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CADÊ MEU LANCHE?

Putin vai ficar sem Big Mac, Coca-Cola (COCA34) e café da Starbucks (SBUB34), mas ainda tem a Pizza Hut; entenda por que algumas empresas seguem na Rússia

Para estancar a saída dos mais de 230 conglomerados que deixam o país, legisladores russos já falam em nacionalização de companhias estrangeiras

Foto de um Big Mac sobre uma bancada de madeira
Imagem: Reprodução/Flickr

Dois hambúrgueres, alface, queijo, molho especial, cebola, picles, num pão com gergelim. A partir de agora, os russos só poderão cantar o jingle do Big Mac porque comer o lanche ficou mais difícil. O McDonald's (MCDC34) anunciou nesta terça-feira (08) que fechará temporariamente 850 unidades na Rússia por conta da invasão da Ucrânia. 

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O CEO Chris Kempczinski escreveu em uma carta aos franqueados e funcionários dizendo que a rede interromperá todas as operações na Rússia. No entanto, continuará a pagar seus 62.000 funcionários.

Mas nem tudo está perdido após o anúncio do McDonald 's. O presidente russo, Vladimir Putin, ainda poderá comer uma pizza na Pizza Hut ou um frango frito no KFC. 

A Universidade de Yale, que mantém uma lista de empresas com presença significativa na Rússia, afirma que cerca de 230 anunciaram sua retirada do país desde a invasão da Ucrânia. Mas por que outras decidem ficar?

Sem Big Mac e Coca-Cola e café, mas com pizza

A maioria das empresas que já deixaram a Rússia ou anunciaram a suspensão de suas atividades no país tomou essa decisão por conta da dificuldade da realização de negócios com a enxurrada de sanções econômicas e financeiras impostas pelo Ocidente.

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Além disso, boa parte delas - como é o caso do McDonald 's - está preocupada com a imagem corporativa em um momento de invasão à Ucrânia. 

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Quem ficou na Rússia alega que as licenças impedem uma decisão coletiva de saída do país. É o caso da Yum! Brands, cujos mais de mil restaurantes KFC e 50 lojas Pizza Hut são de propriedade independente e operados sob licença ou franquia.

Gigantes como Burger King por enquanto ainda seguem no país e funcionam, na sua maioria, em regime de franchising, com muitos dos espaços na mão de outras empresas. 

A Coca-Cola, Pepsi e Starbucks, que estavam nesse grupo, anunciaram no fim da tarde de hoje que suspenderão as operações na Rússia e indicaram que continuará monitorando a situação no Ucrânia.

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Conheça os desdobramentos da invasão russa à Ucrânia:

O caso do McDonald 's

Nos últimos dias, a gigante do fast-food famosa pelo seu Big Mac atraiu críticas por permanecer em silêncio sobre a guerra, devido à sua presença relativamente grande na Rússia.

Os restaurantes do McDonald's no país e na Ucrânia respondem por 2% de suas vendas em todo o sistema, cerca de 9% de sua receita e 3% de sua receita operacional.

O McDonald's também desempenhou um papel simbólico na Rússia. A rede abriu sua primeira loja na União Soviética há 32 anos, em Moscou, meses antes do colapso do Estado.

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Diferente da Pizza Hut, do KFC e da Starbucks, cerca de 84% das unidades do McDonald's na Rússia são de propriedade da empresa, enquanto o restante é operado por franqueados. 

Nacionalização é o caminho?

Para driblar a fuga - ainda que temporária - das empresas, um membro sênior do partido no poder da Rússia propôs a nacionalização de fábricas de propriedade estrangeira.

Várias empresas, incluindo a General Electric (GE) que anunciou hoje também a saída do país, decidiram fechar lojas e fábricas para pressionar o Kremlin a interromper a invasão da Ucrânia. 

Em um comunicado publicado na noite de segunda-feira (07) no site do Rússia Unida, o secretário do conselho geral do partido no poder, Andrei Turchak, disse que o fechamento das operações era uma "guerra" contra os cidadãos da Rússia.

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*Com informações da AFP e da Reuters

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