O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Divergências entre diferentes unionistas e nacionalistas na Irlanda do Norte pode acabar afetando relação entre Reino Unido e União Europeia
O primeiro ministro do Reino Unido, Boris Johnson, esteve hoje (16) em Hillsborough, na Irlanda do Norte, para discutir os termos do acordo que, no contexto do Brexit, estabeleceu a necessidade de inspeção em bens que transitem entre a Grã-Bretanha e a Irlanda do Norte, que permanece no Mercado Único Europeu.
A viagem, organizada às pressas, acontece depois do Partido Unionista Democrático (PUD) bloquear a formação de um novo governo, apesar da derrota nas eleições de 5 de maio, em que, pela primeira vez em 101 anos, venceram os nacionalistas do Sinn Féin.
Na Irlanda do Norte, as regras para a formação do executivo preveem a necessidade de acordo entre as forças.
A Irlanda do Norte é o único território do Reino Unido que possui fronteira terrestre com um país da União Europeia, a República da Irlanda, e por isso exige tratamento especial de ambos os lados.
Antes do Brexit, tudo o que passava pela região estava sujeito às mesmas regras comerciais, o que permitia a livre circulação das mercadorias. Depois do Brexit, diferentes graus de inspeção passaram a ser exigidos, já que a União Europeia possui regras bastante rígidas para permitir a entrada de mercadorias no bloco.
A solução encontrada foi inspecionar as mercadorias que transitam entre Grã-Bretanha e a Irlanda do Norte, permitindo assim a manutenção do livre trânsito entre Irlanda do Norte e a Irlanda. Além disso, produtos comercializados na Irlanda do Norte ficaram sujeitos às regras europeias.
Leia Também
A instabilidade política da região, que inclusive motivou o acordo que hoje possibilita que o PUD obstrua a formação de um novo executivo, também foi levada em consideração na elaboração do protocolo, já que evita uma fronteira física nas ilhas da Irlanda, garantindo a manutenção do Acordo de Sexta-Feira Santa de 1998.
Depois do encontro com os cinco principais partidos de Stormont, Boris Johnson disse que gostaria de resolver os problemas de maneira consensual e negociada, de maneira a evitar a instalação de algumas destas barreiras no sentido leste-oeste (da Irlanda do Norte para a Grã-Bretanha).
A presidente do partido que venceu as eleições, Mary Louy McDonald, também se pronunciou e chamou de inaceitável o que chamou de táticas de obstrução em relação ao protocolo. Para ela, o governo britânico estaria provocando de maneira perigosa as instituições europeias e fazendo da sociedade um “refém”.
Já o líder do DUP, Sir Jeffrey Donaldson, disse que julgaria a atuação de Boris Johnson através de suas ações e não palavras, e justificou a escolha de barrar a constituição de um novo poder executivo — segundo ele, não se pode haver compartilhamento de poder sem consenso, e neste momento não há consenso.
Quem não está gostando nada da confusão que vai se armando em Belfast é a União Europeia. O vice-presidente da Comissão Europeia, Maros Sefcovic, disse que as ameaças por parte do Reino Unido são inaceitáveis e reforçou sua preocupação com a possibilidade de Boris Johnson tomar decisões de forma unilateral.
Também pesa para isso o fato de que Boris Johnson tem defendido a revisão do acordo, utilizando o argumento de que a guerra na Ucrânia e a pandemia mudaram de maneira decisiva a realidade da região, obrigado uma repactuação.
O problema é que a União Europeia já propôs mudanças ao protocolo em outubro de 2021, quando chegou a defender mais flexibilidade para bens como remédios, plantas e alimentos, o que foi rejeitado pelo Reino Unido.
Para complicar ainda mais a situação, a secretária de relações exteriores de Boris Johnson, Liz Truss, disse na semana passada que o governo britânico “não terá escolha a não ser agir” caso a União Europeia não demonstre a flexibilidade necessária.
De uma maneira ou de outra, o governo do Reino Unido não parece totalmente decidido de que a única saída possível é romper o protocolo de maneira natural, e mesmo que esse fosse o caso, seria necessário enfrentar a oposição internamente e o processo exigiria tempo.
De 6 meses a 1 ano — segundo Mujtaba Rahman, da consultoria Eurasia. Assim, o risco de uma guerra comercial estaria ainda um pouco distante no tempo.
Outro analista, Christopher Granville, da TS Lombard, defendeu, em entrevista à CNBC, que a postura de Westminister seria, na verdade, uma maneira de se engajar na disputa política interna ao Reino Unido, ao demonstrar que está batendo de frente com a União Europeia.
Segundo Lombard, a posição de Boris Johnson também teria o objetivo de tirar o foco de problemas como o custo de vida em alta e o resultado desfavorável em eleições regionais.
*Com informações da CNBC e BBC
Lula convence Fernando Haddad à candidatura do governo de São Paulo e presidente anuncia Dario Durigan como o novo ministro da Fazenda
Entidades apoiam medida do governo que endurece a fiscalização do piso mínimo do frete e cria regras mais rígidas para o pagamento aos caminhoneiros
Enquanto a Lotofácil e a Quina seguem com sorteios diários, Dupla Sena tem nesta sexta-feira (20) o último sorteio antes da Dupla de Páscoa.
O Seu Dinheiro foi atrás de todas as informações que você precisa antes de ir para o Lollapalooza 2026; veja o “manual de sobrevivência”
Concorrência deve aumentar após quebra de exclusividade, mas novas versões ainda dependem de aprovação da Anvisa
“O cenário global atravessa um dos choques mais severos da história recente, elevando preços e intensificando a disputa internacional por suprimentos”, disse o Sindicom em nota
Banco se baseia em análises políticas que indicam um limite para a participação dos Estados Unidos no conflito
“Emergência Radioativa” resgata acidente com césio-137 em 1987 e mostra como a contaminação se espalhou rapidamente
Com o país em alerta para uma possível nova paralisação, lembrança de 2018 volta ao radar; preços já se aproximam de níveis críticos em algumas regiões
Mesmo sem estar acumulada, a Lotofácil promete prêmio de R$ 7 milhões nesta quinta-feira. Isso porque o número do concurso tem final zero. Mega-Sena só paga mais que a Quina hoje.
Mesmo sem feriados nacionais, março garante folgas regionais. Dia 19 de março permite descanso em dois estados e algumas cidades
Diretores do Banco Central optaram por seguir a sinalização anterior, mas o corte de hoje não significa o início do ciclo de afrouxamento monetário
Paralisação de dez dias causou desabastecimento generalizado e ainda serve de alerta em meio ao aumento do diesel
Enquanto a inflação projetada para o ano é de 3,9%, a tarifa de energia deve subir muito mais
Medida proposta nesta quarta-feira (18) busca segurar preços diante da alta do petróleo e evitar paralisações
A estatal ressaltou ainda que, mesmo após o reajuste, os preços do diesel A acumulam queda de R$ 0,84 por litro desde dezembro de 2022 — uma redução de 29,6%, considerando a inflação do período
Alta de custos, queda na qualidade e mudanças climáticas redesenham a indústria do chocolate e desafiam produtores
Bilhões de imagens capturadas por jogadores do Pokémon Go agora estão sendo usadas para treinar robôs de entrega nos EUA
Enquanto três apostas dividiram o prêmio principal da Mega-Sena, os vencedores da Quina e da Lotofácil ganharam sozinhos. Dia de Sorte e Timemania acumularam. +Milionária pode pagar R$ 31 milhões hoje (18).
Apesar da possível pressão inflacionária, o juro real elevado e a estratégia de “calibração” do BC sustentam a aposta em um primeiro corte hoje