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As bolsas começaram a se recuperar ontem e hoje tudo indica que o fantasma da recessão resolveu tirar uma folga depois de tanto assombrar os investidores
As aparições públicas dos dirigentes do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) costumam provocar calafrios nos participantes dos mercados financeiros. Principalmente em momentos nos quais o fantasma da recessão assombra o mundo.
Basta uma vírgula fora do lugar, uma gaguejada ou um ato falho para azedar o humor dos investidores.
Também por isso causou surpresa o efeito dos comentários de ontem de James Bullard, presidente do Fed regional de Saint Louis.
Ele só contou que trabalha com um cenário-base de aumento de 0,75 ponto porcentual na próxima reunião do Federal Reserve Banco (Fed, o banco central norte-americano).
Não é pouco, mas se levarmos em consideração que a maior parte dos economistas dá como certo um aumento de 1 ponto porcentual, o alívio observado em seguida se justifica.
O resultado foi imediato. As bolsas começaram a se recuperar ainda no fim da tarde de ontem e hoje tudo indica que o fantasma da recessão resolveu tirar uma folga depois de tanto assombrar os investidores.
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Nem mesmo a leitura aquém das expectativas do PIB da China no segundo semestre tirou o fantasma de seu merecido descanso.
Que o alívio é temporário, parece haver pouca dúvida. Espero apenas que esse fantasminha nada camarada não tenha resolvido aproveitar a folga no Brasil depois de assistir à promulgação da chamada PEC Kamikaze.
Para saber mais sobre isso, você vai precisar acompanhar a cobertura de mercados do Seu Dinheiro.
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