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A fé dos investidores de que os sinais de desaceleração da alta dos preços possam amolecer o coração do Fed impulsiona os ativos de risco nesta segunda-feira
A esperança é a última que morre. Um ditado popular que dispensa gracejos infames e cai como uma luva sobre o ânimo dos investidores neste início de semana.
Afinal, é a esperança dos investidores de que os sinais de desaceleração da alta dos preços possam amolecer o coração dos diretores do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) que impulsiona os ativos de risco nesta segunda-feira.
Tudo por causa de algo que nem vai acontecer hoje. Os investidores preparam-se para a divulgação do índice de preços ao consumidor norte-americano em agosto. Mas o anúncio está previsto apenas para amanhã.
A expectativa é de que o índice, mais conhecido pela sigla CPI, continue mostrando desaceleração da alta dos preços nos Estados Unidos.
O CPI de agosto será o último dado do quebra-cabeças inflacionário a ser levado em consideração pelos diretores do Fed na próxima reunião de política monetária, que vai acontecer apenas no meio da semana que vem.
Mesmo que a desaceleração se confirme, ela não deve alterar a projeção de mais uma alta de 0,75 ponto porcentual na taxa básica de juro nos EUA na semana que vem.
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Entretanto, tal leitura servirá como um estímulo à esperança dos investidores de que o Fed possa sinalizar uma postura mais branda em relação aos próximos passos da política monetária norte-americana.
De qualquer modo, não vai ser fácil antecipar o que se passa na cabeça dos diretores do Fed. Eles já estão no chamado “período de silêncio” e não devem oferecer pistas muito claras antes da reunião da semana que vem.
Enquanto o CPI de agosto dá o tom deste início de semana lá fora, por aqui, o destaque da agenda de indicadores fica por conta do IBC-Br. Considerado um termômetro oficial do PIB brasileiro, o IBC-Br de julho deve sinalizar desaceleração econômica em relação a junho. Mas o dado só sai na quinta-feira.
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