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Rodar mais de 10 km com 1 litro de gasolina é realidade em muitos modelos à venda; confira o ranking dos carros flex e híbridos mais eficientes do mercado brasileiro
O consumo de combustível está entre os principais motivos na decisão da compra de um carro. Até por força da lei, modelos “beberrões” ou pouco eficientes sofrem com as novas regras e metas que devem ser atingidas pelo programa automotivo Rota 2030, com uma série de objetivos firmados entre a indústria automotiva e o governo federal para atingirmos maior eficiência energética.
Desde 2018, os investimentos no Rota 2030 pela indústria ajudaram a reduzir em média 12% o consumo dos veículos fabricados no Brasil.
Muito antes disso, em 2008, surgiu o Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular, ou PBE Veicular. A medição indica, por uma etiqueta padrão, o nível de eficiência energética dos veículos – que são classificados de A a E, do mais ao menos eficiente. O estudo é coordenado pelo Inmetro, autarquia federal vinculada ao Ministério da Economia.
Hoje fazem parte da tabela 743 versões de modelos de 33 marcas, entre automóveis de passeio e comerciais leves, nacionais e importados. Periodicamente eles são atualizados, com a chegada de novos produtos e mudanças nos motores.
Enquanto na prática o que entendemos de consumo é o km/litro que o carro faz, as medições do PBE são expressas em megajoules por quilômetro (MJ/Km), ou consumo energético, que significa o que cada carro gasta para se deslocar. Quanto menor esse valor, mais eficiente é o veículo.
Por isso, os elétricos encabeçam a lista. O mais eficiente de todos é o Renault E-Kwid, com consumo energético de 0,44 MJ/km, o que equivale, segundo o Inmetro, a 52,7 km/l na cidade e 39,6 km/l na estrada. O E-Kwid recebeu a letra A na Classificação do PBE.
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Na outra ponta, está o modelo mais beberrão à venda no Brasil: a picape RAM Classic com motor 5.7 V8 de 400 cv faz 5,2 km/l (ciclo urbano) e 6,4 km/l (rodoviário). Em consumo energético, leva a nota de 3,96 MJ/km. Mas parece que isso não preocupa quem está disposto a gastar R$ 350 mil na picape. Tem até fila de espera.
Empatado em consumo energético de 3,96 MJ/km, está a Lamborghini Huracan EVO, que vem equipada com motorzão V10 de 5,2 litros com 640 cv. Chega aos 100 km/h em apenas 2,9 segundos. Com toda essa potência, o superesportivo consome muita gasolina: faz na cidade 5,1 km/l e na estrada, 6,8 km/l. Preço do brinquedo: R$ 3,8 milhões, de acordo com a tabela Fipe.
Tanto a RAM Classic quanto a Lamborghini Huracan recebem a letra E na Classificação do PBE.
As medições de consumo dos carros pelo Inmetro são feitas em laboratório, com a utilização de robôs ou profissionais, em um dinamômetro. Condições de direção, temperatura e qualidade do combustível, por exemplo, são padronizadas.
Por isso, conforme o motorista, essas medições podem ser bem diferentes ou até melhores que as alcançadas pelo órgão. Servem de referência entre os veículos, e também como base de emissões.
Situações de trânsito como congestionamento, dirigir de forma agressiva, velocidade alta, aceleração e frenagem brusca, excesso de peso, pneus descalibrados, combustível de baixa qualidade e falta de manutenção afetam diretamente o consumo, que pode ficar inferior ao divulgado.
Listamos os 10 carros flex e os 10 híbridos mais econômicos no mercado, seus dados de consumo e preços. Confira a seguir.
Modelo / motor / câmbio | Consumo etanol Cidade / Estrada (km/l) | Consumo gasolinaCidade / Estrada (km/l) | Consumo energético(megajoules por km) | NotaPBE | Preçosugerido(a partir de) |
| 1º Renault Kwid 1.0 M5 | 10,8 / 11 | 15,3 / 15,7 | 1,36 | B | R$ 66.590 |
| 2º Peugeot 208 1.0 M5 | 10,4 / 11,3 | 14,7 / 16,3 | 1,37 | B | R$ 80 mil |
| 3º Chevrolet Onix Plus1.0 M6 | 9,5 / 12,4 | 13,6 / 17,5 | 1,40 | B | R$ 86.180 |
| 4º Volkswagen Polo TSI 1.0 M5 | 9,6 / 11,5 | 14 / 16,4 | 1,42 | B | R$ 93 mil |
| 5º Chevrolet Onix 1.0 M6 | 9,5 / 12 | 13,8 / 16,6 | 1,42 | B | R$ 81.170 |
| 6º Fiat ArgoDrive 1.0 M5 | 9,8 / 11 | 14,1 / 15,8 | 1,43 | B | R$ 79.690 |
| 7º Fiat MobiEasy 1.0 M5 | 9,8 / 11 | 14,2 / 15,5 | 1,44 | B | R$ 66.580 |
| 8º Hyundai HB20S 1.0 M5 | 10 / 10,6 | 13,7 / 15,2 | 1,46 | B | R$ 86.390 |
| 9º Volkswagen Polo MPI 1.0 M5 | 9,6 / 10,9 | 14 / 15,4 | 1,46 | B | R$ 83.000 |
| 10º Hyundai HB20 1.0 M6 | 9,8 / 10,7 | 13,1 / 15 | 1,50 | B | R$ 77.190 |
Os modelos com motor 1.0 aspirados acoplados a transmissões manuais estão no topo da lista dos flex mais econômicos. Entre os turbos, apenas o novo VW Polo, recém-lançado, atingiu uma excelente eficiência.
A Hyundai, por sua vez, tirou de linha as opções hatch e sedã do HB20 equipadas com motor 1.0 turbo com câmbio manual, o que lhes conferiam boas posições na tabela de eficiência. Mas a marca agora só oferece esse motor com a transmissão automática, o que já torna seu consumo mais elevado – nem estão entre os dez mais econômicos da lista.
O mesmo ocorre com os Chevrolet Onix, que deixaram de ser vendidos nas versões hatch e sedã com motor 1.0 turbo e transmissão manual, sendo agora apenas automática.
Modelo / motor / Tipo de híbrido | Consumo gasolinaCidade /Estrada (km/l) | Consumo energético(megajoules por km) | NotaPBE | Preçosugerido(a partir de) |
| 1º Caoa CheryTiggo 81.5 Turbo PHEV | 30,3 / 26,9 | 0,67 | A | R$ 280 mil |
| 2º Volvo XC602.0 PHEV | 26,7 / 24,3 | 0,77 | A | R$ 400 mil |
| 3º Jeep Compass 4xe 1.3 Turbo PHEV | 25,4 / 24,2 | 0,80 | A | R$ 347.300 |
| 4º Mini Countryman1.5 PHEV | 23,3 / 27 | 0,80 | A | R$ 278.590 |
| 5º Volvo XC902.0 PHEV | 23,5 / 21,2 | 0,90 | A | R$ 520 mil |
| 6º Audi Q52.0 PHEV | 22,4 / 21,6 | 0,92 | A | R$ 448 mil |
| 7º Jaguar F-Pace2.0 PHEV | 19,8 / 25,6 | 0,93 | A | R$ 604.250 |
| 8º Audi Q5 Sportback 2.0 PHEV | 21,9 / 21,5 | 0,93 | A | R$ 478 mil |
| 9º Land Rover Range Rover Velar2.0 PHEV | 19,6 / 20 | 1,04 | A | R$ 614 mil |
| 10º Kia Niro1.6 HEV | 19,8 / 17,7 | 1,10 | A | R$ 205 mil |
O recém-lançado chinês Caoa Chery Tiggo 8 Hybrid (plug-in), de acordo com o Inmetro, faz impressionantes 30 km por litro de gasolina na cidade.
E assim como os demais híbridos, carros com essa tecnologia são mais econômicos ao rodar em percursos urbanos do que na estrada, ao contrário do que acontece com veículos apenas a combustão.
Isso porque eles possuem sistemas de regeneração – em frenagens e desacelerações que são mais comuns na cidade do que em rodovias – que resultam em recargas extras da bateria, além da tomada, aumentando seu funcionamento elétrico ao invés de consumir gasolina.
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