Itaúsa (ITSA4) e Votorantim querem pagar R$ 4,1 bilhões pela fatia da Andrade Gutierrez na CCR (CCRO3), um prêmio de 4,96% em relação ao fechamento de ontem
Diante da proposta da Itaúsa e da Votorantim, controladores da CCR têm 60 dias para decidir se exercerão ou não o direito de preferência

A Itaúsa (ITSA4) e o Grupo Votorantim aliaram-se em uma proposta para comprar a fatia da Andrade Gutierrez na CCR (CCRO3).
O consórcio formado pela holding de participações do banco Itaú e pela gigante de gestão de investimentos fundada por José Ermírio de Moraes pretende desembolsar R$ 4,1 bilhões pela participação de 14,86% da Andrade Gutierrez na CCR.
De acordo com um comunicado da Itaúsa a seus acionistas, a holding pretende entrar com R$ 2,9 bilhões no negócio. O restante seria integralizado pela Votorantim.
Oferta da Itaúsa e da Votorantim indica prêmio de 4,96% sobre fechamento de ontem
A oferta abrange pouco mais de 300 milhões de ações detidas pela Andrade Gutierrez a R$ 13,75 cada. A proposta indica um prêmio de 4,96% sobre o fechamento de CCRO3 ontem.
Altamente endividada, a Andrade Gutierrez tem sido pressionada por credores a se desfazer de sua participação na CCR.
A oferta do consórcio abre as negociações para a assinatura de um contrato formal.
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Ao mesmo tempo, a Andrade Gutierrez comunicou aos demais integrantes do bloco de controle da CCR que eles têm 60 dias para exercer direito de preferência.
Depois da saída da Andrade Gutierrez do bloco, a CCR tem como controladores a Mover (antiga Camargo Correa) e o grupo Soares Penido.
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