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Com a alta dos juros, as condições que permitiram a proliferação das startups bilionárias no país começaram a se esgotar. Confira as adaptações feitas pelas companhias para sobreviver
Na mitologia, unicórnios são aqueles seres místicos em forma de cavalo e com chifre em espiral. A origem da lenda é controversa, mas relatos sobre a criatura são encontrados em várias culturas.
Já no mundo das startups, recebem o nome de unicórnios as empresas iniciantes que atingem uma avaliação de pelo menos 1 bilhão de dólares.
Apenas no Brasil, mais de 20 companhias alcançaram o status de unicórnio. Você deve até mesmo abrigar um deles se tiver aplicativos como Nubank ou iFood instalados no seu celular.
Em pleno século 21, as startups bilionárias encontraram um ambiente bem propício para se reproduzir: o mercado financeiro. Anabolizadas pelo dinheiro de investidores, elas cresceram mesmo sem dar lucro ou gerar caixa.
Mas as condições que permitiram a proliferação dos unicórnios começaram a se esgotar. Isso porque a alta dos juros nas economias desenvolvidas secou a fonte de dinheiro barato que sustentava as companhias.
Ao melhor estilo Darwiniano, várias empresas que receberam avaliações bilionárias nos últimos anos precisaram se adaptar para sobreviver cortando despesas e promovendo demissões em massa.
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E agora, como vivem e do que se alimentam os unicórnios em tempos de escassez de recursos? O Ricardo Gozzi e a Liliane de Lima se embrenharam nas savanas das startups e trazem as respostas na reportagem especial de hoje do Seu Dinheiro.
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua manhã". Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
SEGREDOS DA BOLSA
Bolsas no exterior abrem semana em alta, de olho em estímulos e retomada da China; Ibovespa acompanha debate sobre ICMS. Os próximos dias contam com importantes indicadores tanto no cenário doméstico, com o PIB do 1º tri, quanto no exterior, com a publicação do Livro Bege.
A PARTIR DE JUNHO
Quer um pedacinho da Eletrobras (ELET3)? O trabalhador poderá usar recursos do FGTS para comprar ações. O governo liberou o uso de até 50% do fundo de garantia para adquirir os papéis; período de reserva será entre 3 e 9 de junho.
DESINVESTIMENTO
Em meio a turbulências, Petrobras (PETR4) assina mais um contrato para venda de refinaria. A operação envolve a Lubnor e ainda deve passar pelo crivo do Cade. O negócio de US$ 34 milhões faz parte do plano de desinvestimento da estatal.
PISANDO NO FREIO
Fim da alta dos juros? Fed deve pausar aperto monetário em setembro, diz BofA. Para analistas, o banco central dos EUA deve encerrar o ciclo com a taxa entre 1,75% e 2% ao ano.
IMPASSE EUROPEU
E, agora? União Europeia não chega a acordo sobre sanções ao petróleo russo. A UE enfrenta um impasse quanto ao embargo ou não do óleo da Rússia; Hungria se opõe a mais uma sanção.
TEMPOS DE VACAS MAGRAS
Elon Musk, Jeff Bezos e Bill Gates perderam US$ 115 bilhões em cinco meses. Os homens mais ricos do mundo acumulam desvalorização em ações de empresas, como é o caso de Elon Musk com a Tesla e o Twitter.
ROTA DO BILHÃO
Como Marcel Telles, sócio de Jorge Paulo Lemann na AB Inbev, se tornou o 3º homem mais rico do Brasil. Atualmente, o patrimônio do carioca está estimado em US$ 10 bilhões, de acordo com a Forbes.
IRPF 2022
Deixou para a última hora? Confira o guia rápido para declarar o imposto de renda e não perder o prazo. Você tem até amanhã para enviar a sua declaração. Veja como agilizar o preenchimento do documento para evitar multa.
Aquele abraço e uma ótima semana!
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Esta é a segunda vez que me pergunto isso, mas agora é a Inteligência Artificial que me faz questionar de novo
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