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Aliados de Simone Tebet no MDB gaúcho e também líderes tucanos cobram que a senadora assuma pessoalmente a articulação, mas ela resiste
Uma das principais dificuldades antecipadas à formação de uma ampla chapa alternativa com vistas às eleições presidenciais de 2022 era unir interesses muitas vezes antagônicos na busca por um objetivo comum. Pois essa previsão vem se provando, mais uma vez, realista. Encerrada a briga de foice que levou à definição de Simone Tebet (MDB) como pré-candidata da terceira via, agora um impasse regional entre legendas adia a definição sobre Tasso Jereissati (PSDB) como vice na chapa.
Último passo antes do PSDB e MDB formalizarem o acordo na eleição presidencial, a articulação entre os dois partidos no Rio Grande do Sul travou. Com isso, os tucanos estão segurando o anúncio do senador Tasso Jereissati (CE) como vice na chapa presidencial da também senadora Simone Tebet (MS).
Aliados de Simone Tebet no MDB gaúcho e também líderes tucanos cobram que a senadora assuma pessoalmente a articulação, mas ela resiste. Por ora, a pré-candidata tem feito apenas gestos à distância.
O primeiro movimento esperado é convencer o ex-senador Pedro Simon, decano do MDB, a declarar apoio ao ex-governador Eduardo Leite.
Tal manifestação abriria caminho para a desistência do deputado estadual Gabriel Souza, pré-candidato do MDB ao governo gaúcho.
Embora seja um entusiasta da senadora, Simon resiste em fazer uma declaração pública a Leite.
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Segundo pessoas próximas, o ex-senador teme se indispor com os emedebistas e espera que Gabriel Souza tome a iniciativa e aceite ser vice na chapa de Leite.
No fim da tarde de ontem, o MDB gaúcho divulgou nas redes sociais uma postagem na qual relatou que o PSDB local formalizou o pedido de apoio da sigla para Leite.
Houve reunião em Porto Alegre com dirigentes das duas siglas. No texto, porém, o diretório local do MDB frisou que o partido lançou candidatura própria nas últimas dez eleições, e venceu quatro delas.
Há no Rio Grande do Sul um choque de gerações no MDB. Os "cabeças brancas" do partido já sinalizaram que aceitam apoiar Leite e estão envolvidos na pré-campanha de Simone Tebet. Entretanto, eles resistem em pressionar Souza com receio de rachar o partido e se indispor com a militância. O partido hoje está à frente da prefeitura de Porto Alegre.
Os "cabeças pretas" do MDB gaúcho são liderados por Souza, que tem 38 anos e comanda o diretório estadual após vencer o deputado da velha guarda Alceu Moreira (RS) em uma disputa interna.
Com as tratativas emperradas, Leite afirmou em entrevista ao jornal O Globo que o impasse "ameaça" o apoio do PSDB a Simone Tebet.
"Não se trata apenas de uma contrapartida por um apoio político. Trata-se de uma demonstração clara de um entendimento num projeto nacional", disse o ex-governador.
Enquanto uma solução não é encontrada, Simone Tebet segue encontrando dificuldade para crescer nas pesquisas de intenção de voto. Segundo o último Datafolha, divulgado ontem, Simone Tebet tem a preferência de apenas 1% do eleitorado nacional.
*Com informações do Estadão Conteúdo.
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