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PROVENTOS FARTOS

Petrobras (PETR4) revela valor por ação corrigido dos dividendos que depositará na conta dos acionistas em maio; confira

Os proventos complementares, que serão pagos a partir do dia 16 do próximo mês, equivalem a R$ 2,9422641 por ação

Fachada de prédio da Petrobras (PETR3 e PETR4) | Dividendos
Fachada de prédio da Petrobras - Imagem: Shutterstock

Além de analisar as indicações para o conselho de administração e presidência, a assembleia geral de acionistas da Petrobras (PETR4) também aprovou hoje os dividendos relativos ao exercício social do ano passado.

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Parte do valor, que chega a R$ 7,773202 por ação, já foi distribuído antecipadamente, mas uma parcela ainda será paga no próximo mês.

Os proventos complementares, cujo deposito na conta dos investidores detentores de ações ordinárias ou preferenciais está marcado para 16 de maio, equivalem a R$ 2,9422641 por ação. Originalmente eram R$ 2,8610762, mas a cifra foi corrigida pela taxa Selic entre o final do ano e esta quarta-feira (13).

Os donos de American Depositary Receipts (ADRs), negociados na Bolsa de Nova York, receberão a mesma soma a partir do dia 23 do mesmo mês.

A data de corte para ter direito aos dividendos era hoje. Ou seja, a partir de amanhã as ações serão negociadas "ex-direitos" e passarão por um ajuste na cotação referente aos proventos já alocados.

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Petrobras (PETR4) pode pagar até US$ 10 bi em dividendos adicionais

Além dos dividendos já anunciados, a Petrobras pode divulgar um provento extra de até US$ 10 bilhões no primeiro trimestre de 2022, dado o bom momento da empresa. Essa é aposta do Goldman Sachs, que está mais otimista quanto ao desempenho financeiro da companhia no curto prazo.

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Para o banco, chama a atenção o forte crescimento de 81% no Ebitda (o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) previsto para o primeiro trimestre, de US$ 15,8 bilhões — o número é 30% maior que o consenso do mercado neste momento.

Em bases anuais, o lucro líquido da Petrobras deve chegar a R$ 31,7 bilhões; no mesmo período de 2021, foi de R$ R$ 1,3 bilhão.

E por que os analistas do Goldman acreditam numa distribuição tão farta de dividendos por parte da Petrobras (PETR4)? Bem, tudo parte da própria política de remuneração aos acionistas da estatal.

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O estatuto da petroleira vincula o montante de dividendos ao endividamento bruto: se os compromissos financeiros forem inferiores a US$ 60 bilhões, a Petrobras poderá distribuir aos acionistas uma quantia maior que o normal em proventos — e, ao menos ao fim de 2021, a dívida bruta da companhia era de US$ 58,7 bilhões.

Assim, o Goldman parte do princípio que essa condição será cumprida novamente no primeiro trimestre deste ano. Nesse cenário, os dividendos podem chegar a 60% da diferença entre o fluxo de caixa operacional (FCO) e os investimentos (Capex). E, segundo os cálculos do banco, essa conta deve chegar a cerca de US$ 5 bilhões.

Mas há um porém: com o petróleo mais caro, o fluxo de caixa da Petrobras no primeiro trimestre deve ser turbinado. E, caso a empresa também leve em conta os dados de abril — o balanço está marcado para o dia 5 de maio —, o resultado da conta vai ficar ainda mais polpudo, podendo chegar a US$ 10 bilhões.

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