disse que os apoiadores europeus do teto de preços lamentariam a decisão.
“A partir deste ano, a Europa viverá sem petróleo russo”, publicou Ulyanov no Twitter. “Moscou já deixou claro que não fornecerá petróleo aos países que apoiam o limite de preço antimercado. Espere, muito em breve a UE acusará a Rússia de usar o petróleo como arma."
A ideia do teto de preços é garantir que as sanções contra a Rússia tenham efeito sobre a capacidade de Putin de financiar a invasão da Ucrânia e não estrangulem o mercado mundial de petróleo — vale lembrar que a disparada do petróleo vem alimentando a inflação de todo o mundo.
O plano inicial era adotar uma taxa flutuante. Mas a coalizão temia que um preço flutuante estabelecido abaixo da referência internacional para o Brent permitiria ao presidente russo burlar o mecanismo reduzindo a oferta.
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Putin poderia se beneficiar de um sistema de preços flutuantes porque se os preços do Brent disparassem devido a uma queda no petróleo da Rússia, um dos maiores produtores de petróleo do mundo, Moscou se beneficiaria indiretamente.
A desvantagem do sistema de preço fixo é que exige mais reuniões de coalizão e burocracia para revisá-lo regularmente.
Analistas de energia alertam que os países signatários do teto de preços precisarão do apoio de outros grandes compradores para que esse limite de US$ 60 seja efetivo.
A China e a Índia, por exemplo, aumentaram as compras de petróleo russo após a invasão da Ucrânia para se beneficiar das tarifas com desconto oferecidas por Moscou.
Até o momento, parece haver pouco apetite dessas nações para cumprir o limite. O ministro do petróleo da Índia, Shri Hardeep S Puri, disse à CNBC em setembro que tem um “dever moral” para com os consumidores de seu país.
“Vamos comprar petróleo da Rússia, vamos comprar de qualquer lugar”, afirmou Puri na ocasião.
O gabinete do presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, pediu neste sábado um limite de preço mais baixo para o petróleo russo do que o acordado pelos apoiadores ocidentais da Ucrânia.
Andriy Yermak, chefe do escritório de Zelenskyy, disse que o teto de preço estabelecido na sexta-feira não foi longe o suficiente.
“Seria necessário baixá-lo para US$ 30 para destruir a economia do inimigo mais rapidamente”, afirmou Yermak, assumindo uma posição também favorecida pela Polônia — um dos principais críticos da guerra de Putin na Ucrânia.
*Com informações da CNBC e da Associated Press
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