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Confira como as decisões dos bancos centrais do Brasil e Estados Unidos influenciaram os mercados ontem e ainda devem dar tom ao pregão desta quinta-feira
Toda festa de arromba demanda um antiácido no dia seguinte. Não que a Super-Quarta dos Bancos Centrais seja exatamente uma festança. Mas ela costuma ter aquele jeitão de festa da firma. A pessoa acorda no dia seguinte meio em dúvida sobre como deve se comportar no escritório. E não sem antes ter tomado um antiácido para espantar a ressaca.
Pois os mercados financeiros na Europa e nos Estados Unidos amanheceram hoje nessa pegada. Os principais índices de ações europeus iniciaram o dia de lado, com os investidores cautelosos diante da primeira alta de juro praticada pelo Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) desde 2018. Já os índices futuros de Nova York são unânimes em apontar para uma abertura em queda em Wall Street.
As bolsas internacionais repercutem principalmente a decisão do Fed. A taxa de referência foi elevada para a faixa de 0,25% a 0,50% ao ano. Mas não deve parar por aí. “Aumentos contínuos serão apropriados”, antecipou a autoridade monetária dos Estados Unidos.
Por aqui, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) elevou a taxa Selic pela nona reunião seguida. A taxa de juro subiu um ponto porcentual, para 11,75% ao ano. Trata-se do nível mais elevado desde 2017. Quando o atual ciclo de aperto monetário começou, no início do ano passado, a Selic encontrava-se em 2% - o nível mais baixo da história.
Ainda que tenha tirado o pé do acelerador - nas três reuniões anteriores, a Selic foi ajustada para cima em 1,5 ponto porcentual -, gestores mostraram inquietação com o “cenário alternativo” para as projeções de inflação adotado pelo BC.
Como o resultado da reunião encerrada ontem foi anunciado somente depois do fechamento do mercado, a repercussão da decisão do Copom nos mercados poderá ser conferida assim que os negócios começarem hoje na B3. E você acompanha tudo aqui no Seu Dinheiro.
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APERTO NAS REGRAS
Nubank (NUBR33) aguenta o tranco da nova regulação que vai exigir mais capital. Mas Itaú BBA diz que ainda não vale a pena comprar a ação. O banco digital provavelmente não precisará diminuir o ritmo de crescimento nem de uma injeção de capital de novo para cumprir a regra do Banco Central, segundo os analistas.
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BALANÇO
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