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Segundo a Abicom, o preço do diesel está 14% acima do praticado no mercado internacional, enquanto o da gasolina está 8%
Apesar de ter promovido cortes no preço dos combustíveis nos últimos dias, a Petrobras (PETR4) ainda terá que colocar o pé no acelerador das reduções se quiser acompanhar o mercado internacional, especialmente no diesel.
Com o petróleo em queda e o dólar mais fraco, o preço do diesel no mercado brasileiro está 14% acima do praticado no exterior, segundo a Abicom (Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis).
De acordo com a entidade, a petroleira teria que fazer uma nova diminuição de R$ 0,64 por litro nos preços praticados às distribuidoras caso deseje atingir a paridade.
No último dia 4, a Petrobras anunciou um corte de R$ 0,20 por litro do diesel em suas refinarias. Desde a última sexta-feira (5), o valor médio de venda do combustível passou a ser de R$ 5,41 por litro.
A queda no preço do diesel acontece em meio à pressão do governo sobre a estatal para conter a escalada de preços dos combustíveis.
Também na quinta-feira, o presidente Jair Bolsonaro elogiou o corte do diesel e disse esperar mais reduções por parte da Petrobras.
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A queda surpreendeu os analistas do mercado. Isso porque, uma semana antes, os diretores da estatal afirmaram que era cedo para alterar o preço do diesel, uma vez que o mercado de combustíveis apresentava grande volatilidade.
Segundo comunicado, a Petrobras defende que a redução foi coerente com a prática de preços da companhia.
A petroleira tem como política mudar os preços apenas quando existir uma mudança estrutural, e não somente conjuntural.
Apesar da grande montanha-russa de preços no mercado de petróleo nos últimos dias, a commodity segue abaixo dos US$ 100 o barril.
Por volta das 14h desta segunda-feira (08), os contratos do Brent — referência no mercado internacional — para outubro eram negociados em alta de 1,03%, cotados a US$ 95,90 o barril.
Enquanto a Petrobras anunciou duas reduções no valor da gasolina que sai das refinarias no final de julho, o diesel caiu apenas uma vez. O desconto na gasolina totalizou R$ 0,35 por litro.
Mesmo assim, o preço no mercado interno está 8% acima do praticado no Golfo do México, usado como referência pelos importadores — isto é, uma diferença de R$ 0,28 por litro.
A Acelen, controladora da refinaria de Mataripe e responsável por 14% do fornecimento de combustíveis no país, tem feito reajustes semanais da gasolina e do diesel.
Desse modo, a paridade internacional na refinaria está mais próxima do que na Petrobras. Tanto a gasolina quanto o diesel estão apenas 5% acima dos preços praticados no Golfo do México.
*Com informações de Estadão Conteúdo
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