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Processo de desestatização da companhia enfrenta vários obstáculos, com ação civil pública e presidenciável prometendo cancelar a operação

A Eletrobras (ELET6) subiu mais um degrau na direção do processo de privatização. A empresa informou nesta sexta-feira (06) que arquivou o formulário 20-F referente ao exercício 2021.
O documento traz informações gerais sobre a empresa e sobre os riscos para os investidores, e é considerado um passo importante para o cumprimento do cronograma de privatização.
O formulário 20-F deveria ter sido entregue na última segunda-feira (02), mas a Eletrobras havia informado a Securities and Exchange Commission (SEC), o regulador do mercado dos EUA, sobre o adiamento da publicação para 17 de maio.
Na ocasião do adiamento, a empresa indicou que a mudança na data se deu em função da necessidade de prazo adicional para a preparação da divulgação sobre a Assembleia Geral Extraordinária da Madeira Energia.
As privatizações são bastante polêmicas no Brasil e com a Eletrobras (ELET6) não é diferente. Um dos obstáculos mais recentes nesse processo veio à tona no final do mês passado, quando a Associação dos Empregados de Furnas (Asef) entrou com ação civil pública contra a desestatização da companhia.
A ação da Asef soma-se aos pedidos de liminares assinados por partidos de oposição para a suspensão da privatização.
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O processo tem sido questionado tanto por políticos quanto por parte dos consumidores industriais. As principais dúvidas são com relação aos parâmetros e metodologias de cálculos sobre o preço de venda.
O antagonismo dos presidenciáveis Jair Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva é nítido, inclusive no âmbito das privatizações. Enquanto Bolsonaro promete privatizar tudo o que vê pela frente, Lula vem na contramão e jura que não permitirá que estatais como a Petrobras (PETR4) e a Eletrobras sejam vendidas.
Em um evento das centrais sindicais no início da semana, o ex-presidente reforçou sua oposição à venda da Eletrobras e disse que precisa “recuperar a Petrobras”.
"Se a Eletrobras for privatizada, nunca mais terá um programa como o Luz para Todos, que levou energia para os mais pobres", disse o petista na ocasião.
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