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O fundo também destaca que provavelmente encerrou o ano com lucros acumulados, mas os números de 2021 ainda precisam passar por auditoria
O tema que domina as conversas sobre fundos de investimento imobiliário há quase dois meses ganhou recentemente novo fôlego para se manter no topo das discussões.
O FII Maxi Renda (MXRF11), que está no centro da polêmica decisão da Comissão de Valores Mobiliários sobre distribuição de dividendos, confirmou que protocolou oficialmente um pedido de reconsideração do entendimento do Colegiado da CVM.
Em relatório gerencial divulgado na última segunda-feira (21), o MXRF11 também destaca que, embora os números de 2021 ainda precisem passar por auditoria independente, “a indicação mais atual é a de que o fundo tenha encerrado o ano com lucros acumulados”.
Para quem não sabe do que se trata, a CVM determinou, no final de janeiro, que o Maxi Renda — um dos maiores FIIs da indústria — precisa pagar rendimentos aos cotistas com base no resultado contábil, e não no regime de caixa.
Na prática, a mudança no entendimento pode afetar justamente a previsibilidade do pagamento de proventos — o que exceder o resultado contábil deverá ser considerado amortização, forma de distribuição sujeita à tributação — e não caiu nada bem entre gestores, influenciadores e investidores.
Com a mobilização do setor, a xerife do mercado de capitais deu sinais de que pode voltar atrás no tema e suspendeu temporariamente a decisão.
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Além da atualização sobre o impasse com a CVM, o relatório do MXRF11 também traz novidades a respeito da situação do caixa e dos dividendos do fundo em janeiro.
Foram auferidos no período rendimentos de R$ 20,63 milhões, ou R$ 0,091 por cota. O FII destaca que essa apuração é feita segundo o regime de caixa.
Conforme explica a gestora, no regime de caixa, os rendimentos são distribuídos quando passam, de fato, pelo caixa do fundo, “então pode haver um descasamento temporal entre os índices/taxas que remuneram os papéis e o efetivo pagamento”.
Esse desencontro entre taxas e pagamentos ocorreu recentemente, por exemplo, quando a cota patrimonial do Maxi Renda teve uma “pequena desvalorização” com as aberturas da curva de juros e seu impacto na marcação à mercado dos Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) que compõem o portfólio.
Por falar em dividendos, enquanto a CVM analisa o recurso do Maxi Renda e define os próximos passos, os fundos imobiliários seguem distribuindo os dividendos apurados em janeiro.
Nesta terça-feira (22) três FIIs depositam dinheiro na conta dos investidores. Os proventos variam de R$ 0,05 a R$ 1,30 por cota e têm como data base 15 de fevereiro.
Confira abaixo quais FIIs distribuem dividendos hoje. Os dados são do site Clube FII.
| Fundo | Valor por cota |
| Mauá High Yield (MCHY11) | R$ 1,30 |
| SIG Capital Recebíveis Pulverizados (SIGR11) | R$ 1,13 |
| SIG Capital Recebíveis Pulverizados (SIGR11) | R$ 0,05 |
| More Gestão Ativa de Recebíveis (MATV11) | R$ 1,10 |
Se a novidade a respeito do embate entre Maxi Renda e CVM deu gás para as conversas de investidores, gestores e analistas do setor, o mesmo não pode ser dito do IFIX.
O principal índice de fundos imobiliários da B3 não consegue se segurar no azul desde a última sexta-feira (18) e, por volta das 15h50, recua 0,07%, aos 2739,66 pontos.
Confira quais fundos registram as maiores quedas do dia:
| Ticker | Fundo | Variação |
| DAMT11B | Diamante | -20,80% |
| PRSN11B | Personale I | -11,80% |
| EGYR11 | Energy Resort | -10,10% |
| BLCA11 | BlueMacaw Catuaí Triple A | -10,00% |
| XPHT12 | XP Hotéis (Cota Ordinária) | -7,01% |
Veja também as maiores altas:
| Ticker | Fundo | Variação |
| FIVN11 | Vida Nova | +26,90% |
| FPNG11 | Pedra Negra Renda Imobiliária | +15,00% |
| KINP11 | Even Permuta Kinea | +6,00% |
| PEMA11 | Performa Real Estate | +5,92% |
| CORM11 | Core Metropolis | +5,38% |
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