O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Segundo cálculos da FGV, Bolsonaro deve deixar para Lula um rombo fiscal de R$ 430 bilhões, quase três vezes mais que o custo anual estimado do Bolsa Família em 2023
A história da política é repleta de heranças malditas. Não só no Brasil como em outros lugares do mundo. Frequentemente, quando um grupo político sucede um governo adversário, o termo “herança maldita” reemerge como peça em exposição permanente num museu de grandes novidades.
Por aqui, ao longo das últimas décadas, muito se falou ou se ouviu falar sobre heranças malditas. Da ditadura, de FHC e do PT. Até Getúlio Vargas é invocado vez por outra.
Quase sempre entremeadas de porções generosas de realidade e ficção, as heranças malditas têm grande valor como estratégia de comunicação.
Especialmente quando a ideia é tirar parte do peso de um governo prestes a começar e que ainda não dispõe de um diagnóstico completo da situação das contas públicas.
Agora parece ter chegado a hora de visitar a herança maldita de Jair Bolsonaro.
Vinte anos atrás, quando chegou pela primeira vez à Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva emplacou como herança maldita a dívida pública deixada por Fernando Henrique Cardoso.
Leia Também
Hoje, a equipe de transição pretende divulgar seus primeiros diagnósticos mais amplos da situação deixada por Bolsonaro. E a expectativa dos observadores é de que esses relatórios apontem para uma situação de terra arrasada. Uma herança ainda mais maldita que a de FHC.
Segundo cálculos da FGV, Bolsonaro deve deixar para Lula um rombo fiscal de R$ 430 bilhões, ou 4,2% do PIB. É quase três vezes mais que o custo anual estimado do Bolsa Família em 2023, já considerando o valor de R$ 600 por mês.
Politicamente, um argumento a mais para reforçar a necessidade da aprovação da PEC de Transição, que já tramita no Senado. Segundo o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), a PEC será analisada com "urgência e prioridade" na semana que vem.
Enquanto isso, a diplomação de Lula foi marcada para 12 de dezembro. Fontes citadas por repórteres que acompanham a transição afirmam que, depois de diplomado presidente, Lula finalmente começará a anunciar seus ministros.
Para entender como tudo isso mexe com os mercados hoje, acompanhe a cobertura do Seu Dinheiro.
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua manhã". Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
SINAL VERDE DA CÂMARA
Histórico! Brasil aprova lei sobre criptomoedas. Confira o que muda para você a partir de agora. O estabelecimento de regras mais principiológicas é animador para o esse novo setor da economia brasileira, segundo especialistas.
ESPECIALISTAS INDICAM
Primeira parcela do 13º salário cai na conta hoje. Saiba como multiplicar essa grana. Confira as melhores opções de fundos de investimento para investir a primeira parcela da gratificação natalina de trabalhadores menos ou mais inclinados ao risco.
SEU DINHEIRO NA COPA
A Argentina pode cair hoje: confira os jogos da Copa do Mundo nesta quarta-feira. Mais duas chaves das oitavas-de-final da Copa de 2022 serão decididas hoje. Veja em quais cenários a seleção dos Hermanos pode ser eliminada — ou se classificar.
É RECORDE!
Black Friday e Copa do Mundo garantem bom desempenho para o Magazine Luiza (MGLU3) em novembro. Com 2022 prestes a acabar, novembro se tornou o melhor mês deste ano para a empresa e o mês com mais vendas na história da varejista.
BOA NOTÍCIA PARA OS ACIONISTAS?
Nubank encerra acordo polêmico de remuneração ao fundador, David Vélez, e gera economia bilionária aos cofres da fintech. Encerramento do programa também evitará uma potencial diluição de até 2% dos outros investidores da companhia.
ESTREANTE
CTG Brasil deve puxar a fila dos IPOs em 2023. Caso se concretize, a abertura de capital da CTG será a primeira depois de um hiato de sete meses sem ofertas públicas, sendo que a última foi a privatização da Eletrobras, em junho.
POUPAR PARA O FUTURO
Como pagar menos imposto e garantir a sua aposentadoria sem depender do Lula. Chegou a época do ano de pensar sobre previdência privada. Saiba como usá-la para driblar o Leão e não depender da aposentadoria pública no futuro.
Uma boa quarta-feira para você!
A Equatorial decepcionou quem estava comprado na ação para receber dividendos. No entanto, segundo Ruy Hungria, a força da companhia é outra; confira
Diferente de boa parte das companhias do setor, que se aproveitam dos resultados estáveis para distribui-los aos acionistas, a Equatorial sempre teve outra vocação: reter lucros para financiar aquisições e continuar crescendo a taxas elevadíssimas
Os brechós, com vendas de peças usadas, permitem criar um look mais exclusivo. Um desses negócios é o Peça Rara, que tem 130 unidades no Brasil; confira a história da empreendedora
Entre ruídos políticos e desaceleração econômica, um indicador pode redefinir o rumo dos juros no Brasil
Mesmo o corte mais recente da Selic não será uma tábua de salvação firme o suficiente para manter as empresas à tona, e o número de pedidos de recuperação judicial e extrajudicial pode bater recordes neste ano
Confira qual a indicação do colunista Matheus Spiess para se proteger do novo ciclo de alta das commodities
O conflito acaba valorizando empresas de óleo e gás por dois motivos: a alta da commodity e a reprecificação das próprias empresas, seja por melhora operacional, seja por revisão de valuation. Veja como acessar essa tese de maneira simples
O Grupo Pão de Açúcar pode ter até R$ 17 bilhões em contas a pagar com processos judiciais e até imposto de renda, e valor não faz parte da recuperação extrajudicial da varejista
Veja qual foi a empresa que venceu o Leilão de Reserva de Capacidade e por que vale a pena colocar a ação na carteira
Mesmo após salto expressivo dos papéis, a tese continua promissora no longo prazo — e motivos para isso não faltam
Entenda por que é essencial separar as contas da pessoa física e da jurídica para evitar problemas com a Receita
Em geral, os melhores hedges são montados com baixa vol, e só mostram sua real vitalidade depois que o despertador toca em volume máximo
Saiba o que afeta a decisão sobre a Selic, segundo um gestor, e por que ele acredita que não faz sentido manter a taxa em 15% ao ano
O conflito no Oriente Médio adiciona mais uma incerteza na condução da política monetária; entenda o que mais afeta os juros e o seu bolso
O foco dos investidores continua concentrado nas pressões inflacionárias e no cenário internacional, em especial no comportamento do petróleo, que segue como um dos principais vetores de risco para a inflação e, por consequência, para a condução da política monetária no Brasil
Entenda qual é a estratégia da britânica Revolut para tentar conquistar a estatueta de melhor banco digital no Brasil ao oferecer benefícios aos brasileiros
Crescimento das despesas acima da renda, ascensão da IA e uberização da vida podem acabar com a classe média e dividir o mundo apenas entre poucos bilionários e muitos pobres?
O custo da campanha de um indicado ao Oscar e o termômetro das principais categorias em 2026
Saiba quais os desafios que a Petrobras precisa equilibrar hoje, entre inflação, política, lucro e dividendos, e entenda o que mais afeta as bolsas globais
O corte de impostos do diesel anunciado na quinta-feira (12) afastou o risco de interferência na estatal, pelo menos por enquanto