O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Intenção de voto no ex-presidente supera índice de todos os demais candidatos somados na terceira edição da pesquisa BTG/FSB
Dias depois de o Datafolha ter indicado uma possível vitória do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já em primeiro turno, agora é a vez de o Instituto FSB mostrar a mesma tendência na mais recente edição de uma série de sondagens encomendada pelo banco BTG Pactual.
A pesquisa estimulada referente à intenção de voto no primeiro turno mostra o petista com 46% da preferência. Somados, os votos válidos em todos os demais candidatos atingem 45%.
A diferença encontra-se dentro da margem de erro de dois pontos porcentuais para mais ou para menos. Entretanto, o resultado deriva de uma alta de cinco pontos porcentuais de Lula em relação à sondagem anterior, divulgada em abril.
O Instituto FSB não envereda pelos possíveis motivos do resultado, mas a retomada do crescimento de Lula na pesquisa coincide com os avanços nas tratativas para firmar Simone Tebet (MDB) como candidata da terceira via e com a saída do ex-juiz Sergio Moro da corrida presidencial.

Enquanto Lula viu a intenção de voto em sua chapa com Geraldo Alckmin (PSB) subir além da margem de erro, seus principais concorrentes estacionaram.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) segue com 32% das intenções de voto. Em terceiro lugar, Ciro Gomes (PDT) mantém os menos 9% das edições anteriores da pesquisa. Na quarta colocação, Simone Tebet passou de 1% para 2%.
Leia Também
Ao mesmo tempo, uma mudança expressiva ocorreu na rubrica “outras candidaturas”. Os postulantes “nanicos” somavam 14% das intenções de voto em março. A soma da preferência por essas chapas passou a 7% em abril e encolheu a 2% em maio.
Enquanto André Janones (Avante) chega a 1% das intenções de voto, o outro ponto porcentual dos “nanicos” deriva da soma das menções aos candidatos Felipe D’Avila (Novo), José Maria Eymael (DC), Vera Lucia (PSTU), Sofia Manzano (PCB), Luciano Bivar (União Brasil) e Leonardo Pericles (UP).
O avanço de Lula na mais recente edição da pesquisa BTG/FSB também é percebido nas menções espontâneas dos entrevistados aos candidatos.
Enquanto Lula recebeu 41% das menções espontâneas dos eleitores pesquisados, de 36% em abril, seus concorrentes estagnaram ou recuaram dentro da margem de erro.
As menções espontâneas a Bolsonaro caíram de 30% para 29%. Ciro Gomes passou de 4% para 3% no mesmo critério. Enquanto isso, as menções a todos os demais candidatos somados permaneceram em 4% na pesquisa de maio.

A pesquisa BTG/FSB também questionou o público sobre diversos cenários de segundo turno.
No mais provável deles, entre Lula e Bolsonaro, o petista venceria por 54% a 35%.
A vantagem do ex-presidente sobre o atual mandatário subiu quatro pontos porcentuais em relação à pesquisa anterior.

A pesquisa mostra ainda que Lula venceria todos os demais cenários propostos de segundo turno.
Bolsonaro, por sua vez, perderia para Ciro Gomes (47% a 36% para o pedetista) e - ainda que com estreita vantagem, ficaria em situação de empate técnico contra Eduardo Leite (PSDB), Simone Tebet e Tasso Jereissati.

A sondagem BTG/FSB foi realizada entre 27 e 29 de maio. O Instituto FSB entrevistou 2 mil pessoas. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos. O intervalo de confiança no resultado é de 95%.
A íntegra da pesquisa BTG/FSB pode ser consultada aqui.
Mais conectado, mais desconfiado e com menos paciência: o brasileiro digital não perdoa erro, demora ou taxa surpresa
O montante, anunciado em março deste ano, será direcionado a empresas consideradas estratégicas ou afetadas por choques externos
Depois de acumular pela 2ª vez na semana, prêmio da Lotofácil cresce, mas nem faz cócegas nas estimativas para os próximos sorteios da Quina, da Timemania e da Mega-Sena, que também ocorrem hoje (16)
Romi (ROMI3), Usiminas (USIM5) e Assaí (ASAI3) dão o pontapé na temporada, e Ruy Hungria, analista da Empiricus Research, conta o que esperar dos resultados do primeiro trimestre
Pagamento do Bolsa Família segue calendário por NIS, garante valor mínimo de R$ 600 e pode incluir adicionais
No mesmo dia de Tiradentes, alguns estados também celebram feriados locais
Reajuste do Gás do Povo pode chegar a R$ 10, de acordo com o ministro do Planejamento e Orçamento
No Touros e Ursos desta semana, André Loes, economista-chefe da Vivest, fala sobre porque essa conta não fecha e o peso desse descolamento nas eleições de 2026
Governo paulista adia de novo a cobrança automática do pedágio eletrônico em rodovias no interior de SP, incluindo a Castello Branco e a Raposo Tavares
Proposta mantém salários, amplia descanso e abre novo embate com setor produtivo
Pagamentos do abono salarial Pis/Pasep serão feitos via Caixa Econômica Federal ou Banco do Brasil nesta quarta-feira (15)
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de terça-feira, 14 de abril. Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam.
Pagamento do Bolsa Família segue calendário por NIS, garante valor mínimo de R$ 600 e pode incluir adicionais
Até o momento, Anvisa recebeu pedidos de registro de 16 medicamentos à base de semaglutida e de sete que têm liraglutida como princípio ativo
Enquanto os brothers do BBB26 ainda entregam conteúdo, Globo já está de olho no BBB27
Lance inicial teto do leilão do Detran-Sp é de um Renault Logan Dyna, modelo 2016, por 7 mil reais
Prêmio em jogo na Lotofácil dispara depois de acúmulo em concurso com final zero, mas Mega-Sena, Quina e Timemania pagam valores maiores nesta terça-feira (14).
Com o Brasil como exportador líquido, alta do petróleo impulsiona a balança comercial e leva BTG a revisar projeções para até US$ 90 bilhões
Novo aporte resolve um dos principais entraves do túnel Santos-Guarujá e acelera plano do governo para iniciativa virar realidade
Modelo de tempo compartilhado representa 17,7% da demanda hoteleira no Brasil, mas pesquisa indica que há espaço para esse mercado crescer mais; veja como aproveitar o potencial