Putin se envolveu? A decisão do Spotify (S1PO34) que pode deixar os russos sem ouvir Anitta — e sem serviço
Plataforma de música e podcasts por streaming não está sozinha: Apple e Google também recuaram enquanto tropas avançam sobre a Ucrânia

A sexta-feira (25) foi histórica para Anitta, que alcançou o primeiro lugar no Spotify Global. E o dia também foi um marco para os russos que, além de não poder ouvir “Envolver” — a música que fez a cantora atingir o topo das paradas de sucesso internacionais — ficarão sem suas playlists favoritas.
A plataforma de música por streaming anunciou hoje a decisão de se retirar inteiramente da Rússia, com a previsão de que suas operações sejam totalmente suspensas no país até o final de abril.
O Spotify já havia parado de oferecer assinaturas premium na Rússia, mas seu serviço gratuito ainda estava disponível. No início deste mês, a plataforma informou que fecharia um escritório no país e removeria o conteúdo da mídia estatal russa.
Mas o que levou o Spotify a sair da Rússia? Será que a empresa seguiu os passos de outras gigantes que deixaram o país sob a pressão das sanções do Ocidente — e pelo temor de arranhar sua imagem por conta da guerra na Ucrânia?
O motivo da saída do Spotify
O que explica a saída do Spotify da Rússia é um conjunto de leis recentes que restringem as operações de notícias no país que, segundo a plataforma de música, pode colocar seus funcionários em risco.
Leia Também
Mais um adeus à B3: Claro assume Desktop (DESK3) por R$ 1,75 bilhão e prepara OPA. O que muda para quem tem as ações?
O Spotify é mais conhecido como streamer de música, mas também hospeda e distribui uma variedade de podcasts com conteúdo político.
- IMPORTANTE: liberamos um guia gratuito com tudo que você precisa para declarar o Imposto de Renda 2022; acesse pelo link da bio do nosso Instagram e aproveite para nos seguir. Basta clicar aqui
Com a invasão da Ucrânia, o governo russo tem aumentado a repressão à divulgação de notícias e às mídias que podem lançar uma luz negativa sobre a guerra.
A imprensa tradicional também tem sido afetada. A BBC suspendeu as operações na Rússia no início deste mês antes de anunciar que retomaria as reportagens.
A CNN e o New York Times também reduziram seus funcionários e operações no país, e alguns jornais estão removendo assinaturas de repórteres na Rússia.
Apple e Google recuam
O Spotify não está sozinho na decisão de sair da Rússia. Outras empresas de tecnologia, incluindo Apple e Google, recuaram e pararam de oferecer produtos e serviços no país.
Vários bancos e marcas de varejo, como McDonald's e Starbucks, também pararam de operar no país após a invasão da Ucrânia no mês passado.
As empresas que continuam a operar no país enfrentam desafios, incluindo serviços de pagamento limitados, logística e um rublo fraco.
FUTURO DA 'FILHA DO DIVÓRCIO'
Todo mundo quer a Farm: ações da Azzas 2154 (AZZA3) lideram as altas no Ibovespa com chuva de propostas no radar
1 de outubro de 2026 - 12:38APOSTAS SAÍRAM DO CARRINHO
Com proibição das bets, duas ações do varejo podem ser as mais beneficiadas, mas Eleven faz alerta para a recuperação do setor
1 de outubro de 2026 - 12:12ROXINHO NÃO VAI ÀS COMPRAS?
Nubank (ROXO34) nega compra bilionária de fintech britânica Monzo após tombo em NY; ações sobem forte no pré-mercado
1 de outubro de 2026 - 9:35PANDA BONDS
A operação bilionária da Vale (VALE3) na China: mineradora conta os planos dessa estreia
30 de setembro de 2026 - 19:53BANCOS
Dia cheio no Bradesco (BBDC4): de R$ 3,8 bilhões em JCP a leilão de sobras de ações até o “Pix” internacional
30 de setembro de 2026 - 19:33QUEM SOBE QUANDO OS JUROS CAEM?
JP Morgan aumenta pessimismo com Natura (NATU3) e corta recomendação; veja as varejistas preferidas do banco para surfar o rali eleitoral
30 de setembro de 2026 - 12:10CORTANDO ONDE DÁ
Como o Grupo Pão de Açúcar (PCAR3) quer transformar uma despesa milionária em fonte de receita em meio à recuperação
30 de setembro de 2026 - 10:53REESTRUTURAÇÃO CORPORATIVA
Raízen (RAIZ4) quer trocar o conselho, mexer no capital e entregar até R$ 35 bilhões em novos papéis aos acionistas
30 de setembro de 2026 - 10:33GOVERNANÇA
CEO bumerangue: por que empresas, como Natura e Ri Happy, trazem antigos líderes de volta — e quando isso vira um sinal de alerta
30 de setembro de 2026 - 6:12CHEQUE EM BRANCO
Do sonho de construir um ‘avião de ponta-cabeça’ ao banco do futuro: o que o CEO da Revolut prevê para o seu dinheiro
29 de setembro de 2026 - 19:42GATILHO BILIONÁRIO
IRB (IRBR3): nova lei reduz impostos e pode liberar vantagem bilionária para a resseguradora
29 de setembro de 2026 - 14:11DANÇA DAS CADEIRAS
Copasa (CSMG3) troca liderança e aumenta poderes do governo de MG com a golden share; entenda as mudanças
29 de setembro de 2026 - 10:21MAIS UMA FRONTEIRA
BTG Pactual (BPAC11) conquista licença de banco no Peru e acelera expansão internacional; veja o que muda
29 de setembro de 2026 - 10:00Marketing Digital
R$ 42,7 bilhões em publicidade digital: Por que as marcas estão indo além do anúncio para conquistar a atenção do público
29 de setembro de 2026 - 9:00RECUPERAÇÃO JUDICIAL
Do Chapter 11 para o 15: o que significa a decisão favorável da Ambipar (AMBP3) nos EUA
28 de setembro de 2026 - 19:34TCHAU OU ATÉ LOGO?
Presidente do conselho da Tupy (TUPY3) renuncia, mas não deve dar adeus à empresa
28 de setembro de 2026 - 19:24REVANCHE EM SOLO INGLÊS
Nubank tomba quase 9% em NY após rumor de compra bilionária no Reino Unido; roxinho prepara revanche contra a Revolut?
28 de setembro de 2026 - 15:51DE OLHO NO FUTURO
WEG (WEGE3) anuncia dois investimentos milionários em grandes avenidas de crescimento da próxima década
28 de setembro de 2026 - 15:15OLHO NA TARJA
O detalhe que levou a Anvisa a proibir a Hypera Pharma (HYPE3) de divulgar a caneta emagrecedora Semavy
28 de setembro de 2026 - 7:54ENTREVISTA EXCLUSIVA