O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A recuperação do minério de ferro e do petróleo fez o Ibovespa sonhar com um fim de mês mais agradável, mas o principal índice da bolsa brasileira acabou frustrando as expectativas
Abril acabou e não vai deixar saudades — nem aqui e nem em Wall Street. De cabo a rabo, o mês foi marcado por tensão e perdas para a bolsa brasileira. Não por acaso, o principal índice da B3 registrou o pior resultado mensal desde o pico da pandemia e as bolsas americanas tiveram um desempenho só comparado à crise de 2008.
Com a economia chinesa afetada pelo coronavírus e a imposição de isolamentos populacionais severos, além dos sinais cada vez mais claros de que o Federal Reserve deve acelerar o ritmo da elevação dos juros americanos, os investidores voltaram a ter calafrios.
O mercado brasileiro já estava até desacostumado a atravessar um período tão árduo. Depois de três meses de abundância de dinheiro gringo entrando no país, chegou a hora de acompanhar o restante das bolsas globais nas preocupações.
Com menos investimento estrangeiro e dúvidas sobre como as exportadoras de commodities vão se comportar diante de uma possível desaceleração chinesa, o Ibovespa recuou 10,10% no mês, diminuindo os ganhos do ano para meros 2,91%.
O dólar, que nas últimas semanas tinha feito o investidor sonhar com cifras cada vez mais baixas, também não aguentou o ritmo alucinante de queda e subiu 3,81% no mês, voltando a encostar na casa dos R$ 5.
Entre um morde e assopra e outro do cenário macroeconômico, a temporada de balanços também puxa os investidores de volta à realidade. Enquanto algumas big techs trouxeram euforia para a bolsa, outras fizeram com que o Nasdaq, já baqueado pela iminente elevação de juros nos EUA, sofresse com verdadeiros banhos de sangue.
Leia Também
Hoje, a recuperação na cotação do minério de ferro e do petróleo fez o Ibovespa sonhar com um fim de abril mais agradável, mas o principal índice da bolsa brasileira foi atropelado pela queda de mais de 4% do Nasdaq e por desempenhos igualmente ruins do S&P 500 e do Dow Jones.
Na B3, a queda foi de 1,86%, aos 107.876 pontos — a mínima do dia. O dólar à vista, depois de oscilar entre perdas e ganhos ao longo de toda a sessão, fechou em leve alta de 0,06%, a R$ 4,9427.
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta sexta-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
FUSÃO
Casamento no shopping! brMalls (BRML3) aceita oferta da Aliansce (ALSO3) para formar gigante do setor. A proposta, que recebeu luz verde do conselho em sua terceira tentativa, dará origem à maior empresa do segmento na América Latina.
EFEITO PETROBRAS
PetroRio vale mais? UBS eleva preço-alvo e agora vê potencial de alta de 60% para PRIO3; ações avançam na B3. O acordo, assinado nesta sexta-feira (29), deve alçar a empresa a outra escala em termos de produção e fluxo de caixa, segundo avaliação do banco.
AS APROVADAS
Cogna (COGN3), Yduqs (YDUQ3) ou nima (ANIM3)? Saiba qual é a ação nota dez do BTG Pactual no setor de educação. Ventos contrários ainda podem comprometer o ano letivo das empresas do segmento, mas três delas aparecem como as primeiras da classe para o banco.
SÓ NO CHINELINHO
Dividendos e JCP: Grendene vai antecipar R$ 83,7 milhões em proventos. Distribuição feita pela empresa levará em consideração a base acionária ao término do pregão de 9 de maio.
MAIS ENCARGOS
Bancos vão “pagar” pelo Refis do Simples Nacional: governo aumenta o tributo sobre lucro das instituições financeiras. A Medida Provisória, publicada no apagar das luzes da última quinta-feira (28), é uma tentativa de compensar a perda de arrecadação.
RESPIRANDO POR APARELHOS
Terceira via na UTI: projeto de uma candidatura alternativa única está morrendo aos poucos. Partidos encontram dificuldades para definir um nome e colocam em risco a possibilidade de uma chapa única.
Saiba como analisar as classificações de risco das agências de rating diante de tantas empresas em dificuldades e fazer as melhores escolhas com o seu dinheiro
Em meio a ruídos geopolíticos e fiscais, uma provocação: e se o maior risco ainda nem estiver no radar do mercado?
A fintech Nubank tem desenvolvido sua operação de telefonia, que já está aparecendo nos números do setor; entenda também o que esperar dos mercados hoje, após o anúncio de cessar-fogo na guerra do Oriente Médio
Sem previsibilidade na economia, é difícil saber quais os próximos passos do Banco Central, que mal começou um ciclo de cortes da Selic
Há risco de pressão adicional sobre as contas públicas brasileiras, aumento das expectativas de inflação e maior dificuldade no cumprimento das metas fiscais
O TRX Real Estate (TRXF11) é o FII de destaque para investir em abril; veja por que a diversificação deste fundo de tijolo é o seu grande trunfo
Por que uma cultura organizacional forte é um ativo de longo prazo — para empresas e carreiras
Axia Energia (AXIA6) e Copel (CPLE3) disputam o topo do pódio das mais citadas por bancos e corretoras; entenda quais as vantagens de ter esses papéis na carteira
Com inflação no radar e guerra no pano de fundo, veja como os próximos dados do mercado de trabalho podem influenciar o rumo da Selic
A fabricante de sementes está saindo de uma fase de expansão intensa para aumentar a rentabilidade do seu negócio. Confira os planos da companhia
Entenda como o prolongamento da guerra pode alterar de forma permanente os mercados, e o que mais deve afetar a bolsa de valores hoje
Curiosamente, EUA e Israel enfrentam ciclos eleitorais neste ano, mas o impacto político do conflito se manifesta de forma bastante distinta
O Brasil pode voltar a aumentar os juros ou viver um ciclo de cortes menor do que o esperado? Veja o que pode acontecer com a taxa Selic daqui para a frente
Quedas recentes nas ações de construtoras abriram oportunidades de entrada nas ações; veja quais são as escolhas nesse mercado
Uma mudança de vida com R$ 1.500 na conta, os R$ 1.500 que não compram uma barra de chocolate e os destaques da semana no Seu Dinheiro Lifestyle
A Equatorial decepcionou quem estava comprado na ação para receber dividendos. No entanto, segundo Ruy Hungria, a força da companhia é outra; confira
Diferente de boa parte das companhias do setor, que se aproveitam dos resultados estáveis para distribui-los aos acionistas, a Equatorial sempre teve outra vocação: reter lucros para financiar aquisições e continuar crescendo a taxas elevadíssimas
Os brechós, com vendas de peças usadas, permitem criar um look mais exclusivo. Um desses negócios é o Peça Rara, que tem 130 unidades no Brasil; confira a história da empreendedora
Entre ruídos políticos e desaceleração econômica, um indicador pode redefinir o rumo dos juros no Brasil
Mesmo o corte mais recente da Selic não será uma tábua de salvação firme o suficiente para manter as empresas à tona, e o número de pedidos de recuperação judicial e extrajudicial pode bater recordes neste ano