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Autor de aposta ganhadora da Mega Sena feita em Uberlândia ainda não reivindicou o prêmio e o dinheiro pode ficar com o governo; saiba o que fazer para não correr o mesmo risco
Duas apostas dão direito a um dos maiores prêmios da história da Mega Sena, mas só uma delas foi reivindicada até agora. E a pessoa que não foi buscar o prêmio corre o risco de desperdiçar uma verdadeira fortuna se não se apressar em reivindicá-la.
Estamos falando do concurso 2464, sorteado no último sábado. O prêmio principal pagava quase R$ 190 milhões, o quinto maior da história da Mega Sena.
Duas apostas cravaram as dezenas 02, 07, 24, 43, 52 e 56. Uma foi feita em Mongaguá, no litoral paulista, e outra em Uberlândia, no Triângulo Mineiro.
Cada um desses bilhetes dá direito a R$ 94,69 milhões. O apostador de Mongaguá deu início ao processo para receber a bolada na última terça-feira, 22 de março, mas a aposta feita em Uberlândia não foi reivindicada até agora, informa a Caixa Econômica Federal.
Se o prêmio não for reivindicado em 90 dias - a contar do sorteio -, o bilhete perde a validade e o dinheiro é recolhido pela Caixa.
A Caixa Econômica Federal estima que R$ 586,83 milhões não foram retirados pelos ganhadores de prêmios de loteria somente no ano passado. O montante inclui prêmios da Mega Sena, Quina, Lotofácil, Dia de Sorte e todas as demais loterias da Caixa.
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Um dos bilhetes esquecidos - e que serviu para engordar consideravelmente esse volume - foi o da Mega da Virada sorteada na passagem de 2020 para 2021.
Na ocasião, dois apostadores acertaram em cheio a sequência sorteada (17, 20, 22, 35, 41 e 42). Um deles efetuou a aposta em uma casa lotérica de Aracaju enquanto o outro a fez pela internet.
A aposta sergipana foi sacada nos dias seguintes ao sorteio. Já a aposta feita pelo canal eletrônico da Caixa Econômica Federal nunca foi reivindicada e a pessoa acabou perdendo o prêmio.
O fato de uma bolada de mais de R$ 162 milhões ter sido deixada para trás causou perplexidade não só pelo valor em questão, mas pela forma como a Caixa lidou com a situação.
Uma aposta da Mega Sena realizada na lotérica gera um comprovante. Em caso de premiação, o saque do valor é feito pelo portador. A não ser que os campos de identificação atrás do bilhete tenham sido previamente preenchidos por alguém, você até vai ter que se identificar à Caixa, mas não vai precisar provar que é o dono do prêmio.
Se o bilhete em questão for perdido ou deixado em algum canto e não for reivindicado no prazo de 90 dias, o prêmio é cancelado. A Caixa não se obriga a correr atrás do apostador, até por não dispor de recursos para tanto.
A aposta feita pelo canal eletrônico tem um funcionamento um pouco diferente. O ambiente é fechado com senha pessoal, o apostador é identificado pelo CPF, precisa fornecer outras informações pessoais - endereço inclusive -, tem que identificar um cartão de crédito como meio de pagamento e os prêmios de valor líquido superior a R$ 1,3 mil só podem ser resgatados numa agência mediante a impressão de um QR Code.
Mas não para por aí. Quando esse apostador do canal eletrônico leva uma aposta premiada a uma agência da Caixa, além de verificar a autenticidade do código, os funcionários do banco conferem também as informações pessoais do pleiteante.
Ou seja, não basta levar o bilhete premiado da Mega Sena à Caixa: é preciso ser o portador do CPF cadastrado no canal eletrônico do banco para fazer o saque. Caso contrário, o apostador fica de mãos abanando.
E foi justamente o fato de a Caixa dispor de recursos para fazer essa conferência o motivo que levou o Procon de São Paulo a notificar o banco para que identificasse o ganhador da Mega Sena.
Houve até quem entrasse com processo contra a Caixa sob a alegação de ter feito a aposta pela internet e esquecido a senha, mas de nada adiantou.
Afinal, muita coisa podia ter acontecido a essa pessoa para que o raro episódio de sorte se transformasse num tsunami de azar: desde uma banal perda de senha a uma internação prolongada em meio a um dos piores momentos da pandemia.
A Caixa, entretanto, se recusou a atender à notificação. Com isso, o prêmio da Mega Sena foi perdido e o valor acabou repassado ao Fundo de Financiamento do Ensino Superior (Fies), do Ministério da Educação.
Alguns cuidados, portanto, se fazem necessários se você acertar - e isto vale tanto para a Mega Sena quanto para qualquer outra loteria da Caixa.
Se você tiver efetuado a aposta numa casa lotérica, guarde o bilhete em um local seguro e de fácil lembrança. Não fique com ele o tempo todo na carteira, por exemplo.
Já se você tiver recorrido ao canal eletrônico, a Caixa praticamente vai te obrigar a quebrar a regra máxima da segurança cibernética e do próprio banco: a de que nunca se deve compartilhar seu CPF e sua senha.
Mas fazer o quê? É melhor do que dar sopa ao azar.
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