O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Os desenvolvedores alegam que o atraso se deve a um empenho da rede em melhorar a experiência do usuário; analistas contestam
E no sétimo dia, a Terra não foi criada. Estamos falando do tão esperado lançamento da nova rede (blockchain) da Terra 2.0 que não acontecerá nesta sexta-feira (27). A Terraform Labs (TFL) comunicou aos usuários por meio de sua conta no Twitter o atraso no lançamento da nova criptomoeda.
O novo prazo para o lançamento da Terra 2.0 ficou para a madrugada deste sábado (28). “Como uma comunidade unida, nós vamos nos levantar das cinzas. Amanhã, uma das blockchains mais descentralizadas e community-owned será lançada como resultado desses esforços”, escreveu a TFL.
Aqui no Seu Dinheiro, nós já falamos que a expectativa geral com a Terra 2.0 não era das melhores. O projeto não animou os analistas, que pararam de seguir e abandonaram as recomendações depois que o protocolo Terra (LUNA) desapareceu.
Além disso, os dados da TFL não são claros quanto à quantidade de desenvolvedores na blockchain da Terra 2.0, o que pode ser um dos motivos que levou ao atraso do lançamento da rede.
Leia Também
De qualquer maneira, a Terraform Labs alega que está trabalhando para que a usabilidade da nova plataforma da Terra Network seja amigável aos usuários. Por isso, os desenvolvedores estão investindo tempo em User Experience (UX) e User Interface (UI).
Durante a pior fase do mercado, quando o bitcoin (BTC) derreteu e fez o mercado desabar, a Terra (LUNA) começou a perder patamares de preço. Acontece que essa criptomoeda era o lastro da stablecoin da Terra Network, TerraUSD (UST) que, em teoria, deveria valer US$ 1.
Para manter a paridade com o dólar, a rede começou a emitir mais criptomoedas LUNA — a partir daí, impera a lei do mercado: quanto maior a oferta, menor o preço.
Essa “espiral da morte” desestabilizou o protocolo e ambas as criptomoedas entraram em queda livre. A Terraform Labs entende que se trata de um ataque hacker, enquanto analistas entendem que houve uma falha na condução das políticas envolvendo o lastro e gestão das moedas.
Com a destruição da Terra (LUNA), a TFL resolveu começar uma blockchain nova do zero e lançar outra criptomoeda.
Dessa forma, a Terra (LUNA) que conhecemos passará a se chamar Terra Classic (LUNC), e a nova criptomoeda receberá o nome de Terra, com o token LUNA.
Além disso, a TerraUSD (UST) deixará de existir. A proposta de uma nova stablecoin algorítmica foi retirada na pela votação da rede — entenda o que são stablecoins e por que elas sofreram quando o UST desapareceu.
Não esqueça que amanhã nós também teremos uma matéria especial falando sobre o que os analistas esperam da Terra 2.0. Aguarde!
Enquanto isso, não deixe de ouvir o último Papo Cripto com Ray Nasser, CEO da Arthur Mining e especialista em criptomoedas, em que ele fala sobre o caos de agora. Dê o play!
A 21shares espera um movimento de preços menos volátil e correções mais moderadas, com a adoção institucional reduzindo oscilações extremas
Duas moedas físicas criadas em 2011 e 2012, quando o bitcoin valia centavos, reaparecem e somam R$ 975 milhões
Com a recente forte correção do bitcoin, analistas voltam a prever o fim da criptomoeda — e o contador de “mortes” já chega a 450
Mercado global de criptomoedas perdeu cerca de US$ 1 trilhão desde o pico de preços nos últimos dias
Queda expressiva do Bitcoin derrubou o desempenho da competição da Synthetix, onde quase 90% dos participantes terminaram no prejuízo
Dado forte nos EUA reduziu apostas de corte de juros, elevou a aversão ao risco e pressionou a criptomoeda
Leão atualizou prestação de informações relativas a operações com criptoativos a fim de intensificar o combate à evasão, à lavagem de dinheiro e ao financiamento de atividades criminosas
Enquanto a maior criptomoeda do mundo registra uma queda da ordem de 13,6% em 30 dias, empresas como a Strategy, a OranjeBTC e o Méliuz têm desempenhos mais fracos
Sempre que um determinado lanche do Mc volta para o cardápio, o Bitcoin dispara. Será que esse fenômeno vai se repetir agora?
Analista técnica e trader parceira da Ripio diz que a próxima faixa de resistência para o bitcoin está entre US$ 106,7 mil e US$ 112,5 mil
A maior criptomoeda do mundo chegou a romper o chamado “suporte psicológico” dos US$ 100 mil na sexta-feira (7), o que ampliou o sentimento de medo extremo entre investidores.
O bitcoin acabou arrastando com ele outros ativos digitais — o ethereum (ETH), por exemplo, chegou a cair quase 10%, com muitos tokens registrando perdas superiores a 50%
De Warren Buffett a Peter Schiff, o Bitcoin já foi declarado ‘morto’ mais de 400 vezes — mas quem investiu em cada uma dessas previsões estaria milionário hoje
O bitcoin até começou outubro em alta, mas turbulências macroeconômicas pesaram sobre o mercado de criptomoedas, especialmente a guerra comercial
Rico, famoso e compositor musical: robô da inteligência artificial compartilha memes, investe e deseja ter direitos, além da própria voz
O youtuber mais famoso do mundo agora pretende expandir seu império com um registro de marca voltada a serviços e pagamentos com criptomoedas; veja quem é
Maior apreensão de bitcoin da história dos EUA expõe rede criminosa ligada ao Camboja, que usava trabalho forçado e mineração para lavar dinheiro.
Analistas projetam que a plataforma de cashback vai ter um Ebitda de R$ 20 milhões no terceiro semestre deste ano
Criptomoeda superou os US$ 125 mil em meio ao feriado na China e ao “shutdown” nos EUA
Alta histórica do bitcoin impulsiona número de milionários e bilionários ligados a criptomoedas; estudo mostra salto expressivo em apenas um ano