Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
VENTANIA NAS BOLHAS

SPX prevê tempestade nos mercados com aperto do Fed nos juros; veja como a gestora de Rogério Xavier vai se proteger do temporal

A gestora acredita que os ventos fortes que acompanharão esse temporal muito provavelmente estourarão diversas bolhas de ativos

Rogério Xavier, sócio-fundador da SPX Capital | Fed | meta de inflação
Rogério Xavier, sócio-fundador da SPX Capital - Imagem: Divulgação/Santander

Depois de sustentar um discurso de inflação transitória ao longo do ano passado, o Federal Reserve mudou o tom e se mostra disposto a lutar contra a alta dos preços nos Estados Unidos com armas que incluem um agressivo aperto monetário. E, segundo a SPX Capital, não há como saber quais serão as consequências dessa batalha para os mercados.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“No cenário atual, a inflação é a vilã. Ao lutar contra ela, o Fed mexerá nas placas tectônicas do mercado. O que sairá disso, ninguém sabe; mas a história diz que não é bom ficar de peito aberto na frente dessa tempestade que vai chegar”, alerta a gestora de Rogério Xavier em sua carta mensal.

A SPX prevê ainda que os ventos fortes que acompanharão esse temporal muito provavelmente estourarão bolhas de ativos criadas após anos de políticas muito estimulativas do lado monetário e frouxas no campo fiscal. 

Difícil dizer o alcance dessas bolhas, mas dá para dizer que houve exageros que vão precisar ser corrigidos. Correções quase sempre são traumáticas e imprevisíveis. É possível saber como começam, mas nunca se sabe como terminam.

SPX Capital

O guarda-chuva da SPX

Mas, para a sorte dos investidores, quem prevê o temporal também explica quais ferramentas podem ser utilizadas para se proteger contra a tempestade dos juros. De acordo com a SPX, as mais eficazes são aquelas que permitem a saída rápida do capital em situações adversas.

“Temos trabalhado cada vez mais com a opção do imponderável. Eventos raros têm sido mais comuns do que seria esperado. Com isso em mente, temos buscado oportunidades em que não precisamos carregar nossas alocações por um período longo”, diz a carta assinada por Xavier.

Leia Também

VIGILÂNCIA SANITÁRIA

Anvisa proíbe chá e medicamento que promete efeito emagrecedor semelhante ao Mounjaro; veja lista completa

Conteúdo Empiricus

Dá para lucrar com as eleições? Conheça a estratégia que buscou até 586% em ciclos eleitorais passados

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por aqui, a gestora se mantém comprada em inflação implícita. Mas, atenta à postura mais agressiva do Banco Central, posiciona-se também em uma desinclinação da curva dos preços na parte curta.

Além disso, indica que o dólar seguirá com uma boa performance neste cenário, seja contra moedas de países emergentes ou desenvolvidos. 

Um teto de ações, commodities e crédito

Quando o assunto são as ações, a SPX divide suas escolhas entre os mercados locais e internacionais. No primeiro caso, a gestora aposta contra as fintechs e o setor de mineração, mas mantém posições compradas em papéis dos segmentos financeiro e de transporte.

Na parte internacional da carteira, a preferência ainda é por setores mais defensivos. De olho na flexibilização da política monetária e fiscal que buscam impulsionar o crescimento da China, a gestora também inicia um posicionamento comprado no gigante asiático.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já em commodities, a novidade é a volta dos Grãos, que se juntam às alocações em Energia, Metais Industriais e Crédito de Carbono já existentes no portfólio.

Por fim, no mercado de crédito da América Latina, a gestora opta por concentrar-se em posições de valor relativo e seguir com alguns nomes idiossincráticos - ou seja, com risco particulares - “que não são altamente correlacionados ao mercado de juros americanos”. Nos EUA, as alocações são nos setores de Energia e Transportes.

Onde NÃO buscar abrigo

Além de mostrar aquele que acredita ser o caminho para longe da tormenta, a gestora de Rogério Xavier também diz onde os investidores não devem buscar abrigo contra a tempestade. 

Veja abaixo ativos que, na opinião de Xavier, “estão no topo da pirâmide dos mercados que serão os mais afetados” pelo cenário.

  • Algumas ações de tecnologia;
  • Títulos de empresas de alto risco;
  • Moedas de países emergentes com fundamentos ruins;
  • Títulos governamentais que passaram anos se endividando com juros baixos ou negativos;
  • Commodities como os metais preciosos.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No mês de dezembro, o SPX Nimitz rendeu 1,78%, contra CDI de 0,76% no mesmo período. Com isso, o fundo multimercado macro da gestora fechou o ano com ganhos de 11,71% em 2021.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
14 de agosto de 2026 - 11:22
Máquina de milionários das loterias em manutenção. Lotofácil, Quina, Mega-Sena. 14 de agosto de 2026 - 6:54
Logo da MRV (MRVE3) nas cores verde e amarelo 13 de agosto de 2026 - 12:28
carros veículos 12 de agosto de 2026 - 17:29
Estação de tratamento de esgoto 12 de agosto de 2026 - 14:30
Fachada do edifício sede da Petrobras 12 de agosto de 2026 - 10:00
discord rede social plataforma digital 11 de agosto de 2026 - 15:15
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar