O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O salto do petróleo e do minério de ferro ajudam o Ibovespa a se manter em campo positivo
A segunda rodada de negociações entre Rússia e Ucrânia é o principal foco de atenção nesta quinta-feira (03), mas enquanto nenhum progresso é noticiado, são as commodities que dão o tom dos negócios no Ibovespa e no exterior.
A crise no leste europeu segue pressionando a cotação do petróleo, mesmo que diversos governos estudem a liberação de suas reservas para aliviar o cenário, mas o barril do Brent e do WTI já são negociados acima dos US$ 110, o maior patamar em 10 anos. Hoje o dia é de instabilidade para a commodity, com informações sobre um possível acordo de exportação com o Irã.
O comportamento do petróleo e o avanço de 5% do minério de ferro durante a madrugada dão fôlego para que o Ibovespa continue em trajetória de alta, mesmo após a forte queda vista no cenário internacional durante o feriado de carnaval.
Os índices futuros em Wall Street apontavam para um pregão de recuperação, mas as bolsas americanas operam em queda firme. A guerra no leste europeu não é o único acontecimento no radar dos investidores. A inflação e os próximos passos do Federal Reserve seguem sendo uma preocupação constante, principalmente após a zona do euro apresentar uma inflação ao produtor muito acima da expectativa.
Jerome Powell, presidente do Fed, está presente no Senado para apresetnar o seu relatório de política monetária. Powell já avisou que os efeitos da guerra na Ucrânia ainda são muito incertos e que os juros devem subir mais de uma vez ao longo de 2022. Sobre a pressão recente no petróleo, o presidente do Fed afirmou que isso deve se traduzir em uma inflação maior no curto prazo.
O Ibovespa vem desacelerando a alta com o clima pesado em Nova York. Por volta das 17h, o principal índice da bolsa brasileira subia 0,06%, aos 115.237 pontos, em mais um dia de volatilidade. O dólar à vista recua 1,55%, a R$ 5,0280.
Leia Também
O forte fluxo de entrada de recursos estrangeiros no país segue sustentando o alívio no câmbio. para o Itaú BBA, o país pode ver o ingresso de US$ 1,34 bilhão após a Rússia ter sido rebaixada dentro do índice MSCI Emergentes. Ante moedas de países desenvolvidos, a moeda americana apresenta tendência de alta. No Brasil, a curva de juros opera em alta nos vencimentos mais curtos:
| CÓDIGO | NOME | ULT | FEC |
| DI1F23 | DI jan/23 | 12,70% | 12,66% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 11,61% | 11,60% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 11,41% | 11,43% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 11,41% | 11,46% |
A percepção do mercado é de que o conflito no leste europeu deve pressionar a produção de petróleo. A Rússia é um dos maiores países exportadores da commodity e um prolongamento do conflito pode impedir o escoamento da produção para o restante do mundo, pressionando a oferta.
Dentro desse cenário, o petróleo vem renovando máximas em anos e já ultrapassou a casa dos US$ 110 por barril. A quinta-feira (03) começou com uma alta de mais 5%, mas agora tanto o barril do Brent quanto do WTI recuam.
A notícia que mexeu com o mercado foi a de que um acordo de exportação com o Irã pode ser fechado em breve, o que ajudaria a suprir o desequilíbrio na oferta de petróleo.
A quinta-feira marca a primeira semana de conflito em solo ucraniano, com grande impacto na bolsa de valores. Desde a declaração de guerra de Vladimir Putin, nas primeiras horas do dia 24 de fevereiro, muita coisa mudou.
Com dificuldade para avançar em direção à Kiev, o exército russo passou a atingir alvos civis e adotar um posicionamento de conflito direto. As nações ocidentais seguem militarmente distantes do conflito, mas a série de sanções impostas à Rússia só crescem. Segundo as agências internacionais, mais de um milhão de refugiados já deixaram a Ucrânia.
Até agora, empresas anunciaram o fim de suas operações na Rússia e diversas medidas foram tomadas para isolar o sistema financeiro do país do restante do mundo, além do congelamento de ativos investidos em outros localidades. A bolsa de Moscou segue fechada para evitar maiores perdas.
Mais cedo, Volodymyr Zelensky, presidente da Ucrânia, reforçou os apelos para que os países-membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) implementem um bloqueio do espaço aéreo.
No Twitter, um dos conselheiros do presidente ucraniano, Mykhailo Podolyak, falou sobre os pontos que serão discutidos na nova rodada de negociações.
1. Cessar-fogo imediato 2. Armistício 3. Corredores humanitários para a evacuação de civis de aldeias/cidades destruída
Confira as maiores altas do dia na bolsa:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| GETT11 | Getnet units | R$ 3,51 | 7,67% |
| IRBR3 | IRB ON | R$ 3,20 | 3,23% |
| CASH3 | Meliuz ON | R$ 2,45 | 2,94% |
| POSI3 | Positivo Tecnologia ON | R$ 8,44 | 2,93% |
| NTCO3 | Natura ON | R$ 22,84 | 2,79% |
Confira também as maiores quedas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| ABEV3 | Ambev ON | R$ 14,24 | -1,93% |
| ENGI11 | Engie units | R$ 42,85 | -1,22% |
| BEEF3 | Minerva ON | R$ 10,97 | -1,17% |
| QUAL3 | Qualicorp ON | R$ 13,51 | -1,10% |
| JBSS3 | JBS ON | R$ 36,18 | -1,01% |
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras
A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)
Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)
Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM
Retomada das ofertas ainda enfrenta incertezas, diz Vinicius Carmona ao Money Times; entenda o que falta para o caminho abrir de vez
O novo preço-alvo para a empresa de saneamento tem uma projeção de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento
Mudança afeta ações, opções e contratos futuros de índice após o fim do horário de verão no exterior
Analistas afirmam que a Aura Minerals é uma ‘oportunidade dourada’ graças à exposição ao ouro, ao crescimento acelerado e forte geração de caixa
Em painel no BTG Summit, especialistas falam sobre o crescimento dos ETFs no Brasil e as diferenças desses ativos para os demais investimentos
No médio prazo, o principal índice da bolsa pode buscar os 250 mil pontos, patamar correspondente ao topo de alta de longo prazo
Analistas dizem quais são as expectativas para o balanço de cada um dos frigoríficos com os efeitos do mercado chinês, ciclo do frango e estoques
Investimentos para defender liderança pressionam margens e derrubam as ações na Nasdaq, mas bancos veem estratégia acertada e mantêm recomendação de compra, com potencial de alta relevante
A plataforma registrou lucro líquido de US$ 559 milhões, abaixo das expectativas do mercado e 12,5% menor do que o mesmo período de 2024. No entanto, frete gratis impulsionou vendas no Brasil, diante das preocupações do mercado, mas fantasma não foi embora
Empresa de eletrodomésticos tem planos de recapitalização que chegam a US$ 800 milhões, mas não foram bem aceitos pelo mercado
Relatório do BTG mostra a mudança na percepção dos gestores sobre o Ibovespa de novembro para fevereiro
Medida anunciada por Donald Trump havia provocado forte queda na véspera, mas ações de tecnologia e melhora do humor externo sustentam os mercados
Gestor explica o que derrubou as ações da fintech após o IPO na Nasdaq, e o banco Citi diz se é hora de se posicionar nos papéis
Segundo fontes, os papéis da provedora de internet caíram forte na bolsa nesta segunda-feira (23) por sinais de que a venda para a Claro pode não sair; confira o que está barrando a transação
Em entrevista exclusiva, o CEO do Bradesco, Marcelo Noronha, detalha o que já realizou no banco e o que ainda vem pela frente