O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O fundo, que é o maior da indústria em número de cotistas, aposta em duas estratégias para manter o patamar atual dos proventos

O anúncio de que a inflação medida pelo IPCA-15 — considerado uma prévia do índice oficial brasileiro — recuou 0,73% em agosto embala o mercado acionário brasileiro nesta quarta-feira (24).
A notícia é boa para a bolsa, mas, na outra ponta da renda variável, os fundos imobiliários (FIIs) de papel não reagem tão bem à deflação. Isso porque a categoria investe em títulos de renda fixa ligados ao setor imobiliário cuja rentabilidade está muitas vezes atrelada ao IPCA.
Com isso o IFIX registrava leve recuo de 0,07% por volta das 14h de hoje. Vale relembrar que os recebíveis imobiliários são a categoria de maior peso no índice que reúne os principais FIIs da B3, representando 43% da carteira teórica.
Um fundo de papel, porém, vai na contramão do setor. No mesmo horário, o Maxi Renda (MRXF11) avançava 0,20%, a R$ 10,10.
O FII, que é o maior da indústria em número de cotistas, nada contra a maré ao garantir que seus quase 590 mil investidores não devem temer o efeito da redução do IPCA nos dividendos dos próximos meses.
Em relatório gerencial, o MXRF11 afirma que está em uma “posição confortável para atravessar esse período de deflação sem impacto significativo sobre as distribuições”.
Leia Também
A gestão do Maxi Renda já havia se preparado para mitigar o impacto das variações negativas do IPCA nos proventos.
O fundo aproveitou os meses em que a inflação estava em alta para construir um colchão de segurança financeira. De acordo com o relatório, a reserva acumulada com a correção monetária chega a R$ 45,92 milhões, ou R$ 0,203 por cota.
Para o MXRF11, que distribuiu R$ 0,12 por cota em julho, o valor é suficiente para compensar a queda prevista para o resultado financeiro dos próximos meses.
Além disso, o FII aposta na estratégia de reciclagem da carteira para equilibrar os ganhos. Segundo a gestão, “portfólios de mais baixo risco estão melhor posicionados para atravessar o cenário atual e com retorno ao investidor ainda bastante interessante”.
Em julho, por exemplo, o fundo adquiriu fatia de R$ 48,58 milhões em quatro novos Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e vendeu R$ 2,7 milhões de outros dois títulos de crédito.
Com o rebalanceamento, a alocação por indexadores da carteira de CRIs do Maxi Renda agora está dividida da seguinte forma:
DEU DIVÓRCIO
EM GRANDE ESTILO
FRASE DO DIA
TRANSFERÊNCIA DE RENDA
FÔLEGO PARA PJ
VANTAGEM ASIÁTICA?
DESENROLA 2.0
RUÍDO POLÍTICO
CONHEÇA AS FAVORITAS DE ESG
IGUALDADE DE GÊNERO
PROPINA BILIONÁRIA
RENOVAÇÃO AUTOMÁTICA
OPERAÇÃO SEM REFINO
NÃO TEVE PARA MAIS NINGUÉM
CRAQUE ALÉM DAS 4 LINHAS?
MUITO ALÉM DO CASO YPÊ
MEIO CAMINHO ANDADO
VAI TER SEXTOU
SUPERPRODUÇÃO?
CONCORRÊNCIA DESIGUAL?