O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Mesmo que o Brasil ainda demore para entrar na onda de novas tecnologias, você não precisa esperar para posicionar o seu portfólio; saiba como investir no setor de energia
Antes do Day One, um recado rápido: abrimos hoje as inscrições para a nova turma do MBA em Análise de Ações e Finanças.
Essa é uma formação em que você pode aprender análise de ações, na prática, com os maiores nomes do mercado, para fazer carreira em uma das profissões mais aquecidas atualmente.
Além disso, os alunos poderão participar de um processo seletivo pra trabalhar aqui na Empiricus com salário de até R$ 25 mil + bônus. Acesse aqui, veja todos os detalhes da formação e como garantir sua vaga.
Caro leitor,
No último domingo, tivemos a grande final da liga profissional de futebol americano, o Super Bowl LVI.
Na disputa para saber quem seria o melhor time da temporada, quem levou a melhor foi o Los Angeles Rams, que venceu o Cincinnati Bengals nos minutos finais por 23 a 20, conquistando pela segunda vez o campeonato mais popular na terra do Tio Sam.
Leia Também
Para ter uma ideia da dimensão do negócio, a audiência média (considerando tanto TV como serviço de streaming) foi de 112,3 milhões de espectadores, ficando atrás apenas da final de 2015, quando ultrapassou a marca de 114 milhões — a vitória do New England Patriots sobre o Seattle Seahawks é, até hoje, o evento mais assistido da história da TV americana.
Não à toa, as empresas veem no jogo uma oportunidade única de colocar as suas marcas em evidência, buscando espaços de propaganda para divulgar seus produtos e serviços.
Mas isso não é nem um pouco barato: para obter 30 segundos de tempo de TV neste ano, os anunciantes teriam que estar dispostos a pagar a bagatela de US$ 6,5 milhões, um recorde.
Como comparação, o mesmo tempo para publicidade em horário nobre com abrangência nacional custa em média US$ 115 mil, de acordo com dados da Nielsen Media Research.
Ou seja, aqueles que decidiram abrir a carteira para se expor a milhares de potenciais consumidores têm que estar muito convictos de que os produtos e serviços mostrados são relevantes para seus negócios. Nesse quesito, a indústria automobilística chamou atenção.
Dos sete modelos anunciados no domingo, seis eram de veículos elétricos. Apesar do domínio de marcas conhecidas, como GM, Toyota e Kia, até mesmo a startup Polestar aproveitou a onda para apresentar seu novo modelo Polestar 2 ao grande público.
E não estamos falando de produções simples, apenas mostrando o veículo e suas especificidades. A BMW contratou nada mais, nada menos do que as estrelas globais Arnold Schwarzenegger e Salma Hayek para divulgar o seu modelo iX.
Apesar desses gastos enormes com publicidade, a participação desses modelos ainda é pequena em relação ao mercado total. Segundo a consultoria Canalys, em 2021 apenas 9% do total de veículos de passageiros no mundo inteiro eram elétricos.
Só que é possível ver o interesse cada vez maior dos usuários por esse tipo de veículo.
No ano passado, foram vendidos 6,5 milhões de veículos elétricos e híbridos, um crescimento de 109% na comparação com 2020.
Já o mercado global de carros de passeio apresentou um aumento de apenas 4% em relação ao ano anterior.
Analisando por regiões, entretanto, os Estados Unidos ainda estão muito distantes dos mercados chinês e europeu.
Enquanto no gigante asiático foram vendidos 3,2 milhões de veículos elétricos no ano passado e na Europa, 2,3 milhões, as vendas nos EUA foram de somente 535 mil unidades — ou 4% dos novos carros vendidos em 2021.
A Tesla, do bilionário Elon Musk, segue sendo a principal empresa do segmento, representando cerca de 60% das vendas nos EUA e com uma participação de 14% no mercado global. Em segundo lugar vem a alemã Volkswagen, com um market share de 12%.
Só que a dinâmica atual dos mercados, em que vem aumentando semana após semana a expectativa para a taxa de juros americana, vem punindo principalmente essas empresas de alto crescimento como a Tesla.
E não à toa, as ações da companhia se desvalorizam cerca de 25% desde suas máximas, e ainda assim estão sendo negociadas por um múltiplo Preço/Lucro muito acima do mercado.
Por outro lado, as empresas centenárias do setor ainda precisam adaptar as suas linhas de produção e cadeias de suprimentos para conseguirem entregar as promessas de terem a grande parte (se não a totalidade) de seus negócios provenientes de veículos elétricos.
Mesmo que algumas dessas companhias estejam muito baratas no mercado em termos de múltiplo, o ponto aqui é saber quanto tempo demorarão para conseguir entregar resultados satisfatórios para seus acionistas.
Neste caso, acho que seja válido apostar no desenvolvimento desse mercado de maneira diversificada, reduzindo o potencial de ganho, mas também diminuindo drasticamente o risco.
Uma forma é por meio do Global X Lithium & Battery Tech ETF (NYSE: LIT), no qual o investidor terá acesso a mais de 40 empresas que atuam no setor, desde a mineração e o refino de lítio até a produção da bateria, primordial para que essa tecnologia seja cada vez mais acessível.
Para apostas mais ousadas, sugiro conhecer a nossa série MoneyRider.
Lá temos a carteira MoneyBets, que tem 20% do portfólio investido no segmento de energia — com foco nas novas tecnologias para a geração e armazenamento de energias renováveis.
Ainda que demore um pouco para que isso pegue no tranco aqui no Brasil, você não precisa esperar para posicionar o seu portfólio para essa tecnologia, que tem ficado cada vez mais convencional mundo afora.
Um abraço,
Enzo Pacheco
A guerra no Irã pode obrigar a Europa a fazer um racionamento de energia e encarecer alimentos em todo o mundo, com aumento dos preços de combustíveis e fertilizantes
Guerras modernas raramente ficam restritas ao campo militar. Elas se espalham por preços, cadeias produtivas, inflação, juros e estabilidade institucional
Entenda o que esperar dos resultados dos maiores bancos brasileiros no 1T26; investidores estarão focados nos números que mais sofrem em ciclos de crédito mais apertado e juros maiores
Governo federal corta apoio a premiação internacional e engrossa caldo do debate sobre validade do Guia Michelin
Mesmo sem saber se o valor recebido em precatórios pela Sanepar será ou não, há bons motivos para investir na ação, segundo o colunista Ruy Hungria
A Sanepar não é a empresa de saneamento mais eficiente do país, é verdade, mas negocia por múltiplos descontados, com possibilidade de início de discussões sobre privatização em breve e, quem sabe, uma decisão favorável envolvendo precatório
Aprenda quais são as estratégias dos ricaços que você pode copiar e ganhar mais confiança na gestão do seu patrimônio
O mercado voltou a ignorar riscos? Entenda por que os drawdowns têm sido cada vez mais curtos — e o que isso significa para o investidor
Alta nos prêmios de risco, queda nos preços dos títulos e resgates dos fundos marcaram o mês de março, mas isso não indica deterioração estrutural do crédito
Entenda por que a Alea afeta o balanço da construtora voltada à baixa renda, e saiba o que esperar dos mercados hoje
Mesmo que a guerra acabe, o mundo atravessa um período marcado por fragmentação e reorganização das cadeias globais de suprimento, mas existe uma forma simples e eficiente de acessar o que venho chamando de investimento “quase obrigatório” em tempos de conflito
O Nubank arrematou recentemente o direito de nomear a arena do Palmeiras e mostra como estratégia de marketing continua sendo utilizada por empresas
Conheça a intensa biografia de Mark Mobius, pioneiro em investimentos em países emergentes, e entenda quais oportunidades ainda existem nesses mercados
Ainda não me arrisco a dizer que estamos entrando em um rali histórico para os mercados emergentes. Mas arrisco dizer que, esteja onde estiver, Mobius deve estar animado com as perspectivas para os ativos brasileiros.
Com transformações e mudanças de tese cada vez mais rápidas, entenda o que esperar dos resultados das empresas no primeiro trimestre de 2026
Com a desvalorização do dólar e a entrada de gringos na bolsa brasileira, o Ibovespa ganha força. Ainda há espaço para subir?
Entenda como a entrada de capital estrangeiro nos FIIs pode ajudar os cotistas locais, e como investir por meio de ETFs
Confira qual é o investimento que pode proteger a carteira de choques cada vez mais comuns no petróleo, com o acirramento das tensões globais
Fundo oferece exposição direta às principais empresas brasileiras ligadas ao setor de commodities, permitindo ao investidor, em um único ativo listado em bolsa, acessar uma carteira diversificada de companhias exportadoras e geradoras de caixa
Conheça a história da Gelato Borelli, com faturamento de R$ 500 milhões por ano e 240 lojas no país