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Uma das certezas na vida é que você precisará de renda quando tiver uma capacidade produtiva reduzida. Não “plantar” não é uma opção, e o que se “planta” hoje tem que ser o suficiente para cobrir suas necessidades futuras
“Você não pode prever, você pode se preparar.”
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADECONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE— Howard Marks
As minhas férias escolares de 2005 foram um pouco atípicas, para dizer o mínimo. Após alguns anos de pouquíssima chuva (segundo o meu pai) na cidade em que morávamos, não havia mais capim para algumas cabeças de gado que ficavam na terra que ele possuía na época.
Era necessário plantar um tipo de capim mais resistente à pisadura do gado e que também traria alguns outros benefícios para a terra. Meu pai acordava muito cedo para se juntar aos outros trabalhadores no plantio e eu resolvi acompanhá-lo.
Era janeiro, o calor escaldante do começo da tarde nos obrigava a começar bem cedinho, antes dos primeiros raios de sol. Como era iniciante naquele serviço, certamente aprendi mais que pude contribuir.
De todo aprendizado, destaco algumas lições importantes dessas férias.
Primeiro: não há opção ao plantio. Para reverter uma situação catastrófica no futuro, é necessário tomar providências hoje.
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Segundo: passei a discordar fortemente do ditado popular que diz: você colhe aquilo que planta.
Isso não é verdade!
Não porque uma semente de uma espécie gera outra, mas porque, além da qualidade, neste ditado fica implícito que a quantidade do que se colhe é equivalente à que se planta.
O ditado correto, portanto, seria: você colhe muito mais do que você planta.
Um único grão de milho é capaz de produzir até três espigas. Cada espiga tem de 500 a 800 novos grãos. E, claro, essa alavancagem funciona para o bem e para o mal, isto é, para o que você plantou propositadamente e para o que não era desejado também.
A terceira lição é que, não importa o quão superior seja a qualidade do grão que você esteja usando, é preciso tempo para ter o resultado esperado.
A boa notícia é que ele vai passar. Sempre. É preciso, portanto, fazê-lo correr a seu favor.
Naturalmente essas lições se aplicam perfeitamente para diversas ocasiões, incluindo o mundo dos investimentos. Talvez a melhor aplicação seja o investimento previdenciário.
Existem poucas certezas na vida. Uma delas é que você precisará continuar tendo renda quando possivelmente terá uma capacidade produtiva bastante reduzida.
As estatísticas ainda mostram que você precisará contar com um fator “multiplicador” de renda, porque a sua necessidade de renda no futuro será maior do que a atual.
Portanto, não “plantar” não é uma opção e o que se “planta” hoje tem que ser o suficiente para cobrir suas necessidades futuras.
Não por acaso, nos EUA, de acordo com o Investment Company Institute (ICI), ativos de aposentadoria somavam US$ 39,4 trilhões em 31 de dezembro de 2021, divididos entre planos previdenciários públicos, anuidades e contas individuais de previdência privada (IRA), entre outros.
De maneira geral, os ativos de aposentadoria representavam 33% de todos os ativos financeiros nos Estados Unidos no final de dezembro de 2021.
Neste quesito, nós brasileiros temos um longo caminho a percorrer.
De acordo com o relatório da Anbima, os fundos de previdência representam 15% da indústria de fundos.
Ainda segundo pesquisa da Anbima do ano passado, 48% dos brasileiros esperam que sua renda na aposentadoria virá de sua previdência pública (INSS), enquanto apenas 9% esperam se aposentar com a renda de uma previdência privada, e 10% simplesmente não sabem como será.
Talvez o pior ainda seja a percepção de que a necessidade de renda no futuro será menor do que a atual.
Além de tudo, muitos dos investidores que já investem em previdência estão em fundos ineficientes, caros e/ou inadequados para o seu perfil de investimento e horizonte de investimento.
Em novembro do ano passado, nós da equipe dos Melhores Fundos disponibilizamos um relatório com os 150 piores fundos de previdência no mercado.
Mostramos ainda que os cinco fundos de maior taxa de administração dos maiores bancos brasileiros somam aproximadamente R$ 25 bilhões e não batem o CDI (taxa que pode ser vista como livre de risco no Brasil).
Por fim, o tempo.
Assim como nas plantações, o tempo é imprescindível para os investimentos. Você já deve ter ouvido falar do poder dos juros compostos.
No caso de investimento em fundos de previdência, os benefícios fiscais que o investidor pode ter em um PGBL com tabela de IR regressiva são praticamente imbatíveis no longo prazo.
Mas é preciso esperar.
Com o tempo é possível “trocar” um Imposto de Renda de 27,5% para 10%, porém resgatar em até dois anos tem o efeito oposto, a troca de uma alíquota de 27,5% por uma de 35%.
Por isso, neste mês de junho, nós da equipe dos Melhores Fundos de Investimento vamos trazer bastante conteúdo prático e de qualidade sobre previdência.
O nosso maior intuito é te acompanhar diariamente nesse plantio, nas providências necessárias hoje para que, no futuro, você tenha a previdência desejada.
Vamos juntos?Um abraço,
Lais Costa
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