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Único candidato a crescer além da margem de erro, Lula lidera com 44% das intenções de voto; Bolsonaro tem 31%
As mais recentes pesquisas de intenção de voto vinham mostrando certa acomodação. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) liderava com folga, mas não com margem suficiente para resolver a eleição presidencial no primeiro turno. Agora, a nova pesquisa do Instituto FSB, encomendada pelo banco BTG Pactual, mostra o petista abrindo a maior vantagem sobre o presidente Jair Bolsonaro (PL) desde maio.
Com isso, Lula volta a vislumbrar a possibilidade de vencer em primeiro turno.
Na avaliação dos autores da pesquisa BTG/FSB, a PEC Kamikaze e a redução dos impostos sobre combustíveis não foram capazes de tornar o cenário mais favorável ao governo, pelo menos por enquanto.
Oficializado pelo PT na semana passada, Lula foi o único candidato a crescer acima da margem de erro em relação à pesquisa anterior.
Já a intenção de voto em Bolsonaro oscilou dentro da margem, mas caiu pela segunda pesquisa BTG/FSB seguida.
No único cenário estimulado de primeiro turno abordado pela sondagem, Lula passou de 41% em 11 de julho para 44% agora.
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Depois de ter atingido um pico de 33% no fim de junho, Bolsonaro caiu para 32% em 11 de julho e tem 31% agora.
Em terceiro lugar, Ciro Gomes (PDT) mantém seus imutáveis 9%.
Já Simone Tebet (MDB), que recentemente celebrou nas redes os 4% alcançados na BTG/FSB de 11 de julho, voltou para 2%.
Enquanto isso, a soma das intenções de voto nos demais candidatos caiu de 6% para 4%.
O ex-presidente Lula não abria uma vantagem tão grande sobre Bolsonaro desde o fim de maio.
Na BTG/FSB de 30 de maio, Lula marcou 46% a 32% sobre Bolsonaro, abrindo 14 pontos porcentuais de vantagem.
Dois meses depois, o petista tem agora 13 pontos porcentuais de vantagem sobre o atual presidente, que ontem teve sua candidatura oficializada pelo PL.

Outro vislumbre relevante da pesquisa BTG/FSB é o fato de uma vitória de Lula em primeiro turno ter voltado ao radar.
Lula tem 44% das intenções de voto no momento. Como a margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos, considera-se que ele tenha no mínimo 42%, mas poderia também ter 46%.
Ao mesmo tempo, a soma das intenções de voto em todos os demais candidatos é de 46%. Pela margem de erro, portanto, esse número pode ir de 44% a 48%.
Nas edições anteriores, mesmo esticando a margem de erro, Lula não flertava com a possibilidade de vitória em primeiro turno desde o fim de maio.
No levantamento mais recente, embora estatisticamente a situação seja de empate técnico, a probabilidade de que isso venha a ocorrer aumenta.
Também não pode ser desconsiderada a possibilidade de o voto útil dar as caras no primeiro turno.
Enquanto os eleitores de Lula e Bolsonaro apresentam elevado índice de decisão do voto, aqueles que pretendem votar em Ciro Gomes e Simone Tebet não se mostram tão decididos assim.
De acordo com a pesquisa, 60% dos que declararam voto em Ciro e 54% dos que pretendem votar em Simone dizem ainda não ter certeza de que votarão realmente neles.

A sondagem apurou ainda que um em cada quatro brasileiros admite a possibilidade de mudar de voto.
Destes, 17% afirmam que mudariam o voto para Lula, ao passo que 11% trocariam seu candidato atual por Bolsonaro.
Quando o dado é segmentado por candidato, 40% dos eleitores de Ciro propensos a mudar de voto migrariam para Lula e 14% iriam para Bolsonaro.
Já entre os eleitores de Simone Tebet a situação é mais equilibrada: 10% iriam para Lula e 8% para Bolsonaro.

De qualquer modo, em caso de segundo turno, Lula mantém-se à frente em todos os cenários abordados.
No mais provável deles, diante de Bolsonaro, o petista aumentou sua vantagem.
O placar passou de 53% a 37% para 54% a 36% a favor do ex-presidente.

Num eventual segundo turno entre Lula e Ciro, o petista venceria por 48% a 32%.
Contra Simone Tebet, Lula seria eleito com 54% a 25%.
A pesquisa BTG/FSB também sondou cenários opondo Bolsonaro a Ciro e Simone.
Diante de Ciro, Bolsonaro seria derrotado por uma margem menor do que perderia para Lula: 49% a 38%.
Num improvável segundo turno entre Bolsonaro e Simone Tebet, a situação agora é de empate. Cada um deles teria 41%.

Para elaborar a pesquisa encomendada pelo BTG, o Instituto FSB consultou 2 mil eleitores de todo o país entre 22 e 24 de julho. As entrevistas foram conduzidas por telefone. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.
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