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Quem tem medo das eleições? Para o JP Morgan, bolsa brasileira deve subir mais que mercados emergentes durante o ciclo eleitoral

O banco norte-americano tem recomendação overweight — peso acima da média, equivalente a compra — para a bolsa brasileira e vê pouca influência da eleição sobre o desempenho das ações

Montagem com fotos de Lula e Jair Bolsonaro; como eleições movimentam bolsas e o Ibovespa
Montagem com fotos de Lula e Jair Bolsonaro - Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

Você está preocupado com os impactos da eleições nos seus investimentos? Pois não deveria, pelo menos na visão do JP Morgan. Para o banco norte-americano, a bolsa brasileira deverá superar o desempenho dos demais mercados emergentes apesar da incerteza sobre quem vai ocupar a cadeira de Presidente da República a partir de 2023.

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É relativamente normal a bolsa passar por forte volatilidade em períodos que antecedem as eleições presidenciais. Mas um estudo do JP Morgan mostra que, historicamente, o desempenho das ações brasileiras é semelhante ao dos demais emergentes quando se considera todo o ciclo eleitoral — seis meses antes e depois do resultado das urnas.

É verdade que a bolsa acaba avançando mais no período imediatamente após as eleições e sofrendo antes. “No entanto, acreditamos que desta vez as condições estão dadas para o Brasil ter um desempenho relativamente melhor que os emergentes”, escreveram os analistas do JP Morgan, em relatório.

O banco norte-americano tem recomendação overweight — peso acima da média, equivalente a compra — para a bolsa brasileira, tanto em relação à América Latina como na comparação aos emergentes como um todo.

E por que o JP Morgan acredita que os mercados brasileiros podem se sair melhor? Primeiro, por uma questão de preço, ou seja, a bolsa está barata. Mais precisamente com um desconto de 35% em relação aos demais emergentes, bem acima dos 15% habituais para esta época pré-eleitoral.

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Além de não contar com aperto monetário nos meses que antecedem a corrida presidencial, o JP Morgan vê a possibilidade de o Banco Central começar a cortar juros em até seis meses depois do resultado das urnas.

Os analistas do banco norte-americano também não esperam uma disparada do dólar no período pré-eleitoral, diante das cotações em alta das commodities — que beneficiam o real — e o diferencial entre as taxas de juros brasileiras e as praticadas no exterior.

Mas e quanto aos candidatos? O que pode acontecer no caso de Jair Bolsonaro conseguir se reeleger? E se Lula voltar ao Palácio do Planalto?

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O JP Morgan reconhece saber pouco sobre a direção política, mas faz uma ponderação com base na cobertura que o banco fez de todas as eleições desde 2002.

“Acreditamos que a diferença de política entre o candidato A e B pode ser muito menor do que a distância entre A e Z, embora também existam exceções a essa norma”, escreveram os analistas, sem dar nome às letras indicadas.

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