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Por aqui, a expectativa é de que o Ibovespa acompanhe os bons ventos vindos de fora e siga repercutindo os números das eleições de domingo.
Bom dia! Os mercados financeiros do Brasil e do mundo começaram outubro com o pé direito. Os motivos não são os mesmos.
Wall Street registrou ontem uma sessão de alívio depois de as bolsas norte-americanas terem chafurdado em território de bear market em setembro.
Na Europa, a libra recuperou terreno e principais índices de ações subiram depois de a primeira-ministra britânica, Liz Truss, ter dado um passo atrás em seu pacote de corte de impostos.
Na bolsa brasileira, os investidores repercutiram o resultado das eleições.
A questão entre os participantes do mercado é como dar continuidade a esse movimento. Hoje, as bolsas de valores europeias mantêm o rali e os índices futuros de Nova York sinalizam que os ativos de risco norte-americanos vão seguir em alta hoje.
Entretanto, profissionais do mercado financeiro acreditam que tudo não passe de um momento de alívio. O cenário de pressão inflacionária e aperto monetário nos Estados Unidos é o mesmo, apesar de ter sido relegado a um segundo plano.
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Por aqui, a expectativa é de que o Ibovespa acompanhe os bons ventos vindos de fora e siga repercutindo os números do pleito de domingo.
Na véspera, o Ibovespa fechou ontem em alta de 5,54% e o dólar recuou mais de 4%, registrando a maior queda diária em pouco mais de quatro anos.
O que agradou aos investidores não foi apenas o resultado das eleições presidenciais em si, mas a composição do Congresso. A notícia da eleição de uma quantidade maior de deputados e senadores posicionados à direita do espectro político foi recebida por eles com entusiasmo.
A avaliação dos investidores é de que a composição da próxima legislatura seria capaz de conter iniciativas expansionistas (no caso de vitória de Lula) ou sustentar iniciativas pró-mercado (em uma eventual reeleição de Bolsonaro).
Diante disso, o Matheus Spiess fez uma análise minuciosa da situação. Em sua coluna de hoje no Seu Dinheiro, ele analisa as tendências para os ativos brasileiros pelo menos até o segundo turno das eleições presidenciais.
O resultado é um excelente guia para se orientar no mercado pelas próximas semanas.
Vale a pena conferir!
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua manhã". Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
ESQUENTA DOS MERCADOS
Bolsas internacionais estendem rali de alívio e Ibovespa reage às eleições por mais um dia. Os investidores acompanham as falas de representantes de Bancos Centrais hoje; Christine Lagarde e Janet Yellen, secretária de Tesouro dos EUA, são destaque.
ELEIÇÕES 2022
Um teste para a democracia brasileira: Veja como a imprensa estrangeira repercutiu o resultado da eleição. Jornais, sites e revistas chamaram a atenção para o desempenho do presidente Jair Bolsonaro melhor que o previsto pelas pesquisas.
UM PASSO PRA TRÁS
Alívio para a libra: Reino Unido recua em parte do plano de impostos e moeda britânica sobe. Temor de que o governo tivesse que pedir empréstimos massivos para pagar cortes levou a libra ao nível mais baixo ante o dólar desde 1985 na semana passada.
MONEY TIMES
Zamp, dona do Burger King no Brasil, expande Popeyes em meio ao 'assédio' do Mubadala. A rede de fast-food anunciou a abertura de 13 novos restaurantes até o fim do ano. Por enquanto, as unidades da rede ficam apenas em São Paulo e Rio de Janeiro.
RISCO SISTÊMICO
Credit Suisse vai dar calote? Crise no banco suíço preocupa o mercado. Faz algum tempo que circula no mercado um rumor de que algo não vai bem na instituição financeira, mas o boato se tornou mais palpável na última semana.
A MONTADORA DESAPONTOU?
Elon Musk perde mais de US$ 14 bilhões em um dia. Entenda o que fez a fortuna do CEO da Tesla desabar assim. As ações da montadora derreteram na segunda-feira após dados de produção no terceiro trimestre abaixo das projeções de analistas.
ESTÁGIO E TRAINEE
Vivo, Bradesco e Shopee estão com vagas abertas para estágio e trainee. Veja oportunidades com bolsas-auxílio de até R$ 8 mil. Os processos seletivos aceitam candidaturas até o fim de outubro, com início previsto a partir de janeiro de 2023.
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