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Para estancar a saída dos mais de 230 conglomerados que deixam o país, legisladores russos já falam em nacionalização de companhias estrangeiras
Dois hambúrgueres, alface, queijo, molho especial, cebola, picles, num pão com gergelim. A partir de agora, os russos só poderão cantar o jingle do Big Mac porque comer o lanche ficou mais difícil. O McDonald's (MCDC34) anunciou nesta terça-feira (08) que fechará temporariamente 850 unidades na Rússia por conta da invasão da Ucrânia.
O CEO Chris Kempczinski escreveu em uma carta aos franqueados e funcionários dizendo que a rede interromperá todas as operações na Rússia. No entanto, continuará a pagar seus 62.000 funcionários.
Mas nem tudo está perdido após o anúncio do McDonald 's. O presidente russo, Vladimir Putin, ainda poderá comer uma pizza na Pizza Hut ou um frango frito no KFC.
A Universidade de Yale, que mantém uma lista de empresas com presença significativa na Rússia, afirma que cerca de 230 anunciaram sua retirada do país desde a invasão da Ucrânia. Mas por que outras decidem ficar?
A maioria das empresas que já deixaram a Rússia ou anunciaram a suspensão de suas atividades no país tomou essa decisão por conta da dificuldade da realização de negócios com a enxurrada de sanções econômicas e financeiras impostas pelo Ocidente.
Além disso, boa parte delas - como é o caso do McDonald 's - está preocupada com a imagem corporativa em um momento de invasão à Ucrânia.
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Quem ficou na Rússia alega que as licenças impedem uma decisão coletiva de saída do país. É o caso da Yum! Brands, cujos mais de mil restaurantes KFC e 50 lojas Pizza Hut são de propriedade independente e operados sob licença ou franquia.
Gigantes como Burger King por enquanto ainda seguem no país e funcionam, na sua maioria, em regime de franchising, com muitos dos espaços na mão de outras empresas.
A Coca-Cola, Pepsi e Starbucks, que estavam nesse grupo, anunciaram no fim da tarde de hoje que suspenderão as operações na Rússia e indicaram que continuará monitorando a situação no Ucrânia.
Conheça os desdobramentos da invasão russa à Ucrânia:
Nos últimos dias, a gigante do fast-food famosa pelo seu Big Mac atraiu críticas por permanecer em silêncio sobre a guerra, devido à sua presença relativamente grande na Rússia.
Os restaurantes do McDonald's no país e na Ucrânia respondem por 2% de suas vendas em todo o sistema, cerca de 9% de sua receita e 3% de sua receita operacional.
O McDonald's também desempenhou um papel simbólico na Rússia. A rede abriu sua primeira loja na União Soviética há 32 anos, em Moscou, meses antes do colapso do Estado.
Diferente da Pizza Hut, do KFC e da Starbucks, cerca de 84% das unidades do McDonald's na Rússia são de propriedade da empresa, enquanto o restante é operado por franqueados.
Para driblar a fuga - ainda que temporária - das empresas, um membro sênior do partido no poder da Rússia propôs a nacionalização de fábricas de propriedade estrangeira.
Várias empresas, incluindo a General Electric (GE) que anunciou hoje também a saída do país, decidiram fechar lojas e fábricas para pressionar o Kremlin a interromper a invasão da Ucrânia.
Em um comunicado publicado na noite de segunda-feira (07) no site do Rússia Unida, o secretário do conselho geral do partido no poder, Andrei Turchak, disse que o fechamento das operações era uma "guerra" contra os cidadãos da Rússia.
*Com informações da AFP e da Reuters
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