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Dentre os fatores apontados como justificativa para o reajuste estão a inflação, que fechou 2021 em 10,06%, e a alta dos combustíveis

A diretoria da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) propôs nesta terça-feira (12), aumentos que beiram os 60% nos valores das bandeiras tarifárias amarela e vermelha 1. A taxa adicional é cobrada nas contas de luz quando a geração de energia elétrica está mais cara no País, principalmente por causa da falta de chuvas e o acionamento de usinas térmicas.
Pela proposta apresentada nesta terça, o valor da bandeira tarifária amarela passaria por um aumento de 56%, de R$ 1,874 a cada 100 quilowatts (kWh) para R$ 2,927. Já a bandeira vermelha 1 aumentaria 57%, de R$ 3,971 para R$ 6,237. No patamar mais caro, a vermelha 2, haveria redução de 1,7%, de de R$ 9,492 a cada 100 kWh para 9,330.
Os novos valores devem valer para 2022 e 2023. No entanto, a proposta ainda pode sofrer alterações durante a consulta pública que recebe contribuições sobre o tema entre 14 de abril e 4 de maio.
A discussão na agência reguladora acontece logo após o anúncio do fim da cobrança da bandeira escassez hídrica, que estava em vigor desde setembro de 2021 por conta da grave escassez nos reservatórios.
Devido às chuvas nos últimos meses, o governo antecipou o fim do patamar mais caro, que iria até 30 de abril, e a bandeira verde começa a valer, sem custo adicional, a partir do próximo sábado (16).
De acordo com o diretor-geral da agência reguladora, André Pepitone, estudos do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) indicam que a bandeira verde deve ser mantida até dezembro em 97% dos cenários projetados.
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O relator do processo, Sandoval Feitosa, afirmou que os reajustes foram pressionados por uma série de fatores.
Entre eles a correção monetária pela inflação, que fechou 2021 em 10,06%, além do custo de geração expressivo da geração de energia, por conta da alta do custo dos combustíveis, que praticamente dobrou no ano passado.
Outro fator apontado foi a contratação de térmicas como energia de reserva em leilão realizado em dezembro.
O sistema de bandeiras tarifárias foi criado em 2015 para sinalizar ao consumidor o custo da geração de energia elétrica no País. A medida também atenuou os efeitos no orçamento das distribuidoras.
Até então, as empresas eram obrigadas a carregar os custos, que só eram repassados às contas de luz no reajuste tarifário anual.
A bandeira verde, quando não há cobrança adicional, significa que o custo para produzir energia está baixo.
O acionamento das bandeiras amarela e vermelha representa um aumento no custo da geração e a necessidade de acionamento de térmicas, o que está ligado principalmente ao volume dos reservatórios e das chuvas.
*Com informações do Estadão Conteúdo
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