O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A busca pela “dica quente” pode ser tentadora, mas também bastante danosa para o patrimônio do investidor; As Melhores Ações da Bolsa procura empresas que, mesmo não estando sob os holofotes, costumam ser as grandes vencedoras de longo prazo da bolsa
Mesmo tendo ficado na moda recentemente, o assunto finanças comportamentais sempre me interessou.
Existe uma porção de livros que cobrem o tema, mas minha recomendação vai para “A Arte de Pensar Claramente”, de Rolf Dobelli, que traz alguns exemplos fáceis de como evitar as armadilhas do pensamento e tomar decisões de forma mais eficaz.
Dentre as diversas teorias, uma que me desperta interesse particular é a Teoria da Perspectiva, desenvolvida pelos psicólogos Daniel Kahneman e Amos Tversky, que descreve o modo como as pessoas escolhem entre alternativas que envolvem risco.
A premissa era que, independentemente da capacidade técnica, o ser humano é muito mais suscetível a agir instintivamente do que se imagina, desafiando o pressuposto da racionalidade humana.
No campo financeiro, as pessoas tendem a fazer escolhas baseando-se mais em potenciais perdas do que em ganhos.
A base dessa teoria parte do conceito de aversão a perda, em que o sofrimento com a perda de determinado ativo financeiro só é compensado pela satisfação de se obter um ganho duas vezes maior.
Leia Também
Ou seja, a dor de uma perda de R$ 100 só seria compensada por um ganho superior a R$ 200, nos induzindo frequentemente a correr mais riscos no intuito de tentar reparar eventuais prejuízos.
Dentre esses riscos, destaco o famoso “preço mérdio” em um determinado investimento cuja perspectiva e cenário mudaram, fazendo com que o investidor aumente consideravelmente o tamanho de sua posição, mas evitando a dor da materialização do prejuízo.
Nesses casos, a busca pela “dica quente” pode aumentar, esticando ainda mais o problema.
Embora tentadora, a dica quente pode ser bastante danosa para o patrimônio do investidor, que acaba por concentrar demais seu portfólio e investir em ativos que não tem convicção, em busca da concretização de um evento que pode nunca ocorrer.
Na série As Melhores Ações da Bolsa, busco empresas de qualidade, que se diferenciam de suas competidoras através de um modelo de negócios mais eficiente, com rentabilidade e que possuem avenidas de crescimento bem delineadas; embora dificilmente estejam no rol das dicas quentes do ano, costumam ser as grandes vencedoras de longo prazo da Bolsa.
Um exemplo claro é Eneva (ENEV3), que divulgou nesta semana seus resultados referentes ao 4T21, e os números vieram bem acima do consenso.
Embora dificilmente tenha sido a empresa que mais se valorizou na Bolsa em uma janela temporal pequena, sobe em média 39% ao ano desde 2018.
Importante destacar a disciplina de alocação de capital da companhia e a capacidade de geração de valor dos executivos, que fizeram um verdadeiro turnaround desde a fusão da MPX com a OGX Maranhão, tornando-a a maior operadora de gás natural do Brasil e com diversas avenidas de crescimento, como a que resultou na oferta vinculante realizada nesta terça (22) pelo Polo Bahia Terra, fruto do programa de desinvestimentos da Petrobras.
Outra avenida de crescimento está no setor de energia solar.
Com a recente aquisição da Focus Energia, a Eneva se posicionou também como uma das líderes do segmento no Brasil, com um retorno esperado de IPCA + 16%.
Indo além, através da utilização de métricas para melhorar a estrutura de capital da Focus, otimização fiscal e captura de sinergias de SG&A, poderá expandir o retorno para IPCA + 20%. Um ótimo retorno, você não acha?
Forte abraço,
Fernando Ferrer
As principais corretoras do país estão divididas entre um fundo de papel e um de tijolo; confira os campeões do FII do Mês
Investir não é sobre prever o futuro político, mas sobre manter a humildade quando o fluxo atropela os fundamentos. O que o ‘Kit Brasil’ e um pote de whey protein têm em comum?
Saiba por que a Direcional é a ação mais recomendada para sua carteira em fevereiro e o que mais move as bolsas hoje
Mercado também reage a indicação para o Fed, ata do Copom e dados dos EUA; veja o que você precisa saber antes de investir hoje
Após um rali bastante intenso, especialmente nos metais preciosos, a dinâmica passou a ser dominada por excesso de fluxo e alavancagem, resultando em uma correção rápida e contundente
As PMEs serão as mais impactadas com uma eventual mudança no limite de horas de trabalho; veja como se preparar
Mesmo tendo mais apelo entre os investidores pessoas físicas, os fundos imobiliários (FIIs) também se beneficiaram do fluxo estrangeiro para a bolsa em janeiro; saiba o que esperar agora
Numa segunda-feira qualquer em dezembro, taças ao alto brindam em Paris. Estamos no 9º arrondissement das Galerias Lafayette, a poucas quadras do Palais Garnier. A terra do luxo, o templo do vinho. Mas, por lá, o assunto na boca de todos é o Brasil. Literalmente. O encontro marcou o start do recém-criado projeto Vin du Brésil, iniciativa que […]
Expansão de famosa rede de pizzarias e anúncio de Trump também são destaque entre os investidores brasileiros
O estrangeiro está cada vez mais sedento pelos ativos brasileiros, e o fluxo que tanto atrapalhou o Ibovespa no passado pode finalmente se tornar uma fonte propulsora
Veja por que o BTG Pactual está transformando FIIs em fiagros, e qual a vantagem para o seu bolso; a bolsa brasileira também irá reagir após o recorde de ontem na Super Quarta e a dados dos EUA
Por isso, deveríamos estar preparados para um corte da Selic nesta SuperQuarta — o que, obviamente, é muito diferente de contar com isso
Tony Volpon, ex-diretor do Banco Central, explica por que a Selic não deve começar a cair hoje; confira a entrevista ao Seu Dinheiro
A primeira Super Quarta do ano promete testar o fôlego da bolsa brasileira, que vem quebrando recordes de alta. Alianças comerciais e tarifas dos EUA também mexem com os mercados hoje
A expectativa é de que o Copom mantenha a Selic inalterada, mas seja mais flexível na comunicação. Nos EUA, a coletiva de Jerome Powell deve dar o tom dos próximos passos do Fed.
Metais preciosos e industriais ganham força com IA, carros elétricos e tensões geopolíticas — mas exigem cautela dos investidores
Sua primeira maratona e a academia com mensalidades a R$ 3.500 foram os destaques do Seu Dinheiro Lifestyle essa semana
Especialistas detalham quais os melhores mercados para diversificar os aportes por todo o mundo
Foque sua carteira de ações em ativos de qualidade, sabendo que eles não vão subir como as grandes tranqueiras da Bolsa se tivermos o melhor cenário, mas não vão te deixar pobre se as coisas não saírem como o planejado
A disputa entre títulos prefixados e os atrelados à inflação será mais ferrenha neste ano, com o ciclo de cortes de juros; acompanhe também os principais movimentos das bolsas no Brasil e no mundo