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No Boletim Focus desta semana, a mediana de projeções dos economistas aponta para uma Selic de 10,5% apenas no final de 2027
A trajetória dos juros deve dominar o debate econômico em 2026 — e, na avaliação da Galapagos Capital, há bastante espaço para cortes na Selic ao longo do próximo ano. A gestora de recursos projeta uma queda dos atuais 15% ao ano para 10,5% ao fim de 2026.
Trata-se de uma projeção ousada e minoritária no mercado. Para se ter uma ideia, no Boletim Focus desta segunda-feira (1), a mediana de projeções dos economistas consultados pelo Banco Central aponta para uma Selic de 10,5% apenas no final de 2027.
Segundo a economista-chefe da Galapagos, Tatiana Pinheiro, o nível atual de aperto monetário é inédito em duração e já ultrapassa com folga o que seria compatível com a taxa neutra do país — um nível de juros que não favorece e nem derruba a economia, estimado em 5% de juro real (atualmente o juro real está em 10%).
Na prática, essa discrepância entre a taxa neutra e o aperto atual abre margem para um ciclo de flexibilização intenso no próximo ano, segundo Pinheiro, que palestrou no evento Arko Talks 2025 nesta segunda.
Pinheiro destacou que o país atravessa um período prolongado de juros altos, resultado de uma defasagem significativa entre a taxa real praticada e o juro neutro estimado pelo Banco Central.
“Estamos há 11 meses com 4% a mais de juros do que a taxa neutra. É o período mais longo que tivemos de aperto monetário nessa magnitude.
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Esse contexto, segundo ela, somado aos sinais dos indicadores de curto prazo e à lógica de condução da política econômica, aponta para uma trajetória consistente de afrouxamento. “Tudo caminha para um ciclo grande de corte de juros, salvo choques.”
A economista acredita que, assim que iniciada a flexibilização, a Selic pode chegar a 10,50% — patamar que seria “mais palatável” para a economia brasileira.
Pinheiro disse, no entanto, que tal cenário depende da condução fiscal. Ela comentou sobre as incertezas, em especial o impacto potencial da isenção do imposto de renda para salários até R$ 5 mil sobre a demanda de consumo e o impulso fiscal.
“Esse ano, realmente tivemos uma contração de impulso fiscal, mas, no ano que vem, fica a dúvida de como vai ser e o quanto a isenção de IR ajuda ou atrapalha esse espaço de cortes de juros”, disse Pinheiro.
Em resposta, o secretário-executivo no Ministério do Planejamento e Orçamento, Gustavo Guimarães, afirmou no evento que o Brasil precisa combinar o enfrentamento de desafios fiscais de curto prazo e a construção de um planejamento estrutural de longo prazo, centrado no aumento de produtividade.
Guimarães ainda ressaltou que o país avançou em seu arcabouço institucional nas últimas décadas, com reformas relevantes e melhorias em política monetária, fiscal e no ambiente regulatório. Tudo isso elevou o potencial de crescimento e fortaleceu os freios e contrapesos, na opinião do secretário.
Para 2026, ele avaliou que o equilíbrio das contas públicas depende também de credibilidade e expectativas.
*Com informações do Money Times.
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