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Marca chinesa de soluções elétricas para mobilidade já tem três fábricas no país e amplia seu portfólio de eletrificados com dois novos modelos
Se a Tesla foi durante muito tempo sinônimo de carros elétricos, a empresa de Elon Musk agora tem de lidar com a concorrência da BYD (pronuncia-se bi-uai-di).
Para quem não conhece, a marca chinesa é focada na produção de carros eletrificados e também de outros componentes que envolvem o ecossistema da eletrificação.
Por exemplo, vender por meio de seus concessionários placas fotovoltaicas para que o dono do carro produza a própria energia que vai abastecer seu veículo elétrico.
E, no caminho inverso de quase todas as fabricantes, a BYD lança um carro híbrido pela primeira vez no Brasil, depois de só comercializar elétricos.
Mas antes de falar dos carros, é importante entender que a BYD, sigla de Build Your Dreams (do inglês, “construa seus sonhos”), é uma empresa de soluções elétricas para a mobilidade.
Junto com os veículos, a marca fabrica ônibus e caminhões elétricos, baterias e sistemas fotovoltaicos.
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Presente no Brasil desde 2015, a BYD já possui três fábricas. A primeira, aberta há sete anos em Campinas (SP), é responsável pela montagem de ônibus 100% elétricos.
Em 2017 foi aberta a segunda planta, também em Campinas, para a produção de módulos fotovoltaicos.
A terceira unidade fabril, em Manaus (AM), inaugurada em 2020, surgiu da necessidade em abastecer sua frota de ônibus elétricos: a fábrica é dedicada à produção de baterias de fosfato de ferro-lítio (LiFePO4).
A empresa também é responsável por dois projetos de SkyRail (monotrilho) no país: em Salvador, com o VLT do Subúrbio, e na cidade de São Paulo, com a Linha 17 – Ouro.
Além disso, a BYD comercializa no Brasil empilhadeiras, vans, caminhões, furgões e automóveis, todos eletrificados.
Ter mais fábricas no Brasil, incluindo uma de automóveis elétricos, é uma questão de tempo. Isso porque a BYD está em negociação com o governo da Bahia para comprar as antigas instalações da Ford, em Camaçari.
Em outubro, a BYD assinou um protocolo de intenções com o governador da Bahia, Rui Costa, para a instalação de três fábricas no Estado. A empresa pretende instalar unidades para caminhões, chassis de ônibus e veículos de passeio elétricos, além de processamento de lítio e ferro fosfato. Os investimentos seriam da ordem de R$ 3 bilhões até o início de 2025.
Por fim, há rumores também de conversas entre a BYD com o governo do Ceará.
Em novembro de 2021, a BYD iniciou a venda dos primeiros automóveis de passeio no Brasil, com o modelo SUV Tan EV, 100% elétrico. Em abril deste ano, lançou o sedã premium Han EV, também totalmente elétrico.
Agora em novembro foi a vez de apresentar o SUV híbrido plug-in Song Plus DM-i e o SUV elétrico Yuan Plus, ambos em pré-venda. Nesta outra reportagem, eu avalio o Song Plus DM-i e dou as minhas impressões após o test drive do modelo.
Para comercializar os modelos nesta nova fase, a BYD nomeou a Eurobike como a primeira concessionária. Até o fim do ano, a marca quer 25 lojas de grandes grupos de concessionários pelo país. A expectativa é finalizar 2023 com 100 autorizadas.
Aliás, em abril passado, a BYD Energy inaugurou novas instalações e uma completa linha de módulos fotovoltaicos no mercado brasileiro.
Com foco em geração de energia, armazenamento eficiente e mobilidade elétrica, a BYD quer trazer ao Brasil um conceito mais amplo de soluções em mobilidade e eletrificação.
Se no Brasil a BYD tenta ganhar terreno aos poucos, no exterior já é uma gigante. Embora ainda em fase de transição (abandonou de vez os veículos a combustão e transformou todo seu portfólio em eletrificado), a chinesa é páreo duro com outra gigante, a Tesla.
No primeiro semestre, a BYD ultrapassou a companhia de Elon Musk em 77 mil unidades. A chinesa vendeu 641 mil veículos elétricos na China, enquanto a rival norte-americana emplacou 564 mil.
Isso tudo em meio ao pessimismo do mercado que viu um de seus mais nobres investidores, Warren Buffett, reduzir sua fatia de ações na companhia chinesa (e ganhar muito dinheiro com isso).
Em agosto, a chinesa lançou o Seal, concorrente direto do Tesla Model 3, como aposta para crescer pelo mundo.
O Seal vem equipado com baterias blade LFP (lâminas de fosfato ferro lítio), desenvolvidas pela própria BYD. Entre as vantagens, elas têm recarga de 30% a 80% em 30 minutos em corrente contínua, ocupam menos espaço e também são mais seguras.
A autonomia do Seal vai até 700 km, conforme a configuração de motor e pacote de bateria. Com ele, a BYD quer o mundo e irá a países asiáticos, europeus e também do Oriente Médio a preços abaixo do Model 3.
O visual já denuncia essas intenções: apesar do chinês ser 10 cm mais curto, o design lembra muito o modelo de entrada da Tesla. O Seal ainda leva a melhor em alcance (o Model 3 vai até 530 km) e tem desempenho próximo do elétrico americano.
Comparando as vendas totais da BYD até setembro, foram 1,175 milhão de unidades, enquanto a Tesla emplacou 908 mil unidades. Mas o número da chinesa inclui modelos híbridos plug-in e elétricos de passageiros, enquanto a montadora de Elon Musk produz apenas elétricos.
Na China, a BYD já ultrapassou as tradicionais Toyota e Volkswagen neste ano. Fundada em 1995 pelo atual CEO, Wang Chuanfu, a BYD está perto de crescer 250% em relação a 2021.
Uma das estratégias foi expandir negócios e estreitar laços com mercados do Japão e Tailândia. O México também está nos planos da montadora para a venda de eletrificados em 2023.
Outra cartada da BYD é chamada de Yangwang (em tradução livre, ‘olhar para cima’). Trata-se da submarca de luxo exclusivamente de veículos elétricos e que vai estrear em 2023 com um inédito modelo off-road, o R1. A imprensa mundial já o compara com o Defender, da Land Rover.
O Brasil é outro forte mercado potencial para a BYD, mas mais a médio e longo prazo. Enquanto isso, a Tesla ignora essa oportunidade e se nega até a vender oficialmente seus carros por aqui, que chegam em menor volume e alto custo por importação independente.
Pelo menos três grandes grupos de concessionários já tentaram abrir autorizadas Tesla sem sucesso, informou uma fonte do mercado à reportagem.
Para o lançamento do Song Plus DM-i, a BYD trouxe sua vice-presidente global, Stella Li. No breve discurso durante a apresentação do híbrido e do inédito elétrico Yuan Plus, em São Paulo, ela disse:
“A eletrificação é um desafio global, e o Brasil é um importante player nessa transição.”
Junto com a venda de carros, a montadora passou a fazer parte da Aliança pela Mobilidade Sustentável, fundada pela Didi Chuxing, dona da 99. Seu modelo elétrico D1 EV, pensado para levar passageiros, já roda em testes pelo país.
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