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Rendimento médio por hora trabalhada continua a crescer e o desemprego registra mais uma queda consecutiva. A inflação segue no radar

Contrariando as expectativas de muitos analistas, a economia norte-americana desacelerou o ritmo de contratações em dezembro, quando comparado a novembro.
Mesmo assim, o desemprego no país chegou em 3,9%, menor patamar desde o início da pandemia.
As estatísticas foram publicadas na manhã desta sexta (7); confira os principais destaques:
Apesar do resultado representar o 12º mês consecutivo de crescimento no emprego, os números foram mais fracos do que o esperado. O consenso entre os economistas, coletado pela Bloomberg, era de que seriam criadas mais de 400 mil vagas em dezembro, mais do que o dobro do observado.
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, repercutiu a queda na taxa de desemprego, que classificou como a mais forte da história no período de um ano.
Biden também destacou o avanço da remuneração média para vagas de não supervisores ligadas diretamente à produção. "Estamos nos movendo para empregos melhores, com maiores salários e mais benefícios", disse o presidente americano.
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Quem também comentou o assunto foi o Bank of America Merrill Lynch (BofA). Em relatório que trata do cenário econômico nos EUA, o banco chamou atenção para o acréscimo de 141 mil vagas nos dados de outubro e novembro, o que, na sua análise, ameniza a frustração que as 199 mil vagas criadas em dezembro causariam quando comparadas às expectativas.
O BofA também falou da inflação norte-americana, chamando atenção para o tom austero da ata do Fed e para a necessidade de apertar o passo na retirada de estímulos e na subida dos juros.
O tema, aliás, não escapou ao pronunciamento do presidente norte-americano, que disse ainda se preocupar com a inflação. Apesar disso, reiterou a confiança de que o Fed será capaz de cumprir as metas de pleno emprego e estabilidade de preços.
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