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Assim como o atleta Tom Brady, o SBF não quer parar. A companhia segue em busca de oportunidades com o intuito de se tornar o grande ecossistema do esporte brasileiro
É líder.
É reconhecido como o melhor de sua categoria.
Entregou resultados consistentemente nos últimos anos.
Atua em um segmento que se popularizou no país.
Conta com fãs que têm grande admiração pelo que foi conquistado.
Mostrou poder de superação nos momentos difíceis.
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Se reinventou.
Ainda tem muito potencial.
Não, não estou falando de Tom Brady, que muitos conhecem como o marido da Gisele Bündchen.
Depois de duas décadas em alto nível, sete Super Bowls conquistados e reconhecimento mundial como o melhor de todos os tempos, o atleta se aposentou nesta última semana.
Acredito que muitos não acompanham o futebol americano e, por isso, podem não ter pegado exatamente as referências, mas muito provavelmente já passaram por uma loja da Centauro ou possuem um produto da Nike.
Atualmente com 224 lojas físicas e presente em 25 estados e no Distrito Federal, o Grupo SBF (SBFG3) é líder varejista de produtos esportivos da América Latina.
Seu ecossistema conta com as marcas Centauro, Fisia e NWB — pilares que a diferenciam dos competidores.
Por atuar em um segmento muito fragmentado e dada a qualidade da execução, a companhia tem crescido de forma acelerada.
De uma receita de R$ 200 milhões em 2003, a companhia deve fechar 2021 com um faturamento superior a R$ 5 bilhões, dos quais metade das vendas foram omnichannel, em que a experiência do consumidor flutua entre o online e offline.
Sobre o mercado de atuação, o varejo de artigos esportivos historicamente tem apresentado mais resiliência quando comparado com o varejo tradicional, em função de ser um mercado de nicho, da maior preocupação das pessoas pela saúde e bem-estar e do “athleisure” — utilização de roupas esportivas no dia a dia.
Para se ter uma ideia, o Brasil é o segundo lugar no ranking mundial em números de academias, ficando atrás apenas dos EUA.
Com amplo espaço de crescimento, a prática de esporte de forma recorrente vem se tornando mais frequente entre os brasileiros.
No auge da pandemia, a companhia mostrou seu poder de superação e agilidade para gestão de crise.
Como grande parte das lojas estão localizadas em shoppings, esforços para redução de despesas e reforço de liquidez foram cruciais para que os efeitos adversos fossem minimizados e para se preparar para um novo cenário.
O histórico de quatro décadas no setor foi crucial para que a companhia adquirisse a Fisia, distribuidora oficial da Nike no Brasil, em 2020, alçando-a a um novo patamar.
Com o selo da maior marca esportiva do mundo e a operação de inteligência da SBF, a empresa se reinventou e já foi possível capturar sinergias de receitas e despesas importantes, de modo que a Fisia já representa mais da metade do faturamento do grupo, além de ter margens atrativas.
Embora aposentado dos campos, Tom Brady não parou. O agora ex-atleta possui uma série de avenidas de crescimento por meio de suas investidas, todas dentro do seu círculo de competências: o esporte.
No Grupo SBF (SBFG3) não é diferente. Com o intuito de se tornar o grande ecossistema do esporte brasileiro, a companhia segue em busca de oportunidades nas mais variadas frentes.
Entre elas, para os amantes da corrida, o app Crava é um bom incentivador das práticas esportivas e dos hábitos de compras a preços mais convidativos.
Forte abraço,
Fernando Ferrer
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