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Após a vitória de Lula nas eleições, a forte queda das estatais foi compensada pela disparada das empresas ligadas ao consumo de média e baixa rendas, com a sessão marcada pelo forte fluxo de investidores estrangeiros
Boas surpresas são sempre bem-vindas. Ao término da apuração do resultado das eleições de domingo, os investidores locais estavam convictos de que a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) derrubaria a bolsa e faria o dólar subir. Mas faltou combinar com os investidores estrangeiros.
As ações de estatais como Petrobras e Banco do Brasil realmente tomaram um tombo. Mas a forte queda desses ativos foi mais do que compensada pela disparada dos papéis de empresas ligadas ao consumo de média e baixa rendas.
Em sessão marcada pelo forte fluxo de investidores estrangeiros, empolgados com a vitória eleitoral de Lula, o Ibovespa fechou em alta de 1,31% e encerrou outubro com um avanço de 5,45%. Já o dólar recuou 2,54% ontem, de volta à faixa dos 5,16.
E enquanto o presidente-eleito segue recebendo felicitações de líderes de todo o mundo, Jair Bolsonaro (PL), primeiro presidente brasileiro a buscar sem sucesso a reeleição, continua em silêncio.
De acordo com o jornal Valor Econômico, Bolsonaro avalia a possibilidade de reconhecer a vitória de Lula em nota por escrito.
Ao mesmo tempo, o Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria durante a madrugada para ordenar a desobstrução das rodovias por caminhoneiros contrariados com o resultado das urnas.
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Entretanto, a continuidade das boas surpresas no mercado financeiro local depende de mais alguns fatores.
Em sua coluna de hoje, o Matheus Spiess explica em detalhes o que os participantes do mercado esperam de Lula - não só durante a transição, mas também depois que tomar posse.
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua manhã". Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
ESQUENTA DOS MERCADOS
Bolsas internacionais sobem antes do Fed e Ibovespa acompanha ações de estatais após a eleição. Além disso, os bloqueios das estradas feitos por caminhoneiros bolsonaristas começaram a se desfazer nesta terça-feira.
BALANÇO DO MÊS
Mesmo com montanha-russa eleitoral, a bolsa brasileira é o melhor investimento de outubro. Títulos prefixados e atrelados à Selic também tiveram bom desempenho, enquanto ouro, dólar e títulos atrelados à inflação tiveram quedas no mês. Veja o ranking completo.
ELEIÇÕES 2026
Quem será o “anti-Lula”? Os 5 nomes que devem liderar a oposição ao governo do presidente eleito. Olhando para o lado derrotado, quem pode se tornar uma possível alternativa a Lula e ao PT daqui a quatro anos? Veja os nomes que saíram fortalecidos das urnas no domingo.
DA DIREITA PARA O CENTRO
Lula com Chuchu: Como Geraldo Alckmin ressuscitou para a política em uma improvável aliança com um de seus maiores rivais. Ao mesmo tempo em que deu sustentação à guinada de Lula ao centro, Alckmin também precisou atenuar suas posições.
PERSPECTIVA
Rogério Xavier: com Lula, investidor estrangeiro vai voltar com atenção maior sobre o Brasil. Para o sócio-fundador da SPX, o petista tem uma agenda mais amigável do ponto de vista do meio ambiente, na questão das armas e na política externa.
BALANÇO
Lucro da Cielo quase dobra para R$ 422 milhões no 3º trimestre. Na comparação com os três meses imediatamente anteriores, porém, o indicador recuou 33,6%. Além do resultado trimestral, a empresa ainda anunciou pagamento milionário de JCP.
DIVERSIFICANDO
O sol brilhou na Sabesp (SBSP3): estatal cria SPE para produção e comercialização de energia solar. A companhia será dona de 49% da SPE, que implantará quatro usinas de geração de energia fotovoltaica sobre estruturas flutuantes nos reservatórios da estatal.
FICANDO A BANDEIRA
Onde estão os bilionários? Eles estão concentrados nas principais cidades do mundo. O mundo tem cerca de 3.311 bilionários que, juntos, detêm cerca de US$ 1,8 trilhão, segundo dados do Wealth-X Billionaire Census de 2021.
Uma boa terça-feira para você!
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